Lindsay Woods – coleção de batons

Oi,

 

Hoje resolvi mostrar pra vocês a coleção de batons que a Lindsay Woods fez em parceria com a T.Blogs. São 4 cores de batons líquidos matte e eu gostei muito de todas elas.

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Da esquerda para direita: Dramatic, Sarcastic, Supreme e Bad Bitch.

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A cobertura é muito boa, não transfere, não craquela, dura bastante na boca e ficam bem sequinhos. Achei bem fácil de aplicar também. Os dois que mais chamaram minha atenção e que na minha opinião são os mais “diferentes” foram o Sarcastic e o Bad Bitch.

Esse é o Sarcastic:

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E esse é o Bad Bitch:

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E aí, qual o favorito de vocês?

Beijo.

Meu cabelo

Oi,

Resolvi fazer mais um post sobre meu cabelo pela quantidade de mensagens e comentários que recebo todos os dias perguntando sobre a cor dele e se eu faço algo para ele crescer rápido. Não tem como eu falar a numeração da tinta sem explicar que meu cabelo era loiro branco e ficou assim por um bom tempo. Quando eu resolvi escurecer eu passei a tinta 6.34 da marca Loreal. O 6.34 é o tom mais próximo da minha cor natural e meu objetivo ao tirar o loiro era deixar o mais próximo dela possível para não precisar mais pintar. Ficou um pouco mais claro do que eu esperava porque estava sem pigmentação alguma e também desbotou muito rápido. Eu postei direitinho aqui: Cabelo Novo.

Pra quem não me seguia na época e não sabe como era meu cabelo, era assim:

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Na segunda vez que eu pintei eu passei a tinta 6.0 porque ela é um pouco mais escura que a 6.34 e eu queria que a tinta fixasse no cabelo. Também cortei ele na altura dos ombros. Demorou um pouco mais para desbotar mas acabou ficando bem claro também. Fiz um post aqui: Cabelo Novo – Parte 2.

Na terceira e última vez que pintei eu passei a tinta 5.3 porque eu queria que ficasse bem mais escuro mesmo pra não desbotar para uma cor muito clara como das outras vezes. Finalmente a cor fixou no cabelo e não precisei pintar mais. Faz mais de 4 meses, por isso eu não posso simplesmente indicar a cor da tinta porque não vai ficar igual a cor que está agora. Desbotou bastante mas como a cor era mais escura ficou como eu queria que ficasse na primeira vez que escureci. Está um pouco mais claro do que minha cor natural mas não tem muita diferença da raiz e estou conseguindo deixar crescer tranquilamente.

Está assim:

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(Lembrando que eu fiz preenchimento labial no fim do ano passado e por isso minha boca está diferente em algumas fotos. Tem um post sobre aqui.)

Eu não faço nada específico para o cabelo crescer além de hidratar toda semana e cortar um pouco pelo menos todo mês. Além de todos os produtos que já indiquei anteriormente em outros posts (pra ver todos é só ir no canto direito no blog na categoria “cabelos”), estou usando a Net Mask da Truss e também óleo de coco.

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É uma máscara de reparação capilar inteligente que hidrata, reconstrói e nutre todos os tipos de cabelo utilizando a propriedade de NANO-REGENERAÇÃO dos fios. Ela devolve a elasticidade, força e aparência natural do cabelo. Possui efeito teia e conta com ativos como creatina, sericina, queratina, pantenol, extrato de linho e ativos condicionantes como o Amisil, o Polisil e o Intense Net. Quem nunca usou nenhuma máscara com efeito teia, pode estranhar um pouco na hora da aplicação. Ela precisa ser “ativada” espalhando uma pequena quantidade na palma das mãos e fazendo um movimento de juntar e separar. Notei os fios mais fortes e encorpados logo na primeira aplicação. Eles ficam macios e disciplinados também. Ela sela as cutículas e tem proteção térmica. O pote é bem grande e dura muito porque não precisa uma quantidade muito grande em cada aplicação.

Óleo de coco

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Não faz muito tempo que eu descobri que o óleo de coco é bom pra basicamente tudo na vida. Ele traz resultados milagrosos no tratamento e reparação do cabelo. Penetra nos fios, nutre e hidrata profundamente, sela as cutículas deixando os fios alinhados e brilhosos, ajuda a desembaraçar, além de nutrir e repor os lipídios que o nosso cabelo precisa. Existem várias formas de usar o óleo de coco nos cabelos, eu me dei melhor com a umectação. Passo no cabelo seco mecha por mecha e deixo agir por duas horas no mínimo. Pode dormir com ele ou fazer as atividades diárias enquanto ele age. Depois eu lavo com shampoo transparente. Outro jeito que gosto de usar é misturando um pouco do óleo com algum creme de hidratação. Deixo por mais ou menos uns 30 minutos.

O ideal é usar a cada 15 dias mais ou menos em um cabelo não muito danificado, se estiver bem ressecado é bom usar uma vez por semana e se estiver extremamente danificado pode usar umas duas vezes por semana. Não é bom usar ele sempre puro pois ele penetra dentro dos fios facilmente  mas não sai com a mesma facilidade. Então ele pode acabar pesando o cabelo e pode dar o efeito contrário do desejado. É bom intercalar e misturar com alguma máscara.

Na hora de comprar optem pelo extravirgem. Ele é natural e traz mais benefícios. Eu prefiro comprar assim em sachê.

 

Espero que tenha esclarecido todas as dúvidas mas qualquer coisa é só deixar nos comentários. Quem já passou ou está passando por esse processo de voltar o cabelo para a cor natural depois de ter ele muito claro me conta como fez ou está fazendo. Dicas de hidratação e produtos são sempre bem vindas.

Beijo.

What We Do in the Shadows – Review

Oi,
Passando pra indicar um filme que assisti esses dias. Posso afirmar que comédias não são o meu forte e raramente assisto algum filme do gênero. Não é qualquer coisa que me faz rir e eu ri durante esse filme inteiro. Sem dúvida uma das melhores comédias que já assisti.
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What We Do In The Shadows (2014) – produzido, dirigido e estrelado por Jemaine Clement e Taika Waititi, o filme se passa na Nova Zelândia e é um mockumentary (documentário falso). Uma equipe de documentaristas acompanha e mostra o dia a dia de 4 vampiros que dividem a mesma casa nos dias atuais. Logo no começo, já aparece um aviso dizendo que cada cameraman está protegido por um crucifixo. Viago (Taika Waititi), Vladislav (Jemaine Clement), Deacon (Jonathan) e Petyr (Ben Fransham) são 4 vampiros de diferentes idades e cada um deles possui características estereotipadas que já vimos por aí em outras produções. As piadas são feitas de um jeito totalmente natural e os depoimentos são espontâneos e alguns até improvisados.
A ideia do filme não é inovar as histórias de vampiros e sim mostrar de uma forma cômica as características milenares desses seres no mundo moderno. As lendas como não poder entrar em um lugar sem ser convidado, pegar fogo no sol, se transformar em morcego e não conseguir ver o próprio reflexo no espelho são retratadas de um jeito hilário em situações do cotidiano. Os 4 se esforçam para acompanhar as tendências de moda e tecnologia moderna. Cada um tem seu estilo próprio mas todos se vestem com roupas de séculos passados. Apesar de ser uma comédia, o filme consegue abordar de forma inteligente alguns temas como amizade, amor e como é difícil lidar com a velhice no passar dos anos. Até para um vampiro as coisas já não funcionam mais como antigamente. Não tem como não rir e chorar ao mesmo tempo com o Vladislav, que era capaz de hipnotizar uma multidão inteira e hoje em dia não consegue nem atrair uma pessoa assistindo tv.
O filme não perde o ritmo em momento algum e é engraçado do início até os créditos finais. No decorrer da trama, outros personagens únicos aparecem. Como Stu (Stuart Rutherford), o amigo humano de Nick. É um personagem sem carisma algum e totalmente inexpressivo que ganha a simpatia e amizade do grupo. O fato de Stu ser totalmente sem sal e sem personalidade alguma deixa tudo mais engraçado. Tem também a criada humana de Deacon (Jackie) que atrai vítimas para os 4 e limpa tudo que é tipo de bagunça na esperança de que algum dia seja transformada em vampira também. Ela que apresentou Nick (Cori Gonzalez-Macuer) para o grupo que acabou sendo transformado em vampiro. Não poderia faltar também o clã de lobisomens (eternos rivais dos vampiros).
Eu recomendo muito o filme e garanto que rende boas risadas. Tem na Netflix.
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Comentem o que acharam depois de assistir.

Feral Cosmetics – Coleção de batons

Oi,

Recebi esses tempos a coleção de batons da marca Feral Cosmetics e fiquei apaixonada. Não só pelas cores mas pela qualidade dos batons e pelas causas que eles apoiam. Todos os produtos são vegan e cruelty free. A marca é totalmente contra testes em animais e possui certificado da Peta.

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São 5 cores de batons líquidos matte e mais 4 ultra satin.

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Eu fiquei impressionada com a qualidade dos batons, os líquidos ficam totalmente sequinhos na boca mas não craquelam. Na primeira vez que usei comi um hambúrguer e quando terminei e fui me olhar no espelho estava esperando estar toda borrada e sem a metade do batom mas ele estava intacto. Não precisei nem retocar. O cheirinho é muito bom também e não é forte. A cobertura é ótima e não precisa passar mais de uma vez pra pegar a cor. Eles são bem pigmentados. Todos eles. Os satin também têm a cobertura impecável e os lábios ficam bem hidratados. Recomendo muito a marca, principalmente pra quem procura produtos cruelty free.

As 5 cores dos batons líquidos matte:

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Da esquerda para direita: Lustful, Paint Me Pink, Mauve Along, Beach Bum e Butt Naked.

Agora as 4 cores dos batons ultra satin:

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Da esquerda para direita: Rapture, Envy,  Fetish e Euphoric.

Os meus favoritos: Lustful

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Butt Naked:

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O site deles é: FeralCosmetics.com

Beijos.

Preenchimento labial – Ácido Hialurônico

Oi,

Quem me acompanha sabe que sempre aumentei um pouco (bastante) a boca com batom principalmente no lábio superior que eu não tenho quase nada e no dia 16 de dezembro do ano passado eu fiz o preenchimento labial. Na semana anterior me consultei com o Dr. Guilherme que é Cirurgião Dentista para saber mais sobre o procedimento e ainda descobri que devido a força absurda que faço com os músculos da mastigação (masseter e temporal), as minhas dores de cabeça estavam piorando cada vez mais e por isso nenhum tratamento estava adiantando. Eu não sabia que tinha bruxismo. Mas o preenchimento labial não teve nada a ver com isso, foi puramente estético. Eu só comentei nos meus posts que descobri o bruxismo na consulta do preenchimento. Eu comecei também no fim do ano passado um tratamento com botox (esse não foi estético) para tratar a força excessiva que eu estava fazendo, mas isso eu vou contar em outro post, se alguém sofre com isso também e tiver alguma dúvida pode deixar nos comentários.

O preenchimento labial é feito com ácido hialurônico que é uma substância já presente no nosso organismo. Não é nada prejudicial e ajuda na hidratação da pele mantendo ela lisa e elástica. Os lábios ficam super hidratados e as linhas praticamente somem. Eu fiquei com a boca bem inchada nas duas semanas seguintes e com algumas manchinhas roxas em alguns lugares. É completamente normal. Nas primeiras semanas fica bem maior do que vai ficar depois que desinchar.

Me perguntaram a quantidade que apliquei e o valor aproximado. Eu apliquei 2ml no total. Cada caso é diferente e o valor e a quantidade vão depender muito do local que você quiser aplicar. O valor pode variar de R$1500,00 a R$2500,00. O procedimento não é definitivo e pode durar de 6 a 18 meses aproximadamente. Depende muito de como seu organismo reagir. Mas ele sai totalmente. Não doeu nada porque foi feito com anestesia. Eu achei a dor da recuperação bem tranquila, comi e bebi normalmente. Só fica bem inchado mesmo.

Antes era assim:

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Essas duas fotos foram do dia que fiz:

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Essa foi algumas semanas depois:

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Aqui com batom escuro:

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Eu fiz com O Dr. Guilherme aqui em Florianópolis e ele atende na Clínica Integralle.

O site da Clínica aqui.

Qualquer dúvida deixem nos comentários e se alguém já fez conta a experiência pra mim.

Busanhaeng (Train to Busan) – Review

Oi,

Quando li o título em português “Invasão Zumbi” a primeira coisa que fiz foi revirar os olhos. Filmes de zumbis já estão completamente batidos e fazia muito tempo que eu não assistia nada bom. Até The Walking Dead eu abandonei na quarta temporada e nem sei se algum dia eu vou voltar a assistir. Depois de várias sequências horrorosas de Resident Evil, a decepção que foi Guerra Mundial Z e outros títulos menos conhecidos, eu resolvi dar uma chance ao filme porque descobri que era sul-coreano como The Wailing que eu indiquei aqui esses tempos. E não me arrependi nem um pouco. O título em português foi mais uma jogada de marketing pra atrair público (mas na minha opinião fez o efeito contrário por ser algo tão batido). Não tem nada a ver com o filme. Apesar de ter zumbis, para mim, eles não são o elemento principal da história. O título em inglês “Train to Busan” combina mais com o enredo do filme.

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Busanhaeng (Train to Busan) 2016 – escrito e dirigido por Sang-Ho Yoan, o filme se passa em um trem de alta velocidade que está indo de Seul para Busan enquanto um vírus letal começa a se espalhar pela Coreia do Sul transformando as pessoas infectadas em zumbis. Somos apresentados logo de início a Seok Woo (Yoo Gong) e sua filha Soo-an (Soo-an Kim). Um pai capitalista e egocêntrico, viciado em trabalho e visivelmente ausente que tenta de forma falha salvar o que resta da sua relação com a filha, que depois de muita insistência o convence a tirar um dia de folga para deixá-la passar um tempo com sua mãe em Busan no dia de seu aniversário. Os personagens, apesar de serem comuns em filmes de terror, são todos muito bem desenvolvidos. O pai ausente, a filha, a grávida, o marido protetor, um vilão humano que chega a dar mais raiva que os próprios zumbis, um casal de adolescentes e todos os outros, tornam o filme ainda mais inquietante e envolvente. Tudo começa a dar errado antes do trem partir, quando uma garota aparentemente doente consegue embarcar. A atmosfera é completamente claustrofóbica por se passar dentro de um trem 90% do tempo. Os personagens são separados em diversas partes do filme e colocados em situações de risco em que precisam tomar decisões em intervalos quase nulos de tempo. Apesar das quase 2 horas de duração, o perigo e a agonia são tão constantes e a ploriferação do vírus acontece de forma quase que instantânea que o tempo passa voando e quase não dá tempo de respirar. Os diálogos são certeiros, o roteiro é muito bem desenvolvido em todos os aspectos e consegue mesclar de forma muito natural toda a ação, o drama, a violência, o suspense e até um pouco de comédia. Apesar de não trazer nada de muito novo em relação aos filmes do gênero, Train to Busan consegue ser original. A evolução e transformação do caráter do protagonista e sua relação com a filha ao longo do filme acontece de uma forma nada forçada e gera um impacto bem especial no desfecho da trama. As relações entre os outros personagens vão aparecendo na medida em que eles vão entrando no meio da confusão no trem e também são todas muito bem construídas e importantes. Não é um filme que vai te dar medo. Nada relacionado a zumbis me causa medo, mas é um filme que vai te deixar tenso do começo ao fim e com certeza um dos melhores já feitos.

Para mim, os zumbis são apenas um detalhe no filme. É antes de tudo um filme sobre tragédia, sobrevivência, amor, amizade, heroísmo e como uma pessoa viva pode ser pior do que o próprio mal que está matando todo mundo.

Se alguém já viu, me conta o que achou. Recomendo muito, principalmente pra quem já está cansado de filmes de zumbi.

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Nocturnal Animals (Animais Noturnos) – Review

Oi,

Passei aqui hoje para indicar mais um filme. Eu tenho uma mania “infantil” (digo infantil porque faço isso desde criança) que é sempre escolher alguém para “ser” nas coisas que assisto/leio. Qualquer coisa. Desenho, seriado, filme, anime, livro, mangá… qualquer coisa. Eu sempre tenho que escolher aquele personagem que eu me identifico tanto que a partir daquele momento eu ajo como se fosse ele, tudo que acontece com ele na trama eu sinto como se fosse comigo. Me irrito junto, fico triste, fico feliz. Pode parecer totalmente bobo mas é uma mania que eu carrego comigo até hoje. Tanto é que se eu não gostar nem me identificar com nenhum personagem tanto assim, eu não consigo me apegar nem me prender ao que vou ler/assistir. Por mas que falem o quanto é bom. E provavelmente pode ser.

Mas voltando ao que realmente importa, nesse filme eu me vi nos dois personagens principais. Eu não consegui escolher nem um, nem outro. Tinha um pouco de mim em cada um deles. E foi logo nessa hora, nos primeiros minutos e nas primeiras cenas que eu já sabia que passaria o filme inteiro com aquele nó na garganta. Já aviso que não é um filme pra qualquer um. Ele já começa te dando tapas na cara.

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Nocturnal Animals (Animais Noturnos) 2016 – Um filme de Tom Ford, adaptado do romance escrito em 1993 por Austin Wright, Tony and Susan, esteticamente belo e impecável, é composto por basicamente três narrativas. Susan Morrow (Amy Adams) é uma artista bem sucedida visivelmente infeliz em todos os aspectos da vida, apesar de seu visual deslumbrante e elegante desde os sapatos até os fios de cabelo. Tudo em sua vida reflete suas escolhas ruins, principalmente seu atual casamento que é totalmente vazio e superficial, o que mais vemos atualmente quando envolve muito dinheiro na família e aparências. O clichê dos relacionamentos falsos. Na volta de uma exposição em uma galeria de arte, recebe um manuscrito de um livro que seu ex marido escreveu e dedicou a ela, chamado Animais Noturnos. A partir daí, inicia a segunda narrativa, que é quando ela começa a ler o livro e a história como ela está imaginando enquanto lê começa a ser mostrada. Jake Gyllenhaal faz o papel do protagonista do livro (Tony) e também do ex marido de Susan (Edward). Eu não vou contar a história do livro pra não estragar toda a experiência de vocês, mas é repugnante, violenta, revoltante, esclarecedora e também dá vida a dois dos melhores personagens da trama que é o caipira psicopata Ray Marcus (Aaron Taylor-Johnson) e o policial Bobby Andes (Michal Shannon). A terceira narrativa são flash backs do relacionamento de Susan com Edward e são as que mais me partiram o coração. Eu acho tão tragicamente real casos em que as pessoas acabam virando aquilo que elas sempre detestaram e isso é mais comum do que se imagina. É algo quase impregnado no nosso inconsciente. Principalmente quando a pessoa em questão é o pai ou a mãe. O filme tem um ar pesado e claustrofóbico. Não é pra qualquer um. Tenho certeza que muitos não vão gostar e eu não tenho como falar muito sem dar spoilers. Mas posso dizer que o romance de Edward é seu grito de desespero e angústia  e uma mensagem para que Susan entenda toda a dor que ela o causou. E uma coisa é certa: ela entende a mensagem.

Eu não gostei tanto assim de  Garota Exemplar (2014), mas se você gostou as chances de gostar desse são bem grandes.

É um filme sobre vingança. Mas não só sobre isso, é sobre arrependimento, escolhas ruins e tudo que torna uma pessoa verdadeiramente infeliz. É um filme para refletir. Não espere um suspense nem um filme bonito sobre relacionamentos. Na minha opinião é mais um drama obscuro que vai te dar muitos choques de realidade.

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Se alguém já assistiu comenta aqui. Queria muito deixar minhas teorias e opiniões sobre o final mas não teria como mesmo por causa de spoilers, mas deixem comentários. Quero muito saber o que acharam.

Até a próxima.

 

 

Esponjas Emocionais

Tenho a impressão que esse ano começou bem e em algum momento começou a escorregar pelas minhas mãos.

Todos os dias eu tento focar a minha mente nas coisas positivas então posso falar que consegui salvar algumas partes desse emaranhado de coisa ruim. Eu não sou o tipo de pessoa que culpa o ano pelas coisas e sei que a culpa é provavelmente minha. Apesar de ter sido claramente um ano esquisito pra todo mundo.

Geralmente eu me fortaleço de um lado e enfraqueço de outro. Meu objetivo na vida é achar um equilíbrio. Eu comentei esses dias que queria me recuperar das coisas como me recupero de uma refeição. Quando eu como até não conseguir nem me mover e penso que nunca mais vou comer de novo e depois de 1 hora estou com fome e pronta pra comer mais.

Eu me desgasto muito com as coisas. Às vezes converso com alguém pela manhã e levo um dia inteiro pra me recuperar daquilo. Não importa se a pessoa falou algo sobre mim ou se falou algo dela mesma. Eu tenho que fazer um esforço enorme pra lidar com meus próprios pensamentos e emoções sem entrar em colapso e mesmo assim vivo à beira da loucura. Eu não sei fazer nada de maneira superficial. Minha cabeça entra fundo em tudo e absorve como se tivesse vindo de mim, mesmo quando não vem e não tem nada a ver comigo. Se eu vejo alguma tragédia eu fico arrasada por tempo indeterminado como se tivesse acontecido com alguém próximo a mim. Chego até a ficar doente às vezes.

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Quando você é uma esponja emocional o que você sente pode ser seu, de outra pessoa ou uma associação. Começa a ficar tudo muito confuso e fora de controle.

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Quando a pessoa não aprende a centrar, fundamentar e controlar as emoções ela acaba virando uma escrava delas porque não consegue se abster de sentir todas as coisas (boas e ruins).

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Mas você não precisa sentir todas essas coisas o tempo todo. Quando todas essas emoções estão controladas e se tem domínio sobre elas, essa empatia excessiva deixa de ser um fardo e deixa de te sobrecarregar.

Obviamente eu ainda não cheguei nesse estágio.

Uma esponja emocional tem uma sensibilidade enorme em relacionamentos amorosos que pode ser esmagadora e prejudicial por não saber dosar direito as coisas.

Eu já falei muito sobre vampiros psíquicos que são pessoas que não querem ver a outra muito bem e sugam tudo de bom e qualquer vestígio de felicidade e energia boa dela. Esponjas emocionais são as que mais sofrem nas mãos dos vampiros psíquicos e são o contrário deles.

Ao entrar em contato com coisas positivas o corpo assimila e prospera mas infelizmente não tem como absorver só tudo que é belo. O que predomina acaba sendo o que é negativo e te deixa devastado. Ansiedade crônica, depressão e stress são coisas que podem te transformar em uma esponja emocional porque esgotam todas suas defesas. Você começa a absorver para si todas as dores dos outros parecidas com as suas.

Eu sempre brinco que sou uma pessoa “sumida” porque eu realmente sumo. É muito difícil ser meu amigo porque eu tenho extrema dificuldade em manter contato com os outros. Isso não quer dizer que eu não me importe. Essas coisas que todo mundo fala “quem se importa vai atrás”, “quem tem saudade procura”, e por aí vai, não se aplicam a mim. As pessoas se importam de maneiras diferentes com as outras. Eu posso passar muito tempo sem ver e sem conversar com alguém que não vai mudar nada. Jamais viraria as costas ou deixaria de responder quem precisa da minha ajuda. Mas eu não sou uma pessoa presente. Eu já me conformei e aprendi na vida que por conta disso não vou ter quase ninguém por perto. Pelo menos eu sei que quem permanece comigo realmente gosta de mim. Eu preciso muito do meu espaço. Parece ficção mas se eu vou em um lugar cheio às vezes eu preciso de um mês pra me recompor e fazer aquilo de novo. As pessoas aos poucos cansam de te chamar pra fazer as coisas. Aos poucos vão desistindo de ti. Mas não tem como sacrificar a tua sanidade mental pra ter mais pessoas ao teu redor. Pessoas que não te compreendem.

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Eu não acredito em resoluções de ano novo mas eu sei que mais um ano desses eu não aguento. Minha meta pessoal além de cuidar cada vez mais da minha saúde é tentar me manter centrada nesse mundo tóxico e emocionalmente sobrecarregado.

 

Até a próxima.

Novidades Make Up For Ever


Oi,

Recebi algumas novidades da Make Up For Ever e resolvi indicar. Sou apaixonada pela marca e tudo é sempre de ótima qualidade. Inclusive as embalagens.

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Vou começar pelo iluminador porque estou obcecada por isso no momento e ele é muito bom. É o Pro-Light Fusion. Tem uma textura indetectável e deixa a pele com um brilho muito natural. Achei a duração ótima, todas as vezes que passei durou o dia inteiro.

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Eu nunca tinha usado blush cremoso antes e gostei muito. Esse é o 215. Ele se adapta perfeitamente na pele e fica com um aspecto muito saudável. Dá pra controlar a quantidade e a intensidade da cor por ser cremoso. Ele é HD e tem longa duração.

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Esse mini kit é uma edição limitada, realça o olhar e deixa os cílios bem volumosos. É composto por dois lápis à prova d’água: um marrom e um preto. E uma máscara para cílios.

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Paletas neutras são minhas favoritas e todas as cores dessa paleta de sombras são lindas.

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A textura do brilho labial é muito boa e com uma camada só já fica perfeito. Os lábios ficam macios e hidratados. Sou fã dos batons matte mas quando estou sem maquiagem ou com pouca eu gosto bastante de usar pra dar um brilho. o Primeiro é o 500, o segundo é o 105 e o terceiro é o 209.

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Recomendo muito. Já postei algumas outras coisas da marca aqui.

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Nessa foto usei a paleta de sombras, o iluminador, a máscara, o lápis preto e o blush.

Beijos.

El Secreto de Sus Ojos – Review

Oi.

Comecei a assistir esse filme achando um pouco chato e comum e terminei chorando e me questionando sobre várias coisas da vida. Mais um filme que prova a grandiosidade do cinema argentino. Ele ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro e está disponível na Netflix.

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El Secreto de Sus Ojos (The Secret in Their Eyes) – de  Juan Jose Campanella, conta a história de um investigador criminal aposentado (Benjamin) que resolve escrever um romance sobre um dos casos mais marcantes de sua carreira: um brutal assassinato que ocorreu em 1974. Ele vai atrás então de sua ex chefe Irene que na época também fez parte da investigação. O filme é uma viagem de ida e volta no tempo entre Buenos Aires de 1974 e 2000. Ao estudar o caso novamente, o romance adormecido entre Benjamin e Irene também acorda. Não posso deixar de mencionar Sandoval, o assistente de Benjamin na investigação. Um bêbado muito carismático que tem um papel essencial na trama.

O filme gira em torno de duas histórias (mas de forma muito sutil). O caso do assassinato e o romance mal resolvido entre os dois. O roteiro do filme é surpreendente e muito sensível, você com certeza irá se identificar com alguns dos dilemas vivenciados pelos personagens. Mexe com todos os tipos de emoções. As atuações são impecáveis e os personagens muito bem construídos. A fotografia é maravilhosa e é repleto de cenas e diálogos marcantes.

“As pessoas podem mudar de tudo: de cara, de casa, de família, namorada, religião, de Deus. Mas tem uma coisa que não se pode mudar, Benjamín. Não se pode trocar de paixão.”

“Como se faz para viver uma vida vazia? Como se faz para viver uma vida cheia de nada?”

O silêncio está bastante presente também e os olhares são muito fortes. As cenas silenciosas conseguem passar exatamente o que o diretor quer passar. É um filme totalmente imersivo e quando você se dá conta, está completamente envolvido na história e preso a ele. Aborda vários temas de forma brilhante. Tem drama, tem suspense, tem investigação policial, tem romance e tudo muito bem estruturado e intenso. Fala sobre as injustiças do mundo e principalmente fala sobre a vida.

Dica: Não assistam Olhos da Justiça, que é o remake americano.

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Assistam.

The Wailing – Review

Oi,

No último fim de semana assisti The Wailing e me surpreendi. Eu tenho pra mim que filmes coreanos não são pra qualquer pessoa. Eu sempre gostei muito deles e dou preferência sempre. Um dos filmes que mais gosto e sempre indico é I Saw The Devil de Jee-woon Kim. As pessoas deveriam prestar mais atenção neles.

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The Wailing/Goksung (2016) – de Hong-jin Na, o filme se passa numa vila pacífica sul-coreana que começa a ter sua tranquilidade ameaçada quando os moradores aos poucos enlouquecem e começam a matar suas famílias e vizinhos num surto psicótico inexplicável. Os sobreviventes eram encontrados num estado meio catatônico, cobertos por bolhas, praticamente em decomposição e por conta disso começam a suspeitar do uso de cogumelos selvagens. Se você gosta de experimentar várias sensações durante um filme, esse será uma experiência incrível. Quando o sargento da polícia local (Jong-Goo) entra em cena com seu jeito atrapalhado e caricato, o filme chega a ser até engraçado, mas essa graça some completamente ao longo da trama. Não é um filme fácil de digerir e sempre que você acha que começou a entender o que está acontecendo ele dá uma reviravolta que te deixa até atordoado. Esse sim é um filme que desgraça sua cabeça. Hong-jin não poupou esforços para chocar e levar tudo até os extremos. Tudo começa a ficar ainda mais intenso quando a filha do sargento pega a mesma doença/maldição que os envolvidos nos assassinatos. Ele começa então a ouvir as pessoas da vila que suspeitam que tudo isso está acontecendo por causa de um forasteiro japonês (Jun Kunimura, que já fez Kill Bill de Quentin Tarantino e Audition de Takashi Miike) que começou a viver ali por perto e que segundo eles não é humano. Ele deixa também sua mãe trazer um xamã pra tentar ajudar a menina. A atmosfera inquietante do filme é pontuada por muita tensão, ocultismo, misticismo, suspense, investigação policial, possessões demoníacas e até uma pitada de humor. Hong-jin Na mostrou sua capacidade de mesclar de forma genial vários gêneros e de te desafiar durante o filme inteiro. A chuva é quase sempre presente e nos transporta pra lá de uma maneira que parece estar chovendo na nossa própria casa. Os cadáveres estão sempre no meio de muita lama e sangue. Tem morte por todo lado, dá pra sentir até o cheiro.

Assistam.

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Monster – Anime review

Oi.

Comentei esses dias no Twitter que iria começar a indicar alguns animes/mangás que gosto muito. Estou por fora dos animes atuais porque faz alguns anos que o único mangá que continuo acompanhando é Berserk (meu favorito). Porém, hoje não vou falar de Berserk. Até porque o anime é extremamente ruim e não transmite nada do que é a história de verdade (encontrada no mangá que até hoje ainda é lançado) e acredito que as pessoas tenham mais facilidade em assistir um anime do que ler os mangás. Por isso resolvi falar de Monster.

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Monster – O mangá de Naoki Urasawa foi publicado no Japão entre 1994 e 2001 e fez tanto sucesso que ganhou uma adaptação em anime com 74 episódios que foram exibidos entre 2004 e 2005. Sempre prefiro mangás por contarem de forma muito mais fiel as histórias sem muita enrolação. Mas Monster é um dos poucos em que o anime permanece fiel do começo ao fim. É um suspense policial do gênero seinen (que é voltado para o público adulto masculino) que gira em torno de um neurocirurgião (Dr. Tenma) que é bastante respeitado no hospital em que trabalha e pelo fato de suas cirurgias serem sempre importantes e bem sucedidas, também é o favorito do diretor do hospital. Já que eleva a reputação do mesmo. Graças a isso e ao seu futuro promissor, ele também é noivo da filha do diretor. Por ser o cirurgião mais aclamado e ter sucesso em cirurgias de alto risco, seus pacientes eram sempre pessoas importantes e era obrigação dele dar prioridade a eles para aumentar a reputação do hospital. Mesmo sendo uma pessoa boa e honesta e não concordando muito com essa política, ele se submetia a isso para continuar na equipe principal de cirurgia. Dr. Tenma começou a se questionar mais quando foi confrontado por uma mulher que perdeu o marido e o culpou dizendo que se ele tivesse realizado a cirurgia ele não teria morrido. Depois disso, Tenma começa a questionar seus valores éticos e morais e é colocado em uma situação em que precisa escolher entre salvar a vida de um menino baleado na cabeça em coma e o prefeito da cidade que teve um derrame. Ele decidiu salvar a vida do menino e o prefeito acabou morrendo pois foi operado por outro cirurgião. O diretor do hospital o rebaixou do cargo e disse que ele nunca mais conseguiria subir na carreira pois tinha humilhado o hospital. Perdeu a noiva também (filha do diretor) além do cargo de confiança. O menino e a sua irmã gêmea (que estava em choque) eram sobreviventes de um massacre horrível que havia acontecido em uma mansão. Misteriosamente, os irmãos desaparecem e toda a equipe médica (incluindo o diretor) que prejudicaram a carreira do médico é assassinada. Dr. Tenma virou suspeito na época (deixando o detetive Lunge totalmente obcecado por ele durante todo o anime) mas mesmo assim conseguiu assumir o cargo de cirurgião-chefe. Depois de 10 anos, alguns assassinatos em série estavam ocorrendo por toda a Alemanha e um suspeito do caso chega ao hospital para ser operado. Em uma noite, o suspeito foge amedrontado por alguma coisa e Dr. Tenma o segue. Em seguida vê o menino que salvou 10 anos atrás (só que crescido agora) matar o suspeito a tiros e sumir novamente sem deixar rastros.

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A suspeita dos assassinatos de 10 anos atrás recai sobre ele e também dos atuais. Ele vira um foragido da lei sendo procurado como serial killer. Começa então a dedicar sua vida a encontrar Johan para provar sua inocência. Além disso ele carrega uma culpa enorme por salvar uma vida que não deveria ter sido salva e quer acabar com ela com as próprias mãos. Na medida que ele vai se aprofundando no caso e conhecendo pessoas que já passaram pela vida de Johan, ele vai descobrindo mais coisas horríveis e de algo muito mais macabro por trás disso tudo.

O anime é extremamente violento. Porém, de forma psicológica. Todos os personagens são realistas e os acontecimentos e fatos históricos que aconteceram na época são representados de forma muito fiel. O anime ocorre na Alemanha na época da queda do muro de Berlim. Não existe humor, romances desnecessários e nem clichês em Monster. Johan é um psicopata clássico muito bem construído e em vários momentos você se pega sendo cativado por ele. Me lembrou muito o Griffith de Berserk em alguns aspectos. Aparência angelical e ideias perturbadoras. Não teria como eu indicar o anime sem essa introdução. E também não posso ir muito além disso pra não estragar. Está entre meus animes favoritos. É extremamente genial, perturbador e de uma complexidade psicológica gigantesca.

No começo do anime você já dá de cara com a passagem bíblica sobre a chegada do anticristo:

“Vi, então, levantar-se do mar uma Fera que tinha dez chifres e sete cabeças; sobre os chifres, dez diademas; e nas suas cabeças, nomes blasfematórios. A Fera que eu vi era semelhante a uma pantera: os pés como os de urso e as faces como as de leão. Deu-lhe o Dragão o seu poder, o seu trono e a sua autoridade. Uma das suas cabeças estava como que ferida de morte, mas essa ferida de morte fora curada. E todos, pasmados de admiração, seguiram a Fera e prostaram-se diante do Dragão, porque dera o seu prestígio à Fera, e prostaram-se igualmente diante da Fera, dizendo: “Quem é semelhante Fera e quem poderá lutar com ela?”

A construção dos personagens é feita com muito cuidado e todos eles são muito profundos. Muitos deles com problemas psicológicos gravíssimos. Os 74 episódios passam voando e nunca ficam entediantes. A trilha sonora é muito boa e combina com todos os elementos da trama. Você se sente cada vez mais envolvido e não consegue parar de assistir. Recomendo muito o anime e o mangá. Principalmente pra quem não está acostumado com eles. Vai se surpreender.

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Beijos.

 

Cabelo novo – Parte 2

Oi.

Semana passada eu resolvi pintar novamente o cabelo porque além de ter ficado mais claro do que deveria por estar branco, ele desbotou muito e já estava um ruivo quase loiro. Meu objetivo é voltar pra minha cor natural e parar de pintar de novo. Como falei nesse post aqui.

Dessa vez além de pintar eu cortei ele na altura dos ombros mais ou menos. Quero me livrar da tintura logo e o melhor jeito é cortando. Fora que ficou 100% mais saudável.

Como da outra vez desbotou muito rápido, dessa vez eu não usei a 6.34 (que é o tom do meu cabelo), eu usei a 6.0 porque fica um pouco mais escura.

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Vou postar umas fotos aqui com luzes diferentes pra vocês conseguirem ver direitinho a cor.

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Me perguntaram bastante sobre hidratação e se eu continuava usando todos os produtos que já mostrei aqui, então resolvi indicar aqui mais algumas coisas. Tirando isso continuo usando as mesmas coisas de antes também menos os produtos pra cabelo loiro.

Shampoo e Condicionador da linha Ultra Hydratation plus da Truss, para cabelos ressecados e que passaram por bastante processo químico. Não tem sal nem corantes e são para uso diário. O cabelo fica bem limpinho e a hidratação/recuperação é bem intensa. Restauram profundamente os cabelos. Principalmente se passaram por alguma descoloração. Na composição deles tem Pantenol, Avocado Oil e Queratina.

Eu tenho mania de intercalar sempre os shampoos e condicionadores porque se usar sempre os mesmos, por mais que funcionem bem, eles param de fazer o mesmo efeito. Então toda vez que lavo os cabelos eu uso um diferente ou mudo por semana. Eu uso bastante a linha Miracle que indiquei no meu outro post sobre quando escureci o cabelo. Aqui.

Eu costumo misturar o shampoo um pouco com água sempre e como os da Truss são bem densos faz bastante espuma e limpa muito bem.

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Outra máscara que repara e hidrata intensamente os cabelos é a Specific Mask. É indicada para todos os tipos de cabelo. Na sua composição ela tem queratina, silicone, pantenol, colágeno e óleo de argan que são essenciais para a recuperação e hidratação profunda. Ela rende muito também e o cheiro é muito bom.

Se os cabelos estiverem hidratados é bom deixar por 5 minutos, mas se estiverem danificados pode deixar uns 10 minutos. Pode usar de 1 a 3 vezes por semana.

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Vou indicar mais duas coisas que eu não fico sem. Já falei sobre elas mas acho importante mostrar de novo principalmente porque muita gente usa secador e chapinha. Primeiro vou falar do Hair Protector que é um protetor térmico que tem proteção (UV) e também serve como desembaraçante. Ele recupera a estrutura natural dos cabelos e protege do calor da chapinha e do secador. Eu uso sempre secador e não deixo de passar ele nunca. Até quando deixo secar naturalmente eu uso. O outro que vou indicar é o Uso Obrigatório que é um reconstrutor capilar que deve ser aplicado depois do shampoo e antes do condicionador. Ele é antifrizz e recupera a flexibilidade e elasticidade dos cabelos. Ele pode ser usado como protetor térmico também.

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Acho que é isso, o resto já indiquei tudo aqui no blog. É só olhar na categoria Cabelos. Se tiverem dicas de produtos deixem nos comentários.

Beijos.

 

Sobre amor e relacionamentos

Acordei do nada no meio da madrugada pra variar e tive um sonho com meu avô. Eu morei com meus avós a minha infância inteira e sempre fui muito apegada a eles. Desde que meu avô faleceu a vida virou um borrão pra mim. Nos meus sonhos ele está sempre vivo e ainda procuro ele quando vou na casa da minha vó (que ainda está viva). Faz 4 anos já e pra mim ainda é difícil ir lá. Isso é terrível porque quero passar mais tempo com ela e tenho um bloqueio enorme pra conseguir superar isso. Totalmente egoísta da minha parte. Se eu não supero imagina ela? Mas eu não vim falar de morte, vim falar de amor e relacionamentos. Meus avós ficaram juntos a vida inteira e, pelo menos desde que eu nasci, nunca presenciei uma briga feia ou alguma dificuldade entre os dois. Foram quase 70 anos juntos, 11 filhos. Tenho certeza que se algum dia existiu alguma eles conversaram, se entenderam e superaram. As coisas não duram mais. As pessoas não têm mais paciência de crescer e cuidar de um relacionamento. Elas estão preguiçosas. Quando as dificuldades começam a aparecer simplesmente desistem e procuram outro. Quando eu penso em relacionamento eu sempre lembro dos meus avós. Eu sou do tipo de pessoa que sempre quis um amor pra vida toda. Meu vô sempre acordou mais cedo pra fazer o café da manhã pra minha vó e uma coisa que eu nunca esqueço é que no fim da vida, quando ele já estava completamente fora desse plano por causa da doença horrível que é Alzheimer, teve uma manhã que ele levantou cedo e escapou pra cozinha (escapou porque já estava em um estágio que não podia fazer mais nada sozinho), botou a mesa pros dois, a xícara especial dela, o pão como ela gosta, as coisinhas dele. Mesmo não lembrando de mais nada quase, dela ele nunca esqueceu. Nem desses detalhes. Os dois estavam sempre juntos, sempre sentavam um ao lado do outro pra assistir tv de mãos dadas. Mesmo quando era pra assistir novela que ele não gostava mas minha vó sim, ou pra assistir jogo e noticiários que ele gostava e ela não. Companheirismo é isso, né? Às vezes a gente até pede desculpa mesmo quando não tem culpa porque o amor é maior que o ego. Eu me pergunto se antigamente as pessoas se esforçavam mais pra dar certo porque casamento era algo muito mais permanente do que hoje em dia e divórcio era meio que um absurdo. Logicamente não acho que quando duas pessoas estão realmente infelizes elas não devam se separar. Mas será que as pessoas estão esquecendo o que é o amor? O que é crescer junto com alguém e aceitar todos os defeitos da pessoa da mesma forma que aceita suas qualidades? O que mais vejo por aí são pessoas que deixam de gostar das outras pelo mesmo motivo que começaram. Às vezes nem por um defeito, mas por uma coisa que no começo era atraente e no fim ficou irritante e insuportável. Todo mundo que se sente incompleto busca em outra pessoa algo que preencha isso. Depois de um tempo, quando abaixa a poeira da paixão e adrenalina do começo do relacionamento e as coisas se acalmam, as pessoas se frustram por não se sentirem completas ainda e culpam a outra. Como se fosse obrigação da outra preencher um vazio. Como se fosse ela a culpada pela sua infelicidade. E assim já sai a procura de algo novo e mais satisfatório que proporcione aquela falsa sensação de novo. Se sentir completo é obrigação de cada um. É algo que só a própria pessoa pode fazer por ela mesma. Se você joga essa responsabilidade para os outros, todos os relacionamentos que tiver serão fracassados e você vai entrar em um loop infinito de uma procura sem fim. Será que antes as pessoas se esforçavam mais ou será que hoje as pessoas não se esforçam nem um pouco? É fato que as pessoas estão cada vez mais perdidas e tristes. E isso dificulta muito. O amor é uma plantinha que tem que regar e cuidar. E cuidar muito bem pra não murchar. O amor é lealdade, é paciência, é respeito, é tolerância, é persistência, é desistir de ter controle, é fácil, é insuportável, é comprometimento. Se ele não for tudo isso não serve pra nada. Não é suficiente. Uma pessoa tem vários lados e mesmo vivendo uma vida inteira com ela é possível não conhecer todos. Dá pra se apaixonar várias vezes pela mesma pessoa redescobrindo ela sempre. Se encantar por algum detalhe novo que ainda era desconhecido. Quando duas pessoas se amam e estão realmente focadas em ficar juntas não existe nada que atrapalhe. É importante não deixar morrer o romance ao longo dos anos, se preocupar com o bem estar da pessoa e comemorar sempre com ela suas vitórias e estar ali para apoiá-la nas derrotas. É importante saber a diferença entre a hora de dar colo e a hora de falar; é importante saber escutar e confortar. Dialogar é tão essencial quanto conseguir ficar quietinho só sentindo a presença da pessoa sem falar uma palavra. Ser envolvido por ela e envolvê-la. Ao mesmo tempo que abrir muito o coração pra alguém é dar o poder pra esse alguém te machucar, é impossível que alguém te ame verdadeiramente sem essa abertura. Sem saber teus medos e falhas. Sem conhecer quem é você realmente. A pessoa precisa amar a outra pelo que ela é e não pela imagem que criou e idealizou dela na própria cabeça. Poucas coisas são mais aterrorizantes e prazeirosas do que amar e ser amado genuinamente. E quando real sempre vai valer o risco.

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Make Up For Ever – Base Water Blend e batom Artist Rouge

Oi,

Testei alguns lançamentos da Make Up For Ever e passei aqui pra mostrar direitinho pra vocês.

Base Water Blend 

Essa base é bem levinha e o acabamento dela é muito bom. Eu não costumo usar base por nunca acertar na cor e por não ter muita necessidade pra minha pele. Eu gostei bastante dessa porque deixa a pele com um brilho natural e por 80% da sua fórmula ser de água com infusão de pró vitamina B5. Ajuda na hidratação da pele e melhora a elasticidade. Ela é à prova d’água e é muito fácil de aplicar. Está disponível em 12 tons e esse que vou mostrar é o mais clarinho. R210. Ficou perfeito em mim.

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Batom Artist Rouge

Coleção de batons super pigmentados em colaboração com Icona Pop e Colby Smith. A cobertura deles é muito boa e uniforme. São 46 cores. Vou mostrar 6.

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O primeiro é o C503 e é um lilás bem clarinho. A textura dele é cremosa.

O segundo é o M500 e é um vinho matte maravilhoso.

O terceiro é o M100 e é um nude matte.

O quarto é o C600 e a cor dele é branca. Ele é cremoso. Nunca tinha visto um batom branco antes. Alguém me disse que serve também pra passar por baixo de outros pra misturar e fazer outras cores.

O quinto é o M204 e é um rosa escuro matte puxado pro vermelho.

O último é o C604 e é um preto cremoso.

Gostei muito de todos eles principalmente do segundo, terceiro e quinto. Vou usar bastante. Tanto a base quanto os batons foram lançados nesse mês e estarão disponíveis na Sephora.

Tirei uma foto com o C503 e usando a base também.

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Beijos.

The Conjuring 2 – Review

Oi,

antes tarde do que nunca, hoje vou indicar The Conjuring 2.

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The Conjuring 2, 2016 (Invocação do Mal 2) – De James Wan e baseado na história real de Enfield Poltergeist, o filme já começa fazendo referência a um dos meus filmes de terror favoritos: The Amityville Horror. O casal Ed (Patrick Wilson) and Lorraine Warren (Vera Farmiga) aparece investigando se os eventos ocorridos nesse massacre teriam ou não influência demoníaca. Lorraine usa sua habilidade de se comunicar com o sobrenatural e acaba tendo uma experiência fora do corpo onde vivenciou todos os assassinatos. Durante essa experiência ela encontrou a entidade demoníaca que a acompanha durante todo o filme. Uma freira demoníaca. E pra piorar ela teve uma visão da suposta morte de Ed.
Depois disso nos é apresentada a família Hodgson, na Inglaterra. A família é composta por uma mãe solteira (que sofre para manter sozinha a casa e os filhos sem a ajuda do marido que foi embora) e mais 4 crianças. Uma das crianças, Janet, começa a ter problemas durante a noite como ouvir barulhos estranhos e sonambulismo. Ela acorda várias vezes em uma poltrona velha que tem na casa. Esses eventos vão piorando até que o pior acontece.
Possessão demoníaca em crianças pra mim é sempre motivo suficiente para assistir um filme. Principalmente se ela é possuída por um velho que resulta em cenas bizarríssimas onde a menina fala e soa exatamente como ele. Depois de vários acontecimentos, as autoridades locais entram em contato com os Warrens para eles investigarem e determinarem se a família estaria ou não passando por um caso real de possessão ou se era só fingimento. O jeito que Wan brinca com as câmeras leva sempre o filme para um outro nível e produz um medo muito real. Me remete muito aos filmes antigos de terror dos anos 70 e 80 como The Omen, Poltergeist, The Shining e The Exorcist. Chegou até a me lembrar o filme recente The Babadook por usar cantos e rimas infantis e brinquedos para induzir mais ainda ao medo. Além de produzir um filme que é ambientado nessa época, ele usa e abusa de uma forma muito inteligente dos movimentos de câmera que eram usados nos filmes da época. Ele sabe muito bem como usar o som, música e zoom da câmera para induzir profundamente a sensação de terror. O primeiro filme da franquia, The Conjuring, foi uma surpresa enorme pra mim. Virou um dos meus favoritos de todos os tempos no meio de vários fracassos que estavam sendo lançados. Como fã, fiquei feliz e triste ao mesmo tempo quando descobri que sairia o 2. Mas não me decepcionei. Apesar de ainda preferir o primeiro, a sequência não deixa a desejar. Antes de The Conjuring 2 ser lançado, ainda teve Annabelle, não considero da franquia por não ter sido dirigido por Wan porém a boneca aparece no primeiro filme. Não existe nada em The Conjuring 2 que já não tenha sido feito antes em filmes de possessão, mas Wan é muito bom no que faz e por isso os filmes se destacam dos outros. Não espere algo melhor que o primeiro mas pode ter certeza que é outro filme extremamente bom.

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Insônia

Eu estava aqui tentando lembrar como é dormir tranquilamente. Desde criança quando eu ainda morava com meus avós (era só eu e minha mãe) eu já tinha medo do escuro. Lembro que quando ela saía de noite eu ia lá me enfiar no meio deles, de medo. Eu dormia no mesmo quarto que ela. Sempre tive pesadelos e nunca consegui dormir com as luzes totalmente apagadas.
Até hoje preciso de tv, abajur ou da luz do computador. Acho que isso foi agravando com o tempo. Nunca me acostumei a acordar cedo, apesar de sempre ter estudado de manhã. Eu lembro que minha mãe me vestia enquanto eu dormia e me colocava na van pra ir pra escola. Quando saímos da casa dos meus avós eu ganhei meu primeiro quarto sozinha, não sei se foi bom ou ruim. Depois dessa época tive que me acostumar a dormir sozinha sem minha mãe (que começou a dormir com meu padrasto) e sem meus avós que não moravam mais comigo. Lembro que eu fazia eles dormirem de porta aberta e eu deixava a minha aberta também (era uma de frente pra outra). Acho que lá pelos 15 anos comecei a tomar remédios para dormir. Nessa época eu comecei a presenciar todos os tipos de distúrbios do sono. Eu via coisas, tinha paralisia do sono, sonhos lúcidos e tudo de ruim que pode acontecer quando a pessoa não consegue dormir bem. Uma vez fiquei tão traumatizada com uma paralisia do sono que tive na casa da minha prima (que estava em reforma e sem porta no quarto) que nunca mais consegui deixar nenhuma porta aberta. Até hoje tenho pânico de portas abertas.

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Uma coisa que sempre ouvi e escuto até hoje é pra tentar ficar sem dormir o máximo possível pra assim regular o sono ou cansar bastante durante o dia pra chegar à noite e dormir. Nunca adiantou pra mim. Posso estar com o corpo e a mente completamente em estado de exaustão que não adianta nada. Houve um tempo em que em certos períodos do dia eu conseguia dormir com mais facilidade, como depois de amanhecer e de tarde. Já que o dia estava claro o suficiente pra eu não precisar de nenhuma luz artificial pra não ficar no escuro. Eu nunca consegui um sono de qualidade durante a noite, mesmo com remédios o meu sono “não pega no tranco”. É o período que eu mais tenho pesadelos e paralisias do sono. Eu praticamente acordo de hora em hora desesperada com alguma coisa. Nunca dura. Se eu dormir antes das 2 da manhã eu vou acordar sem sono algum no máximo às 3 da manhã (horário amaldiçoado).

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Já tomei tudo quanto é tipo de remédio, inclusive indutores de sono e sedativos e sempre acordo umas 2 horas depois quando o efeito passa. Isso quando não dá efeito contrário e ataca minha ansiedade de uma forma monstruosa. Hoje em dia a maioria nem faz mais efeito. Já passei pela clínica do sono algumas vezes e fiz vários exames procurando uma explicação. Já tentei coisas como chás, apometria, acupuntura, meditação, magnésio e melatonina. Já tentei também músicas que estimulam o sono. Já tentei magia negra. Bruxaria. Exorcismo.

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Não consigo mais dormir muitas horas seguidas independente do horário. O sono é sempre conturbado e acordo muitas vezes. Não preciso falar o quanto o sono é importante e essencial na vida e na saúde (mental e física) da pessoa e que o horário certo para se dormir é infelizmente à noite. Não digo certo por ser imposto e sim pela saúde do corpo mesmo. A pessoa começa a ter vários problemas depois de uma vida trocando o dia pela noite. Não é nada saudável. E eu não estou falando de dormir o dia todo e não ter sono à noite, estou falando em não ter sono nunca. E quando ele vem é frágil, não dura e traz perturbações.

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Não importa quantas horas eu durma, sempre acordo com a sensação de não ter dormido nada. Vivo num estado constante entre ter muito sono pra ficar acordada mas não o suficiente para dormir. Acho que é uma das piores prisões que já me enfiei.

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Quando eu tinha só depressão era um pouco mais fácil dormir, tudo era melhor do que ficar acordado, não que hoje não seja, mas hoje tem a ansiedade de brinde pra fazer o inferno acontecer na minha cabeça sempre que encosto ela no travesseiro. Acho que eu seria outra pessoa hoje se meu sono fosse normal. É difícil manter o humor estável, a sanidade, a vontade de viver e até se alimentar bem quando o sono não é bom. Eu fico pensando muito por horas, o cansaço é cada vez pior. Irritabilidade alta sempre. Hoje em dia parece que é um cansaço que nem se eu dormisse por 5 mil anos passaria. Parece um ciclo sem fim. Um pensamento atropela o outro. Penso em tudo e em nada ao mesmo tempo. É tanta coisa passando pela cabeça que não dá pra diferenciar uma da outra. E é assim toda vez que tento dormir. É desesperador. A insônia pra mim é um tipo de tortura. Pra quem não sabe, a insônia não é só não conseguir dormir. É também não conseguir manter um sono contínuo e acordar o tempo inteiro. Um cérebro insone é um dos mais paranoicos e criadores de teorias da conspiração (principalmente aquelas que conspiram contra si mesmo). Eu evito totalmente deitar e tentar dormir sem estar completamente esgotada e fechando meus olhos. Isso é tentar suicídio pra mim. A gente pode se matar várias vezes sem morrer durante toda a vida. Quando eu deito pra dormir e em uns 30 minutos ainda não consegui eu já logo procuro algo pra fazer pra não entrar na espiral do horror que a insônia causa. Na maioria das vezes falho e não só entro como mergulho nela de cabeça.

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Acordar é meio que uma afronta, é sempre horrível. Talvez por isso eu tenha tanta dificuldade pra dormir, inconscientemente. Pra não ter que acordar depois. Nosso cérebro é uma armadilha e nos prega peças o tempo inteiro. Quando eu tenho compromisso aí mesmo que nem com uma porrada na cabeça eu durmo. As horas passam rápido e devagar ao mesmo tempo e o desespero em ver elas passarem e ter cada vez menos tempo pra dormir é quase que viciante.

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O meu sono é tipo um gato arisco, o melhor a se fazer é não pensar nele, respeitar o espaço e ignorá-lo. Pra daí sim ele vir até mim quando sentir que está na hora. Quanto mais pensar e tentar chegar nele, mais ele vai se afastar. Eu já desisti de muitas coisas pra poder dormir. Quem dorme mal entende e valoriza muito o sono quando ele vem. Tem que agarrá-lo com todas as forças. Quem deita a cabeça no travesseiro e simplesmente dorme não sabe a sorte que tem (ou sabe, mas não valoriza por ser algo natural). Espero um dia ter essa sensação. Acho que pode transformar a minha vida. Tem gente que diz “dormir é tão bom que nem acredito que é de graça”, pra mim custa bem caro e pago duas vezes. Uma tentando dormir e outra acordando. Se eu pudesse escolher um superpoder eu escolheria sem dúvida o poder de controlar o sono, pra conseguir somar ele e guardar pra usar depois. Pra conseguir ter noites tranquilas. Sem interrupções, pesadelos e assombrações. Por enquanto a cura que eu mais acredito é a sugerida pelo Hitchcock. Tem o vídeo lá em cima do post.

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Já fiz um post sobre paralisia do sono. Link aqui.

E outro sobre sonhos aqui.

 

Medianeras – Review

Oi!
Ontem estava passando os canais e acabei começando a assistir um filme que estava passando. No começo não dei muita bola mas depois de um tempo notei que estava completamente presa a ele. Sou muito fã de filmes estrangeiros e a maioria deles me marca de alguma forma.

Medianeras (Sidewalls, 2011) – Escrito e dirigido por Gustavo Taretto, o filme se passa em meio ao caos de Buenos Aires e conta a história de duas pessoas particularmente neuróticas e bastante solitárias que foram feitas uma para a outra e são basicamente vizinhas e apesar de se cruzarem várias vezes, nunca se encontraram.

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Martin é agorafóbico e Mariana tem fobia de elevador. Me identifiquei muito com ambos. Retrata muito bem como o isolamento urbano e a internet aproximam e afastam as pessoas de uma maneira que chega até a ser perturbadora. Mostra bem a solidão vivenciada pelas pessoas nas grandes metrópoles. Acho que é muito fácil se identificar e compreender o filme pois descreve bem a realidade de alienação da era atual da internet. A solidão cotidiana em meio a arquitetura (que é muito bem explorada) é muito familiar. Mariana menciona várias vezes os livros de “Onde está o Wally” e isso me chamou atenção logo de cara. Já tive todos eles e sempre gostei muito. Fora que na cena final do filme, Martin, está vestido exatamente como Wally. Como não amar um filme com uma sacada dessas?

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Beijos.

Tabacaria – Fernando Pessoa

Oi, hoje só quero deixar um poema aqui.

“Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.
Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Gênio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim…
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas –
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chava, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.
(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)
Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.
(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno – não concebo bem o quê –
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)
Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente
Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.
Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.
Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,
Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.
Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.
Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.
Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.
(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.”

Álvaro de Campos, 15-1-1928

Esclarecimentos

Oi,

Estou escrevendo esse post pra quem gosta de mim e não pra quem só faz esforço pra apontar o dedo e jogar os outros na fogueira, porque esses não querem saber a verdade. Só querem espalhar ódio.
Sempre existiu muita gente me odiando na internet pelos motivos mais banais possíveis, como “prega uma beleza irreal mas já fez plástica”, “faz as meninas se sentirem mal por não serem como ela”, as coisas foram saindo de controle e agora são acusações graves como nazismo.
Por que eu nunca me pronunciei? Eu sou uma mulher adulta agora e na minha cabeça não faz o menor sentido julgar alguém pelas coisas que fez antigamente. Sempre falei que fiz de tudo na vida tanto é que hoje em dia sou totalmente reclusa, fechada e cheia de problemas. Tenho uma tattoo que fiz quando era muito nova de uma caveira que parece uma totenkopf, mas que na verdade não significa algo de cunho exclusivamente nazista. Várias bandas, exércitos (não nazistas) e outros artistas usam o mesmo símbolo. Se derem uma pesquisadinha vão encontrar.

 

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“Por que eu nunca cobri ou removi a tattoo?” Justamente por ser uma caveira que tem outro significado na sua simbologia e pra mim nunca teve um significado relacionado ao nazismo. Eu adoro caveiras tanto que meu braço esquerdo é praticamente fechado só com caveiras e pra mim ela sempre foi só mais uma e nunca me trouxe problemas. Fora que nunca postei foto dela e simplesmente tiraram prints horríveis de vídeos em que ela é apenas um borrão e editaram no photoshop pra fazer uma montagem.

Eu sempre me interessei pela história de todas as guerras e revoluções no geral e desde nova li muito sobre todas essas coisas. Principalmente porque desde os meus 14 anos eu escuto black metal e nesse meio muitas bandas abordam essa temática.

Preciso lembrar aqui que esse ativismo todo e os justiceiros virtuais começou há muito pouco tempo. Não existia nada disso antigamente e esses grupos de punks, skinheads e coisas do tipo eram mais comuns do que vocês podem imaginar. Apesar de hoje em dia parecer um absurdo. Conheço gente que há menos de 2 anos estava pregando ódio na internet contra negros, gays, gordos e todas essas coisas e hoje em dia se arrepende totalmente. Eu nunca preguei isso na internet e isso aconteceu numa época que nem existia rede social direito. Estou falando de uns 12 anos atrás. Quem é um pouco mais velho sabe do que eu estou falando. E quem já foi perdido na vida sabe também que a pessoa às vezes se enfia em qualquer grupo pra se sentir aceita e fazer parte de alguma coisa mesmo sem fazer ideia do que está fazendo.
Eu já me relacionei com um “skinhead” no passado, ele não era esse tipo de skinhead nazista, era outro tipo (se você não sabe, o verdadeiro skinhead não é nazista). Mas na época acabei conhecendo tudo que é tipo de gente. Não permaneci nisso nem por 6 meses e faz mais de 10 anos.
São coisas do meu passado que enterrei no fundo de mim e pra mim não existem mais. Eu não sou essa pessoa, na verdade nunca fui. Por ter vivido várias coisas hoje eu sei exatamente quem eu sou e o que é ou não pra mim.
Mas agora as pessoas pegam qualquer coisa que já falei na tentativa de me demonizar e fazer com que eu pareça algum tipo de monstro.
Tweets meus falando sobre chocolate branco, falando que não gosto de pegar sol, ironizando pessoas que me mandam pegar sol e coisas do gênero. Já fiz muitos tweets agressivos mas sempre fazendo referência aos filmes de terror que gosto muito e misturando com atitudes que me incomodam. Levar para o sentido literal e usar isso pra fazer com que eu pareça um monstro é de uma ignorância sem tamanho. As pessoas fazem esse tipo de tweet até hoje. Existe até um perfil fake no yahoo respostas falando absurdos usando meu nome. Já postei bastante coisa no meu tumblr sobre guerra e sobre filmes com esse tema, principalmente American History X que é um filme muito bom que passa uma mensagem de total arrependimento e anti nazista e grupos de ódio.
Tenho um amigo que tinha uma coleção enorme de artefatos antigos sobre guerra e coisas do tipo e a gente sempre se vestia das coisas e tirava fotos. Que por sinal nunca foram postadas por não serem sérias. Hoje vi que divulgaram uma foto minha com uma faca dele de mais de 10 anos atrás. Eu nunca postei essas coisas e nem agi da forma como estão tentando espalhar por aí. Muita gente me segue desde que criei meu Twitter (2010) e sabe que nunca me comportei dessa forma. Tenho sim tweets ácidos mas nunca sendo nazista ou racista. Estão me colocando no mesmo patamar de estupradores e assassinos. Eu nunca nem agredi uma pessoa. Nunca nem presenciei algo do tipo. Já inventaram até que apanhei sendo que nunca apanhei na vida nem dos meus pais. Eu acho um absurdo ter que explicar e expor essas coisas. Todo mundo tem o direito de não querer falar sobre certas coisas. Mas só porque a pessoa tem uns seguidores a mais todo mundo acha que tem o direito de exigir explicações e tentar te envergonhar achando qualquer vacilo teu.

Eu não tenho mais muito o que dizer, já estou indo contra tudo que eu penso me justificando e expondo uma parte da minha vida que não gosto de lembrar nunca e morro de vergonha. Mas a internet hoje em dia tá assim né? Lutam contra o “ódio” pregando mais ódio ainda.

#paz

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Autoestima

Oi,

Eu estava em dúvida entre fazer um vídeo ou um post sobre esse assunto e decidi fazer um post aqui porque acho que me expresso melhor escrevendo. É muito delicado e influencia diretamente no comportamento e na vida de todo mundo. A autoestima é um castelinho que a gente tem que construir com as nossas próprias mãos desde o começo. Na minha opinião a ajuda dos outros só serve pra alimentar o ego e talvez mascarar o que cada um pensa sobre si mesmo porque no fundo só o que a gente pensa quando está sozinho é o que realmente importa e pesa. Não adianta receber elogios e ouvir repetidamente dos outros o quanto tu és bom, bonito, inteligente, interessante se no fundo tu não acreditas nisso. É muito importante acreditar em si mesmo (cegamente) porque no mundo sempre vai ter gente querendo te desmerecer (muitas vezes tu mesmo) e tu precisas ser muito forte pra nunca deixar que isso te abale. Uma das coisas mais essenciais que todo mundo precisa aprender e levar para a vida é que cada um é especial da sua maneira. Não adianta se comparar e comparar sua vida com a vida dos outros porque isso é um veneno que vai te corroer por dentro e fazer com que tu nunca percebas o teu valor. Eu sempre digo que a pessoa não deve querer ser como a outra e sim buscar sempre ser a melhor versão de si mesma. Estamos em constante evolução e ficar se comparando com os outros só vai te atrasar, te frustrar muito e te deixar cada vez mais infeliz e insatisfeito. Eu sou uma das pessoas que se cobra muito e nunca acha que está bom o suficiente. Em todos os aspectos. Uma pessoa com autoestima boa vai ser sempre julgada e sempre vão tentar acabar com isso porque a maioria das pessoas não sabe lidar com alguém que se gosta e busca melhorar sempre. Acho que desde sempre deveria ser ensinado como é importante se amar e se valorizar em primeiro lugar. As pessoas estão crescendo cada vez mais influenciadas e longe delas mesmas. Os relacionamentos estão cada vez mais puxados para alimentar o próprio ego do que para o amor e crescimento mútuo. Não só amorosos, mas até em amizades. Não deixe nunca sua autoestima nas mãos de outra pessoa, ainda mais pessoas estranhas. Insegurança, falta de confiança em si mesmo e procura por aceitação é um ciclo muito fácil de entrar e difícil de sair. Quando a pessoa começa a enxergar o próprio valor fica impossível permanecer perto de quem não enxerga. A gente vive rodeado de pessoas que querem nos ver mal ou bem mas nunca melhor do que elas.

“That’s what real love amounts to – letting a person be what he really is. Most people love you for who you pretend to be. To keep their love, you keep pretending – performing. You get to love your pretence. It’s true, we’re locked in an image, an act – and the sad thing is, people get so used to their image, they grow attached to their masks. They love their chains. They forget all about who they really are. And if you try to remind them, they hate you for it, they feel like you’re trying to steal their most precious possession.”
-Jim Morrison

Quando uma pessoa se aceita, ela começa a aceitar os outros como realmente são. Sem julgamentos, sem jogar as próprias frustrações em quem não tem culpa. Sem idealizar pessoas perfeitas porque no fundo sabe que todo mundo tem falhas e passa pela mesma luta todos os dias. Não deixe nunca pessoas que não fazem nada por ti te controlarem de alguma forma. Se enxergue sempre pelos teus próprios olhos e não pelos olhos de quem não reconhece o teu valor. A mudança tem que começar de dentro pra fora. Nada adianta mudar sua casca se por dentro vai continuar da mesma forma. Mudando por dentro tudo por fora começa a mudar e a fazer sentido. Não existe segredo e nem receita de bolo. Não existe uma cura milagrosa. É uma construção diária que constantemente vai ser abalada por coisas externas. Principalmente nos dias atuais. Construa seu castelo e transforme ele numa fortaleza.

Beijos.

Lola Cosmetics e Flattummy Tea


Oi,

 

Hoje resolvi falar sobre algumas coisas que usei recentemente e que bastante gente ficou curiosa a respeito. Esses tempos me indicaram e falaram muito bem dos produtos da Lola Cosmetics e resolvi comprar alguns para testar. Como gostei muito vou indicar aqui pra vocês. Eu comprei o shampoo e o condicionador da linha “Todo cabelo merece um Volumão” e a máscara Dream Cream.

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Eu amo volume nos cabelos e me interessei logo de cara. Já percebi uma diferença na hora em que estava lavando. Senti que os fios deram uma encorpada e gostei bastante do cheiro também. Além de dar volume aos cabelos, essa linha hidrata e repara as pontas. A máscara de tratamento é milagrosa e deixa o cabelo muito macio e brilhoso. Eu apliquei ela entre o shampoo e o condicionador e deixei por alguns minutinhos. Ela é uma máscara hidratante que serve tanto pra quem está com alguns problemas capilares quanto pra quem não tem. Acho que todo mundo deveria ter uma. Ela rende bastante. Tirei uma foto dela aberta também:

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Eu me importo muito com o cheiro das coisas, por isso sempre falo disso. Eu amei o cheiro desses três produtos e fiquei com o cabelo muito cheiroso como eu gosto.

Outra coisa que gostei bastante é do Flattummy Tea. Eu recebi dois pacotinhos: um é o Activate e o outro é o Cleanse para tomar respectivamente de manhã e à noite.

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A proposta dos chás é acabar com a retenção de líquido e diminuir aquele inchaço horrível. Eu vivo com a sensação de estar explodindo depois de comer. Eles são assim:

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Nunca tinha feito chá sem ser de saquinho e tive que aprender. Eles são muito gostosos. O Activate tem: Peppermint, Lemon Balm, Liquorice, Dandelion, Cleavers, Fennel, Green Tea, Caraway e Cardamon. E o Cleanse: Senna, Peppermint, Cassia Chamaecrista, Liquorice, Caraway, Dandelion e Rhubard.

Como eu sou toda errada eu perguntei pro meu médico se teria algum problema em tomar (porque preciso ganhar peso e não perder) e ele checou e disse que tudo que tem neles faz bem e que posso tomar sem problemas.

*lembrando que sempre que eu indico algo significa que já testei e que uso, independente de ter comprado ou recebido. Jamais indicarei coisas que eu não usaria e que não fazem o meu estilo.

Qualquer dúvida e se quiserem indicar mais produtos para os cabelos dessa marca ou de outra deixem nos comentários. Beijos.

Batons escuros favoritos

Oi.

Hoje vou mostrar meus batons escuros que mais gosto e uso e sempre me pedem nas fotos.

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(Chucky está usando o Marronli.)

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O primeiro da minha mão é um líquido matte da Vult cor 12. Ele é um roxo bem bonito e vai ficando mais escuro se passar duas ou três vezes. A cobertura é boa e fica sequinho na boca. O cheiro é bem de batom mesmo.

O segundo é o Diva da MAC, é um vermelho escuro/vinho matte, não fica tão sequinho quanto o Ruby Woo mas a cobertura é ótima e pra atingir a cor não precisa passar muito.

O terceiro e o quarto são da Evie Dee Cosmetics. O quarto é o Blood Red Moon, um  vermelho escuro muito lindo, os batons da marca ficam muito sequinhos na boca, não transferem nada e o cheiro é bem gostosinho. O terceiro é o Earth, que é um dos meus favoritos porque estou numa vibe meio batons marrons. Ele é muito bonito.

O quinto e o sexto são da Lime Crime e ambos são bem pigmentados, logo já pega a cor e o cheiro também é gostoso. O primeiro é o Salem que é um marrom lindo e um pouco mais quente. O segundo é o Black Velvet que é o meu preto favorito no momento. São bem sequinhos e tem duração boa.

O sétimo é um que tenho usado bastante que é o Marronli da Quem Disse Berenice. Os tons variam de quantas camadas passar e é um marrom mais claro puxado pro laranja. Fica bem sequinho, dura bastante e eu acho muito perfeita a cor. Principalmente agora que escureci meu cabelo.

O oitavo é o Jetes da Dailus. É um marrom mais escuro e bem pigmentado. Fica sequinho mas depois de um tempo esfarela um pouco.

Os dois últimos na fileira de baixo são da Eudora. O primeiro é o Marrom Destaque, que é um marrom escuro e quente, fica muito maravilhoso na boca, a cobertura é ótima e também fica bem sequinho. E o segundo é o Cabernet que é um vinho bem lindo também. Nunca tinha usado nenhum batom da marca e gostei muito.

 

Esses são os batons escuros que mais estou usando no momento. Espero que tenham gostado. Qualquer dica ou dúvida é só deixar nos comentários. Beijos.

 

Stranger Things – Review

Oi.

Esse fim de semana terminamos Stranger Things no mesmo dia em que começamos. Por isso vamos indicar pra vocês.

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Stranger Things – Série original da Netflix dos diretores Matt and Ross Duffer (Duffer Brothers) esse sci-fi horror traz muita nostalgia para quem é fã de filmes dos anos 80. A história acontece em 1983 e gira em torno do desaparecimento misterioso de Will (Noah Schnapp). Will faz parte de um grupo de amigos composto por ele e mais 3 garotos que saem a procura dele. Se você é fã de filmes como The Thing, Poltergeist, E.T., Alien, Freaks and Geeks, Carrie, Stand by Me, The Goonies, Close Encounters of the Third Kind e outros semelhantes eu não tenho dúvidas que a série foi feita pra você. Me remeteu até The X-Files que é a minha série favorita da vida e também Twilight Zone. Stranger Things foi pra mim o que Super 8 não conseguiu ser. O elenco fez seu papel perfeitamente. Principalmente as crianças. Winona Ryder também está no elenco adulto da série. Stranger Things é um aglomerado de referências do cinema atual e da década de oitenta, com referências tão claras de clássicos da ficção científica nos elementos primordiais de composição: cenário, figurino e principalmente a fotografia. A fotografia é perfeita, muita cor, muita composição de luz, muito trabalho sinergético de temperaturas, mas periodicamente trazendo mais a tonalização fria aos ambientes de ação e clímax. Mas vamos começar pela abertura: que abertura absurda. Ela é linda, limpa, harmônica e submerge tanto à uma sensação quase que subconsciente a um tempo que não volta mais. Não importa se você não nasceu na década de oitenta. Ela nos remete à uma impressão analógica e particularmente me lembrou muito as aberturas de filmes em VHS (bom, se você nunca assistiu nada em VHS talvez não te remeta a nada mesmo, mas o movimento do título é típico de um cinema hollywoodiano que eu não vejo mais e que eu tenho medo que não volte). A trilha sonora vai de jefferson Airplane, Peter Gabriel numa versão maravilhosa de “Heroes” do David Bowie a The Clash, New Order, Joy Division e mais algumas bandas incríveis que trazem toda a década de 80 à trilha da série. Só pela trilha ela já vai te convidar logo no primeiro episódio. Todas as referências literárias, cinematográficas e habituais de Stranger Things dialogam com fidelidade à estética anos 80 – low tech – nerd. É perceptível encontrar referências de David Lynch na forma de se criar suspense e até a própria narrativa do desenrolar da história remete muito a Twin Peaks. Trabalhando com um lado sobrenatural desconhecido e não-terrestre. Algumas cenas específicas dos episódios finais nos trazem de imediato “Under The Skin” de 2014 do Jonathan Glazer na cabeça; um filme muito atual e que é bem nítida a semelhança referencial tanto do enredo da cena quanto do cenário e, obviamente, os planos, cortes e movimentos. Praticamente idênticos.

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Sobre a atuação a Winona Rider tá incrível, como sempre. Mas o que encanta é o relacionamento das crianças, como elas são fieis e como a série mostra a sabedoria genuina que todos temos dentro da gente durante a infância e como ela nos transporta à um sentido de amizade que se perde no decorrer do tempo. Quanto mais envelhecemos menos compreendemos o real sentido da amizade, porque o material, o dinheiro e os interesses pessoais passam a ser prioridade e muito mais importantes do que o coletivo e as pessoas que nos cercam. São 3 personagens extremamente fortes, em qualquer que seja o sentido: literal, figurado, o que for. Eles são personagens com uma presença, carisma e fidelidade à infância extraordinários. E quem já trabalhou ou já presenciou o quanto é difícil trabalhar com crianças no cinema sabe que fazer uma série com três como personagens centrais não é tarefa simples. É uma série com tantos elementos recordáveis, com uma essência tão sentimental e quase íntima pra quem viveu durante esse tempo ou pegou a época das fitas em VHS, locadoras, jogos de RPG de mesa, fitas cassete, walkman… conseguindo conquistar até mesmo o público mais jovem resgatando um lado puro e essencial da diversão, da brincadeira e dos jogos: a imaginação. Algo primordial que se perdeu muito na atualidade, onde estamos cercados por telas, imagens e jogos de qualquer tipo que acaba se tornando uma fonte anestésica, atrofiando a imaginação e o quão eufórica e intensa ela pode ser. Confesso que é uma série que emociona não pelo tema, nem pela narrativa ou pelo desfecho, mas pelo que ela propõe: resgatar uma sensação que não vai voltar mais. E por saber disso e ter vivido é que tudo fica mais triste. Parece que a gente anda cada vez mais perdendo o gosto pelo toque (que não seja uma tela), pelo movimento e pela simplicidade das coisas.

Me contem nos comentários o que acharam ou estão achando da série. Beijos.

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Débora e Luca

Escondidinho de leite ninho com nutella

Oi.

Esse fim de semana fiz escondidinho de leite ninho com nutella e muita gente me pediu a receita. Lá vai:

Pra fazer a parte branca precisa de uma lata de leite condensado, 3 colheres de leite ninho e manteiga (um pouquinho só). Depois é só colocar na panela e mexer até ficar com o ponto de brigadeiro. Depois disso é só montar. Primeira camada é com o brigadeiro de leite ninho, depois nutella, depois brigadeiro de novo e por cima pra finalizar é só colocar um pouco de leite ninho mesmo. Dá pra fazer quantas camadas quiser.

Perguntaram também se fica enjoativo e se é muito doce. Fica bem doce mesmo mas não achei enjoativo. Fica tão gostoso que não dá pra parar de comer até acabar. Só de lembrar da existência na geladeira já causa um desconforto na mente porque você precisa simplesmente comer tudo.

Depois me contem o que acharam. Beijos.

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Meu cabelo novo

Oi!

Já faz um tempo que comentei que estava cansada de ser loira e meu objetivo sempre foi voltar pra minha cor natural quando isso acontecesse. Quem já me acompanha por um tempo deve lembrar como era (tem no começo do meu instagram). Uma foto antiga de quando ele era natural antes de eu ficar loira:

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Eu já não aguentava mais fazer raiz e cabelo loiro sempre que cresce 1 segundo já fica com um risquinho preto lá em cima. Gosto do cabelo saudável sempre e boto isso em primeiro lugar. Então passei uma tinta do tom do meu cabelo e ficou um pouquinho mais claro porque estava loiro. O número da tinta é 6.34 e a marca Loreal.

Ficou assim:

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Além disso me perguntaram bastante sobre o que estou usando pra hidratação. Antes eu usava os produtos específicos para cabelos loiros e já indiquei aqui no blog todos. Agora estou usando a linha Miracle da Truss.

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O shampoo e o condicionador recuperam a elasticidade e resistência dos cabelos, são anti-aging e possuem brilho 3D. O condicionador também reduz o frizz e deixa ele bem macio. São cheirosos demais e o cabelo fica bem limpinho. Tem proteção da cor também.

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A máscara Miracle eu uso junto com a Microspheres Emerald (2 borrifadas junto) e trazem de volta o brilho dos cabelos. A máscara tem uma hidratação bem intensa e recupera os danos nos fios. Ela também ajuda no crescimento e diminuiu a perda de colágeno.

Recentemente a Truss lançou uma linha masculina para bigode, cabelo e barba e uma das pomadas serve pra mulheres também. Ela é em pó e serve pra dar mais volume nos cabelos e pra fazer penteados. Eu estou usando ela pra ter mais volume.

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Vou deixar aqui os links que falei sobre tintura:

As duas vezes que fiquei ruiva: aqui

Loiro 1: aqui

Loiro 2: aqui

Qualquer dúvida perguntem. Beijos.

 

 

 

Filmes baseados em histórias reais

Oi, pessoal. Tô passando aqui pra indicar dois filmes baseados em histórias reais que assisti recentemente: An American Crime e 3096 Days. Os dois estão disponíveis na Netflix e são bastante angustiantes.

An American Crime, protagonizado pela Ellen Page, conta a história de duas meninas que foram deixadas pelos pais aos cuidados da mãe de umas colegas da escola enquanto os pais estavam viajando a trabalho. O desenrolar da história é extremamente perturbador e revoltante. É um daqueles filmes em que a gente se pergunta como a humanidade consegue ser tão inacreditável e cruel com a sua própria espécie. Não somente pelo lado físico, mas principalmente pela pressão psicológica e traumática que o filme te faz submergir.

PS: esse filme remeteu muito a uma experiência artística incrível feita pela artista performativa Marina Abramovic que nos gera, no mínimo, uma reflexão absurda sobre o comportamento e a maldade humana. Link do vídeo: aqui. (Infelizmente só esta disponível o vídeo com legenda em inglês e áudio em inglês, ou um outro vídeo falando sobre a performance com áudio em espanhol; aqui).

 

3096 Days é um filme sobre os 3096 dias em que Natascha Kampusch ficou presa em cativeiro pelo lunático Wolfgang Přiklopil. É angustiante ver, mesmo que através de um filme ficcional, o que a menina passou. Perdendo praticamente toda a sua infância e adolescência trancafiada em um cubículo sem luz natural alguma, somente com uma entrada de ar, sem janelas, passando fome e sendo cruelmente abusada pelo seu sequestrador, principalmente de forma psicológica.

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Bite – Review

Oi pessoal,

Hoje passei aqui pra indicar um filme que quando foi lançado várias pessoas saíram da sala de cinema e vomitaram porque não aguentaram a nojeira. Nem preciso dizer que quando ouvi falar já fiquei louca pra assistir. É exatamente meu tipo de filme.

Bite (2016) – Do diretor Chad Archbald, Bite conta a história de uma noiva que sai em uma viagem com amigas para uma “despedida de solteira” onde acontecem algumas coisas inesperadas como uma noite em que ela não lembra muito bem o que fez com um estranho e também uma picada inocente de um inseto. Ela volta pra casa insegura a respeito do casamento e pra piorar tudo ela ainda perdeu a aliança na viagem. Antes de conseguir contar ao noivo como se sentia, ela começa a observar sintomas e mudanças no corpo. Primeiro uma infecção monstruosa na picada e ao longo do filme mais sintomas como audição super aguçada, pele caindo, começa a vomitar ácido e ovinhos nojentos começam a sair dela. Ela passeava com o cachorro de um vizinho idoso e depois que começou a mutação ele não quis mais sair com ela. Filmes que transformam as pessoas em coisas ou que deixam elas com doenças bizarras são meu gênero favorito de terror depois de possessão demoníaca. O diretor conseguiu misturar bem a parte psicológica dos personagens com a parte gore e nojenta do filme. Não focando somente em uma delas, pois acabaria deixando seu enredo muito raso. Posso citar outros filmes que gosto nesse estilo como Contracted (1 e 2), The Fly (1986) e Bug (2006). O começo do filme é meio chatinho e parece que vai ser mais um clichê. Mas a partir do momento em que ela volta pra casa ele começa de verdade. Eu daria uma atenção mais minuciosa aos detalhes da direção de arte do filme. O trabalho de cenário e maquiagem ficaram impecáveis. Com o passar das cenas, cada plano do filme vai ficando mais angustiante perante as transformações da protagonista. Pra quem tem estômago fraco é bom ficar preparado, mas dificilmente você estaria aqui me lendo se tivesse.

Beijos.

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Batons líquidos matte: Mahogany

Oi pessoal, hoje vou mostrar pra vocês as 5 cores dos batons líquidos matte da Mahogany.

imageEu fiquei apaixonada por todas as cores e o cheirinho é muito bom. Achei bem fácil de passar e não precisa de muitas camadas pra atingir uma cor bonita e uniforme. Apesar de não ficar totalmente seco na boca ele dura bastante e também não “quebra”.

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Da esquerda pra direita: Fiesta, Berinjela, Cognac, Sweet Peach e Cayenne.

Eu fiquei completamente apaixonada pelo Cognac, estava procurando uma cor parecida. Deixem comentários com o favorito de vocês.

Beijos.

 

The Witch – Review

Oi, pessoal.

Pra essa sexta-feira 13 eu decidi indicar um filme que assistimos recentemente.

A Bruxa (The Witch) dirigido por Robert Eggers se passa na Inglaterra durante o ano de 1630, narrado pela personagem Thomasin. Uma família se muda para uma casa isolada, onde cria alguns animais e cuida de uma pequena plantação. Coisas misteriosas e sombrias começam a acontecer no decorrer do filme, como a morte da plantação da família, o comportamento malévolo dos animais e o desaparecimento de um bebê do casal.

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O filme tem uma estética muito sombria e própria. Ele não passa nem perto dos filmes de terror convencionais. O lugar, o comportamento dos personagens, a postura dos animais, a velocidade dos diálogos, a intensidade do ritmo de montagem e a crescente perturbação que atormenta o clima inteiro durante o filme mostram na prática que o terror pode ir além da receita de bolo onde o espectador já consegue esperar o que vai acontecer e o que pode acontecer somente pelo crescente e decrescente da trilha sonora ou do movimento de câmera. Não é ruim, mas é manjado, é batido e passa a ser previsível. O filme é pesado em todos os aspectos, desde a sua narrativa até a própria locação. Quando me refiro a pesado, não estou me referindo a ser um lugar sombrio, assustador ou qualquer outra coisa que se assemelhe a locais obscuros. Não é. Ele é realmente pesado, há um peso no ar durante o filme inteiro e é aconselhável que se esteja entregue ao clima que ele traz; por isso indico que não assista a esse filme comendo ou fazendo qualquer outra coisa que te tire a atenção de algum modo, porque ele não pretende te prender. Ele é convidativo, tudo nele convida, mas nada te prende. E isso é o que deixa tudo mais interessante nele. A floresta que envolve a casa da família, principalmente durante a noite, se torna o elemento central de mistério e apreensão. Não vamos falar sobre sustos e suspenses pré definidos e compactados do terror convencional porque isso já foi bastante discutido desde o seu lançamento. Porém, diferentemente disso podemos afirmar que ele tem uma intensidade muito, mas muito mais assustadora e perturbadora do que qualquer outro filme recente do gênero. Ele próprio, em todo o seu enredo, é originalmente e envolventemente perturbador. Não é um filme pra matar a tua vontade de chocar. Ele não é chocante, não tem uma linha pré definida do clímax e não vai te preparar pra nada. Ele não tem essa pretensão. A trilha é arrepiante e algumas cenas arrepiam a espinha. Não por susto ou por espanto. Ele dá medo. Ele te transporta a um universo mais macabro e a um mistério desolador. Ele não se embasa na superficialidade do terror, que pra chocar e assustar, precisa ser excentricamente superficial e raso. Porque é anestésico. The Witch não tem essa pretensão. A maior pretensão desse filme é a densidade profunda a qual ele te transporta. E isso é muito mais do que um modelo pré meditado de suspense ou do gênero cinematográfico que tem como base central a elevação e a decadência do clímax a todo o momento durante o filme. O filme começa no clímax e termina com esse clímax, de forma sutil e envolvente. Esse é o charme e a beleza primordial dele: o mistério como base narrativa, não como base secundária para o clímax, mas como essência para toda a trama.

tumblr_o6s37eBwwa1utsakio1_400 tumblr_o6s37eBwwa1utsakio7_400 tumblr_o6s37eBwwa1utsakio9_400

“Black Phillip, Black Phillip
A crown grows out his head,
Black Phillip, Black Phillip
To nanny queen is wed.
Jump to the fence post,
Running in the stall.
Black Phillip, Black Phillip
King of all.

Black Phillip, Black Phillip
King of sky and land,
Black Phillip, Black Phillip
King of sea and sand.
We are ye servants,
We are ye men.
Black Phillip eats the lions
From the lions’ den.”

Luca Gebara e Débora Cechetto

Linha Chocolate Gold: Truss

Oi pessoal, passei aqui hoje pra mostrar o que mais estou gostando de usar no cabelo ultimamente. Primeiro o que mais gostei foi o cheirinho bom de chocolate, depois fui notando a diferença no cabelo. É a linha Chocolate Gold, da Truss. Tenho o shampoo, condicionador e a máscara de tratamento.

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Além de proteção da cor, o Kit possui ativo tecnológico, que proporciona gloss de brilho com efeito 3 D e hidrata os fios. O shampoo é cheio de brilho. Muito lindo. Eles são de uso diário e a máscara eu uso uma vez por semana.

Contém: color protection, queratina, agentes hidratantes, pantenol, óleo de avelã.

Outra coisa que salva a minha vida é o Fluid Shine:

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É um ativador de brilho que bloqueia a umidade e aumenta a hidratação dos fios. O cabelo fica lindo depois de usar. É um ótimo acabamento.

Essas fotos eu tirei depois de usar tudo:

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Essa o Chucky tirou depois de usar:

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Minha camiseta é da loja Trick and Treat e se usar #dcechetto tem desconto.

Beijos.

Gatos e Pires

Oi, pessoal!

Sei que muitos aqui compartilham meu amor pelos gatos e também possuem gatos em casa, por isso sempre que “descubro” algo importante eu venho aqui contar para vocês.

O Castiel desde muito tempo joga a ração pra fora do pote pra comer. Eu achei engraçadinho no começo e pensei ser só uma mania dele, principalmente porque se conversar com qualquer dono de gatos vão confirmar algo do tipo ou então que eles ficam do lado do pote pedindo comida mesmo quando ele não está vazio. Na verdade não é birra, nem nada do tipo. Os bigodinhos deles são extremamente sensíveis e é totalmente incômodo para eles comer encostando eles na comida. Muitos gatos também sempre colocam a pata na água antes de beber e eu sempre achei a coisa mais bonitinha ver o Castiel fazer isso, mas de novo não é bonitinho. Como os bigodes e o narizinho são muitos sensíveis, eles fazem isso para ver quão cheio está o pote para não molhar o narizinho. Mesmo sabendo dessas coisas, os pet shops em sua maioria vendem potes fundos e totalmente errados para eles.

Eu descobri isso porque uso dois potes: um para ração normal (que é junto com a água e que dá pra colocar uma garrafinha pra nunca acabar) e o outro é um bem rasinho que deixo lá na sacada pra quando dou sachê pra ele e notei que com o pote mais raso ele não faz isso. Então fui pesquisar e descobri que o melhor lugar para comprar potinhos de comida para seu gato não é no pet shop e sim em lojas de utensílios de cozinha, no caso pires. Pires são os melhores pratinhos de comida que seu gato pode ter, além da fonte de água corrente para beber água.

Sei que muita gente já deve saber disso mas resolvi compartilhar. Já que o gato pode estar comendo menos do que deve por causa do empenho do pote. Outra coisa comum no comportamento dos gatos é sempre deitar em cima do teclado do computador, notebook ou seja lá o que for, Ele faz isso simplesmente porque viu que estamos dando mais atenção pra alguma coisa do que pra ele. E isso é um absurdo. Afinal, como eu sempre digo: a gente não adota um gato, o gato que adota a gente.

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IMG_2163Foto por Luca Gebara

IMG_6096 Desenho por Paula Milanez

Deixem comentários sobre coisinhas que só loucas(o) dos gatos vão entender. Beijos.

The Visit – Review

Oi, pessoal.

Sempre assisto vários filmes no fim de semana, mas só posto aqui os que eu acho que valem a pena indicar.

Ontem, um dos filmes que assistimos nos surpreendeu porque fazia muito tempo que eu não levava susto com filmes. Do mesmo diretor de “O Sexto Sentido”, (Shyamalan) The Visit é um filme no formato Found Footage, (o que trouxe um ar bem interessante ao filme e funcionou extremamente bem com o que se propôs) que nos faz parecer que o tempo todo é filmado por dois irmãos que são os protagonistas.

Becca e Tyler, que são os dois irmãos, estão indo passar uma semana na casa dos avós que eles nunca viram porque a mãe saiu de casa durante a adolescência e nunca mais teve contato com os pais. Porém, desde o início da estadia os irmãos começam a perceber situações e comportamentos muito estranhos nos seus avós.tumblr_o404giJgFL1qi5n7no1_1280Pra gente, o mais interessante no filme além do enredo da história, por somar dois perfis que particularmente são os mais delicados para terror: a infância e a velhice; é a forma que ela é conduzida. O filme nos traz a sensação de que o tempo todo ele está sendo filmado com um único propósito: ser parte de um documentário dirigido pela irmã mais velha.

O mais interessante é que o filme permanece com uma qualidade de imagem, luz e cor muito boas e nada que se renda esteticamente ao estilo found footage além da sua linguagem. Então nada disso quebra o clima cinematográfico tradicional ou se arrasta em demasia como algumas pessoas sentem ao se depararem com filmes desse formato (se alguém tem preconceito com filmes nesse estilo seria legal dar uma chance a esse, pois ele nada tem a ver com o found footage convencional). Ao contrário do que é esperado, o estilo documental do filme humaniza mais ainda a reação dos protagonistas e a atuação dos atores, mas sem o ar de amadorismo que geralmente é a característica primordial do formato. O que também chama a atenção é como o filme consegue trabalhar com humor, (por mais clichê que seja o comportamento do irmão mais novo, ele consegue tirar muitas risadas e cativar ao mesmo tempo) sem perder em momento algum o propósito com o terror. O que é bastante difícil, porque geralmente o humor nos filmes de terror acaba por transformar o filme numa porcaria. E se alguém precisa de mais um motivo pra dar uma chance ao filme, lá vai: é um daqueles filmes com o final imprevisível. Geralmente a gente já tem uma ideia de como a trama do filme vai se encaminhando, mas aqui nós estamos lidando com o cara que fez o Sexto Sentido, e por mais que não seja nem metade do quão envolvente o filme seja, ele nos traz o filme todo novamente pela cabeça, desde o seu início, pra podermos digerir melhor o seu final.tumblr_o37qp3Pr6U1u8vtiuo1_r1_1280tumblr_o45blq2bnj1vnclugo1_500

Beijos.

 

Débora e Luca.

Velvetines – Lime Crime

Oi pessoal, hoje passei aqui pra mostrar esses 3 Velvetines da Lime Crime que recebi esses dias e me apaixonei muito, principalmente por um deles. Desde que ouvi falar da marca fiquei louca mas sempre deixei pra depois e acabei nunca indo atrás, ser de fora colaborou com isso. Hoje em dia várias lojas daqui devem vender se procurar. Eu recebi da Dolls kill. Eles fazem entrega internacional. Pra quem não conhece a Lime Crime, os Velvetines são uma linha de batons líquidos matte. A cobertura é ótima e não “descascam” da boca com qualquer coisa. Eu já era apaixonada e agora sou mais ainda.

Eu escolhi as cores Cement, Black Velvet e Salem.

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Passei na mão pra mostrar pra vocês:

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O Cement é um cinza que dependendo da iluminação fica mais claro ou escuro e é o que eu mais gostei, por nunca ter usado um parecido. Minha vontade é de dormir com ele.

O Black Velvet sempre foi o que eu mais quis ter, é um preto lindo de cobertura maravilhosa.

E o Salem é um marrom bem diferente mais quente e também é a coisa mais linda.

A Lime Crime não está entregando aqui no Brasil, mas várias lojas vendem. Se tiverem dicas de onde achar por aqui eu vou ficar feliz em saber. Beijos.

Southbound – Review

Southbound

Dos criadores de V/H/S, é uma antologia de 5 curtas e em todas elas as pessoas acabam descobrindo que estão presas no inferno. Eu achei bem agradável de assistir principalmente porque vai de pactos satanistas até cenas que me lembraram muito Twilight Zone (o curta do hospital, por exemplo). E mesmo as histórias que não são tão boas não são ruins ao todo também e tem algo a oferecer. A trilha sonora oitentista é a chave de ouro do filme e ajuda a nos transportar pro estilo movie road que ele tem. Com uma pegada um pouco diferenciada dos filmes de terror, cada curta é dirigido por um diretor, mas todos são entrelaçados um no outro de alguma forma, criando um ciclo finalizado pelo mesmo curta que dá início ao filme, Southbound merece uma atenção, principalmente pra quem gosta do gênero.

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Deixem comentários dizendo o que acharam do filme.

Beijos.

Silence is the loudest scream: We Are Still Here – Review

Oi pessoal, tem uma coisa que sempre acontece comigo: eu começo a assistir um filme e por algum motivo pauso ou paro de assistir e depois esqueço de continuar ou vou deixando de lado e nunca mais.
Ontem tava procurando filmes para assistir e lembrei de We are Still Here. Mais um filme que comecei e não terminei. Resolvi terminar e fiquei frustrada por não ter feito antes. Para os amantes dos filmes italianos como eu, esse filme é um prato cheio. Apesar de não ser italiano, é quase uma homenagem ao Fulci, em The House by the Cemetery.

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Dirigido por Ted Geoghegan, é um thriller meio retrô de casa amaldiçoada, mas com uma pitada a mais de violência e sangue. A história do filme é clichê: uma família lida com a perda do filho e o período de aceitação do casal, (Andrew Sensenig e Barbara Crampton, conhecida por ter feito o clássico Re-animator) que acabou de se mudar para uma casa nova com o intuito de um novo começo. O filme tem uma atmosfera de filmes de terror mais antigos, mas com uma vibe bem mais violenta (que é o que mais o diferencia).

Qualquer amante de filme de terror sabe que quando o filme começa com os personagens se mudando para uma nova casa, nada de bom pode ser esperado. A gente já sabe que o protagonista é a casa. Ou o que está nela.

Beijos.

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E se eu for um vampiro psíquico?

Oi, pessoal.

Hoje vamos falar sobre mudanças de perspectiva: e se eu for um vampiro psíquico?

Olhar um pouquinho mais para as nossas próprias atitudes nunca é de mais. Principalmente quando notamos que elas fazem mal pras pessoas a nossa volta.

Vimos muitas pessoas comentando no ultimo vídeo sobre Vampiros Psíquicos e no post aqui no blog afirmando que se identificaram com as características de pessoas que sugam a energia dos outros de forma insaciável e, muitas vezes, até sem perceber que fazem isso. A probabilidade disso se tornar um ciclo ou um hábito vicioso é grande.

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Em  primeiro lugar: se identificar com isso nunca será um motivo para se orgulhar ou se sustentar no tipo de pensamento confortável como: “eu sou assim mesmo. É o meu jeito.”. Ser um drenador de energia é algo que precisa ser cuidadosamente observado e corrigido, pois isso não afeta só a sua vida, mas a das pessoas que estão perto de ti e que se importam contigo. Isso pode transtornar sua vida pessoal, profissional, social e até interpessoal, (consigo mesmo) fazendo com que o seu orgulho e petulância não permitam que você veja que isso jamais será algo natural de ti mesmo. Muitas vezes se cria esse tipo de comportamento para se defender. Se defender de algo que não precisa de defesa, mas de coragem.

Se você se enquadra nisso ou já te alertaram sobre, muitas vezes você pode achar que o problema é do outro ou com o outro. Jamais contigo mesmo. Porém, é extremamente importante tomar um cuidado maior e observar o quê e com qual intenção as suas palavras e atitudes atingem as pessoas próximas a você. Porque estamos enormemente condicionados a criticar e condenar o que pode ser visto pelos olhos de fora, mas olhar para dentro é uma tarefa muito mais delicada. Necessita de humildade, discernimento e paciência. Ninguém gosta de ser criticado, alertado e, principalmente, de perceber que é um indivíduo tóxico para quem a gente ama. Por isso é preciso ter paciência e humildade pra compreender que muitas vezes nós estamos nos comportando de maneira automática; agredindo, inferiorizando e menosprezando até mesmo nas entrelinhas, numa postura marcada por uma ironia burra floreada por arrogância, ignorância e por uma superioridade superficial e egocêntrica.

Então, sempre que alguém vier falar ou desabafar contigo sobre o seu comportamento, focando na forma que tem lidado com as situações e/ou com os relacionamentos, é importante a gente buscar ouvir mais e debater bem menos. É o início para buscar melhorar a sua relação com os outros e o convívio com as pessoas que se importam com o seu crescimento. Muitas vezes a gente perde pessoas especiais e incríveis próximas da gente por mero orgulho e imaturidade. Por achar que a sua voz sempre tem mais vez do que a do outro.

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PS: geralmente esse comportamento tóxico é imperceptível para nós mesmos. Porque é muito difícil olharmos para a nossa própria postura quando estamos com a atenção completamente voltada para o comportamento dos outros. Todos nós temos defeitos e podemos ter sido vampiros com alguém em alguma determinada etapa da vida, mas algumas pessoas possuem um comportamento massivo e quase que intrínseco na própria personalidade com essas características que são tão tóxicas para o convívio. É importante buscar ouvir e pedir ajuda. Por mais lenta e cuidadosa que a mudança seja, ela precisa ser feita. Caso contrário, a única coisa que conseguirá das pessoas à sua volta é distância e, por diversas vezes, ausência.

 

Luca e Débora

 

Starry Eyes – Review


Oi, pessoal.

Ontem postei um pequeno trecho de um filme no Twitter e disse que se fosse bom eu recomendaria aqui no Blog.

O filme se chama Starry Eyes (2014) e conta a história de Sarah, uma atriz que, como muitas tem o sonho de ser famosa e vive uma vida cercada de pessoas que ela não se identifica, trabalhando infeliz numa lanchonete para se manter enquanto esperançosamente busca ser chamada para um papel importante num filme.

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Starry Eyes, que está disponível na Netflix, é um terror que une dois extremos em um filme: começando por um conflito psicológico e posteriormente englobando uma estética gore. O que mais chama a atenção no filme, além da mudança física e psicológica da personagem central, é o mix de referências que é possível identificar. Ele nos remete de relance à Cidade dos Sonhos, de David Lynch, principalmente pela relação misteriosa e sutilmente simbólica entre os personagens (protagonista, a direção de atores, produtor), nos lembrando de O Bebê de Rosemary do Polanski nas cenas finais, com uma pegada mais visceral e sangrenta. Sem sombra de dúvidas o mais interessante do filme é como ele vai de um extremo a outro, atingindo tanto diretamente da atuação da protagonista quanto pelo ritmo fílmico, narrativo e nos cortes de câmera. Num determinado momento a gente percebe que se trata de um Thriller ou no máximo um terror psicológico, até que o filme se torna muito mais pesado, sanguinolento e com referências explícitas de trash e gore. Pelo que notamos o filme é muito pouco falado e que foi até um tanto quanto ignorado, mas ao todo está longe de ser considerado um filme ruim para o que se propõe ao gênero; embora também não se aprofunde muito cinematograficamente.

O filme é dirigido por dois diretores: Dennis Widmyer e Kevin Kolsch. Algumas cenas são muito boas, ainda mais pra quem curte muito sangue (o que inicialmente a gente nem imagina que vá se desenrolar durante o filme), a atuação da atriz protagonista Alex Essoe está muito boa, principalmente pela composição do personagem que dialoga com a ideia metalinguística do roteiro, trazendo um contraste grande na postura do mesmo, e pra quem gosta da pegada de rituais satânicos dos filmes antigos é um prato cheio. Detalhe pra trilha sonora que também é ótima.

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Se assistirem comentem ou se já assistiram, também. Beijos.

Débora e Luca

Cuidados Com a Pele: Argila Branca

Oi, pessoal.

Esses tempos me indicaram a argila branca que vem sendo utilizada cada vez mais no tratamento de pele e cabelos.

Me interessei pela argila por ser natural e por conter uma elevada porcentagem de alumínio que é indicado para peles sensíveis; como a minha pele é muito sensível e se irrita com qualquer coisa, eu decidi experimentar. Desde que comecei a usar já notei uma maciez intensa na minha pele e sinto ela muito mais limpa e  hidratada. Ela pode ser usada em casa e no máximo 3 vezes por semana. A aplicação é bem simples: duas colheres de argila e ir acrescentando água até se transformar numa mistura pastosa e consistente (parecida com a da foto abaixo). Deixe na pele por trinta minutos sem fazer movimentos musculares.

Essa foi a argila que eu comprei:IMG_3944

Essa é a mistura homogênea (com água):IMG_3943

A argila branca também é ótima para tratar os cabelos, porém é recomendável que se faça em salões de beleza.IMG_3945

Dentre seus vários benefícios, ela clareia manchas, suaviza linhas de expressão e reduz rugas, combate cravos e espinhas, serve como adstringente e possui propriedades cicatrizantes.

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Beijos.

Restauração capilar e maquiagens acessíveis para pele clara

Oi pessoal, passei aqui hoje pra deixar meu último vídeo sobre maquiagens acessíveis para pele clarinha e também para dar uma dica de uma restauração capilar rápida e completa usando o kit Loucas Por Truss.

A aplicação é rápida e feita durante o banho mesmo. Dura 7 minutos. É composta por 3 produtos: 1 – Bidimensional Shampoo, 2 – Intensive Restore e 3 -Extra Treatment.

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O primeiro passo é o Shampoo Bidimensional, ele aumenta a elasticidade e a resistência dos fios. Na hora de usar tem que deixar agir por 2 minutos.

O segundo passo é o Reconstrutor Intensivo, ele devolve a vitalidade perdida dos fios causada durante os processos químicos e e reconstroí e nutre. Esse passo deve agir nos cabelos por 3 minutos.

O terceiro e último passo é o Tratamento Extra Truss, além de selar as cutículas , controlar o frizz e o aparecimento de pontas duplas, ele repõe o brilho e reconstrói os fios danificados. Esse passo deve agir por 2 minutos nos cabelos.

Recomendo muito e tenho usado direto. Os resultados são ótimos e o cheiro muito bom. Usei esse tratamento no vídeo que postei sobre as maquiagens e nas fotos que vou postar. Recomendo muito os produtos da Truss e só tenho usado eles pra cuidar dos meus cabelos. Pra quem sempre me pergunta, todos os posts estão aqui pelo blog.

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Beijos.

 

Dicionário das tristezas obscuras

Oi pessoal, me deparei com essa matéria hoje e nunca me identifiquei tanto. Todos os dias passo por coisas que não sei explicar e que só fazem sentido na minha cabeça. Acho que por isso gosto tanto do Twitter. Lá posso me expressar sempre e falar sobre essas coisas e sensações. Depois que li a matéria, fui atrás do que o verdadeiro autor escreveu e descobri que existem milhares de definições.

Cliquem aqui para ler o dicionário das tristezas obscuras.

Algumas que se destacaram pra mim (porque senão eu ficaria o dia todo aqui escrevendo):

Kairosclerosis: n. the moment you realize that you’re currently happy—consciously trying to savor the feeling—which prompts your intellect to identify it, pick it apart and put it in context, where it will slowly dissolve until it’s little more than an aftertaste.

Exulansis: n. the tendency to give up trying to talk about an experience because people are unable to relate to it—whether through envy or pity or simple foreignness—which allows it to drift away from the rest of your life story, until the memory itself feels out of place, almost mythical, wandering restlessly in the fog, no longer even looking for a place to land.

Ambedo (me definiu completamente): n. a kind of melancholic trance in which you become completely absorbed in vivid sensory details—raindrops skittering down a window, tall trees leaning in the wind, clouds of cream swirling in your coffee—briefly soaking in the experience of being alive, an act that is done purely for its own sake.

Rigor Samsa: n. a kind of psychological exoskeleton that can protect you from pain and contain your anxieties, but always ends up cracking under pressure or hollowed out by time—and will keep growing back again and again, until you develop a more sophisticated emotional structure, held up by a strong and flexible spine, built less like a fortress than a cluster of treehouses.

Vellichor: n. the strange wistfulness of used bookstores, which are somehow infused with the passage of time—filled with thousands of old books you’ll never have time to read, each of which is itself locked in its own era, bound and dated and papered over like an old room the author abandoned years ago, a hidden annex littered with thoughts left just as they were on the day they were captured.

Nighthawk: n. a recurring thought that only seems to strike you late at night—an overdue task, a nagging guilt, a looming and shapeless future—that circles high overhead during the day, that pecks at the back of your mind while you try to sleep, that you can successfully ignore for weeks, only to feel its presence hovering outside the window, waiting for you to finish your coffee, passing the time by quietly building a nest.

Parô: n. the feeling that no matter what you do is always somehow wrong—that any attempt to make your way comfortably through the world will only end up crossing some invisible taboo—as if there’s some obvious way forward that everybody else can see but you, each of them leaning back in their chair and calling out helpfully, colder, colder, colder.
Lachesism: n. the desire to be struck by disaster—to survive a plane crash, to lose everything in a fire, to plunge over a waterfall—which would put a kink in the smooth arc of your life, and forge it into something hardened and flexible and sharp, not just a stiff prefabricated beam that barely covers the gap between one end of your life and the other.

Anchorage: n. the desire to hold on to time as it passes, like trying to keep your grip on a rock in the middle of a river, feeling the weight of the current against your chest while your elders float on downstream, calling over the roar of the rapids, “Just let go—it’s okay—let go.”

Monachopsis: n. the subtle but persistent feeling of being out of place, as maladapted to your surroundings as a seal on a beach—lumbering, clumsy, easily distracted, huddled in the company of other misfits, unable to recognize the ambient roar of your intended habitat, in which you’d be fluidly, brilliantly, effortlessly at home.

Printable up to 6"x8". Credits: Classic Film: https://www.flickr.com/photos/29069717@N02/

Deixei meu vídeo indicando filmes de terror também pra quem ainda não assistiu. Se inscrevam no canal e agora tenho página no facebook também pra quem quiser acompanhar minhas coisas. Posto de tudo lá.

Deixem comentários me contando com o que vocês se identificaram mais no dicionário das tristezas obscuras. E se assistiram algum dos filmes também. Beijos.

Melatonina

Oi pessoal.

Quando comecei a tomar Melatonina me pediram para fazer um post contando se funciona. Resolvi esperar um tempo para ver direitinho qual efeito faria em mim ou se faria algum efeito. Meu médico receitou junto com outro remédio para dormir mas ela eu tenho que tomar sempre antes. Pra quem não sabe, melatonina é um hormônio do nosso corpo. Ela é produzida pela glândula pineal no cérebro durante a noite e é responsável pela indução ao sono. Quem possui distúrbios do sono pode ficar com falta desse hormônio e por isso é indicado para tomar como suplemento. O estresse também é outro fator que diminui a produção da melatonina. Com a idade ela também vai diminuindo. Tomar  não faz mal nenhum, muito pelo contrário. Recentemente descobriram que além de facilitar o sono ela é boa e importante para prevenir várias doenças e até para a enxaqueca. Ela tem ação no metabolismo também e é eficaz na perda de peso. Não pode sair tomando sem o médico receitar. É pra quem está com a produção baixa por algum motivo.

Quando comecei a tomar achei que não adiantava nada. Até reclamei. Depois levei bronca porque eu estava tomando e ficando no celular e ela só funciona sem luz e nada que interfira no sono. Então passei a tomar 1 hora antes de dormir e meia hora antes do remédio de dormir e depois disso quietinha na cama. Funciona bem, dá um soninho bem gostoso.

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Eu e o Chucky tomamos essa. Tem gosto de balinha de morango e dissolve na boca. Espero ter esclarecido. Mais alguém toma? Deixem comentários. Beijos.

Don’t Move – Curta

Oi pessoal, passei pra deixar esse curta de terror de 13 minutos. Achei interessante a ideia principalmente pelo que acabou acontecendo. Não vou falar mais nada pra não dar spoiler e até porque tem 13 minutos.

Outra coisa que quero falar é que o meu canal andou meio parado porque eu estava viajando. Logo vai voltar ao normal que são 2 vídeos por semana. Beijos.

Chef’s Table

Oi, pessoal.

Passei aqui hoje pra indicar uma série documental da Netflix: Chef’s Table. Pra quem gosta de comida e documentários e para compreender a importância em respeitar os alimentos.

Chef’s Table: A série é dividida em 6 episódios e cada um deles conta a história, tanto gastronômica quanto pessoal, de seis dos melhores chefs do mundo. O documentário tem um cunho extremamente inspirador, correlacionando a gastronomia de forma poética e visceral de acordo com a postura e a influência de cada chef com seu próprio estilo de cozinhar e de lidar com os alimentos. Ele vai desde a culinária pós-modernista italiana do Massimo Bottura, passando pela gastronomia rústica e tradicionalista argentina do Francis Mallmann, até um dos melhores restaurantes do mundo localizado numa cidadezinha com um pouco mais de dez mil habitantes no norte da Suécia do chef Magnus Nilsson. Além de todo o empenho, dedicação e paixão pela comida, a série mostra um lado mais humano dos profissionais ressaltando as dificuldades e fracassos que cada um teve de enfrentar pra construir e moldar a própria carreira. E o mais interessante disso é que, por mais que seja uma série voltada à gastronomia, ela pode ser uma referência para qualquer área da vida; principalmente profissional.

Pra quem se interessa pela arte da culinária é um prato cheio, e pra quem só gosta de comer também.

A série é de 2015 e se encontra disponível na Netflix.

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Beijos.

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Por: Débora e Luca.

Sonhos Lúcidos – I got some bad ideas in my head

Oi pessoal, hoje pra variar tive um sonho completamente sem noção e assim que acordei mandei ele por áudio pro meu namorado pra não esquecer e resolvi fazer um post sobre isso. Acho que todos os dias da minha vida eu tenho sonhos completamente problemáticos e psicodélicos. Sempre vou esquecendo deles ao longo do dia e lembro apenas de fragmentos que marcaram mais. Fora isso, muitos dos meus sonhos se repetem de tempos em tempos. Como por exemplo: elevadores caindo. Várias vezes eu sonho com situações em que eu entro em elevadores totalmente macabros ou até normais e acontece algo lá dentro e eles acabam caindo. E o mais interessante é que no próprio sonho eu lembro das outras vezes em que eu estava em outros elevadores que caíram também (em outros sonhos) como se fossem memórias minhas que aconteceram de verdade. Como se eu tivesse outra vida nos sonhos. E isso sempre acontece. Na maioria dos meus sonhos repetidos eu lembro de todos os outros, sei o que posso fazer pra deixar a situação menos pior ou ter um certo controle. Eu tenho muitos sonhos lúcidos. Um sonho lúcido é basicamente a capacidade de perceber que tu estás sonhando durante o sonho. Dormir é a melhor coisa porém é sempre uma experiência muito errada pra mim. Eu amo dormir mas parece que não fui programada pra isso. Sempre alguma coisa sai errada. “Débora, não tem a ver com os filmes que tu assistes? Com teus gostos? Com os bonecos que tu tens pelo quarto?” Não. Eu tenho isso desde criança e os filmes e etc não me causam medo algum. Eu tenho medo de coisas muito diferentes como morrer afogada por exemplo e do fundo do mar. Pra quem tem esse tipo de experiência é sempre bom gravar ou escrever os sonhos logo que acorda.

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Eu nunca lembro do início dos meus sonhos, eu só sei que eu estava de mudança e eu e mais duas pessoas estávamos escolhendo as posições das coisas do meu quarto novo (isso tudo na casa da minha vó, eu morei com meus avós até meus 11 anos e em quase todos meus sonhos a minha casa ainda é lá) e de repente tocou a campainha e minha mãe me chamou falando que alguém queria me entregar um presente pra eu usar na parede do meu quarto. Quando cheguei lá era um gigante (gigante mesmo, desses de filme de fantasia, ele só cabia ajoelhado em casa) daí ele me entregou uma ilustração linda do Patrick Bateman e chamou os amigos gigantes para me dar oi e entraram mais 3 seres enormes e eu nem acreditava no que estava vendo e de repente um deles falou “está na hora de comer” e do nada as mulheres deles entraram com marmitas e deram pra eles. Depois disso do nada eu já estava descalça de noite indo em direção ao prédio que eu morava antes desse morrendo de medo ligando pra todo mundo pra avisar que se acontecesse algo eu tava ali e quando cheguei com os pés cheio de galhos, grama e lama estava tendo uma festa bizarríssima de criança no salão de festas e tudo lá dentro tinha ímã parece e estava puxando minhas chaves, brincos, uma outra coisa que eu tinha na mão e uma mulher veio até mim e me levou em um elevador especial que tinham feito porque os outros não estavam funcionando. Obviamente era o elevador mais bizarro já visto pelo homem (e por aliens) e eu como sempre entrei. Começou a balançar e pegar fogo mas ela jogou algo e ele parou, tivemos que descer num andar secreto e estava rolando uma espécie de tortura entre mafiosos. 2 caras enormes torturando de todos os jeitos 2 japoneses. Tinha membros espalhados, até estupro rolou pra humilhar os caras e tirar informações. Foi desesperador porque amarraram a gente e provavlmente nada bom sairia dali. Mas chegou a gangue dos japoneses e fizeram com os dois caras tudo e mais um pouco do que eles fizeram com os dois japoneses amigos deles. Na nossa frente. No meio desse banho de sangue eu só lembro de rastejar pelos corpos mutilados tentando sair dali. Depois eu acordei procurando pela menina.

Acho que foi isso o dessa noite, ufa.

Me contem alguma experiência de vocês, se não ficarem com medo de chegar até aqui. Beijos.

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Vídeo e Making a Murderer

Oi pessoal, passei pra deixar meu vídeo sobre cuidados com a pele aqui e pra indicar um documentário da Netflix que assisti e fiquei completamente vidrada e viciada.

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Making a Murderer conta a história real de Steven Avery que passou 18 anos na cadeia por um crime violento que ele não cometeu. E quando ele finalmente é inocentado, não acaba por aí. São 10 episódios que te deixam completamente confuso e hipnotizado se questionando o tempo inteiro. Eu senti uma mistura de raiva e tristeza durante todos os episódios. Quase morri do coração. É tudo ambíguo e questionável. Tem horas que realmente dá um puta nó na cabeça. Mostra direitinho como o sistema às vezes esquece do seu real objetivo que é fazer justiça e procurar por verdadeiros culpados. Recomendo muito. É da Netflix.

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(Tenho uma página no facebook agora pro blog e pro canal, quem quiser curtir está aqui.)

Deixem comentários sobre o vídeo e o documentário. Beijos.

 

Mais uma dica de cuidados com os cabelos

Oi pessoal, passei aqui hoje pra mostrar mais umas coisas que estou usando e gostando muito. Como falei em um post e em um vídeo, estou apaixonada pelos produtos da Trüss e pelos resultados imediatos que proporcionam. O cheiro também é viciante. Só usando pra entender. Recebi um trio bem importante para cuidados durante o verão.

Vou falar primeiro do Shampoo e Condicionador Equilíbrio que são ótimos para equilibrar raiz oleosa e ponta seca. São ideais para uso diário e equilibram a umidade natural. Já que sempre perguntam, vou dizer o que tem neles: Complexo de Extratos Vegetais (Arnica, Aquilea, Agrião, Bardana, Capsicom, Clorofila, Gérmen de Trigo, Hera, Juá, Limão, Lúpulo, Maçã, Pfaffia, Pólen, Quilaia, Quina, Sálvia, Timus, Uva e Urtiga), Queratina, Silicones e Pantenol.

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Agora meu favorito: Hair Protector

É um protetor térmico que protege os fios contra o calor do secador em até 80%. Tem efeito desembaraçante também e mantém os cabelos hidratados e protegidos durante o verão. Eu não uso chapinha porque gosto do meu cabelo armadão, sempre cheio. Mas sempre gosto de secar com o secador especialmente por isso. Muitas vezes seco meu cabelo “de cabeça pra baixo” pra dar mais volume. Estou adorando esse em especial. Além de tudo ele proporciona brilho 3D. Contém: Glow System, Complexo de Bioafinidade, Proteínas Vegetais, Protection Sun (proteção UV) e silicone Tridimensional.

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Beijos.

Vídeo: Paralisia do Sono e Apometria

Oi, pessoal.

Me pediram pra falar desses dois temas em vídeo mesmo eu já tendo feito post. Porém, há alguns detalhes a mais no vídeo.

Espero que gostem. Se inscrevam no canal e continuem dando sugestões para vídeos posteriores.

Pra quem ainda não leu os posts:

Paralisia do Sono
Apometria #1
Apometria #2

Beijos.

Hidratação, água e gatinhos

Oi pessoal, hoje passei aqui pra falar de algumas coisas que acho importantes e refletem em perguntas que me fazem bastante. Ainda pouco eu tava meio ansiosa deitada com meu gato e ele se acomodou bem pertinho pedindo carinho e começou a ronronar bem junto ao meu coração agitado. Chegou uma hora que meu coração parecia ter sincronizado com o ronron dele e eu fiquei tão calminha que peguei no sono. Castiel 1 x 0 Ansiedade. Tinha que ser o amor da minha vida. Acho incrível a capacidade dos gatos. E horrível o preconceito que muita gente ainda tem com eles. Outra coisa que eu queria falar sobre, é que assim como nós, eles precisam tomar bastante água e eles nunca tomam a quantidade de água que deveriam. Infelizmente, problemas nos rins são muito comuns entre os gatos. Principalmente em machos castrados. Eles sempre escolhem o local em que gostam mais de beber água. Por isso se observarmos, eles sempre dão um jeito de pular na pia, lamber o chão do chuveiro e tentar beber de qualquer lugar menos do potinho deles. Aqui em casa o Castiel vivia derrubando todos os potes de água e bebendo do chão. Daí pesquisei sobre e vi que alguns gatos só conseguem beber direito água corrente. Agora sempre abro a torneira pra ele e estou providenciando uma fonte. É bom prestar atenção nisso, deixar potes pela casa de diferentes materiais e lavar várias vezes ao dia (pois eles não gostam do cheiro que fica). Outra alternativa é dar ração úmida e cubos de gelo pra eles brincarem. Aqui tem outro post que fiz falando do meu amor, pra quem não leu: Castiel

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Outra coisa que eu quero falar é da hidratação da nossa pele, eu nunca consegui tomar água, desde criança. Mas de uns anos pra cá eu fui me forçando a fazer isso. Comecei deixando garrafinhas pelo quarto e tomando aos poucos. Hoje eu quando acordo já tomo uma cheia direto por costume e ao longo do dia estou sempre enchendo elas. Única coisa que não consigo de jeito nenhum é usar água pra acompanhar comida. Isso é uma coisa que não dá pra mim. Tem que ser sempre um suco, nescau, refrigerante ou algo do tipo. Também não consigo comer sem tomar nada. Nunca tive problemas de pele mas depois que comecei a tomar mais água ela ficou melhor ainda. De resto eu já falei pra vocês, além de muita água, encontrem o protetor solar ideal pra pele de vocês, não durmam com maquiagem, bepantol é nosso amigo, hidratem sempre a pele (tem um hidratante que eu sempre me dei muito bem que é aquele de latinha azul da Nívea, minha pele fica que nem de bebê sempre). Mas usem antes de dormir.

(Lembrando que finalmente fiz meu canal no youtube e quero sempre a opinião de vocês. Se inscrevam: link aqui.)

Deixem comentários. Beijos.

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Chilling Visions: 5 Senses of Fear – Qual o seu sentido mais aguçado?

Oi pessoal, ultimamente as antologias estão voltando com tudo e fim de semana assisti Chilling Visions: 5 Senses of Fear e resolvi indicar pra vocês. No meu post antigo de lista de séries eu indiquei Masters of Horror que é uma obra prima pra mim e recomendo muito. Também já recomendei ABCs of Death e V/H/S que são do mesmo estilo.

Chilling Visions: 5 Senses of Fear é composto por 5 curtas de horror dirigidos por 5 cineastas diferentes e cada um deles foca de uma forma bizarríssima em cada um de nossos sentidos. O primeiro curta “Smell” foi dirigido por Nick Everhart e conta a história de um homem aparentemente infeliz e fracassado na vida que ganha de uma mulher que aparece misteriosamente em sua casa um perfume que “atrai” sucesso. Acho que já dá pra deduzir que isso é jogar merda no ventilador, né? Na hora eu já pensei naquelas propagandas de perfumes em que a pessoa usa e do nada vira dona do mundo.

O segundo curta “See” foi dirigido por Miko Hughes e conta a história de um oftalmologista louco que rouba as memórias das pessoas através de um líquido que retira dos olhos delas. Ele consegue ver tudo que acontece com elas e o que elas fazem e pinga nos próprios olhos pra ficar drogado. Ele acaba ficando obcecado por uma paciente e tudo fica totalmente mais doentio e fora de controle.

O terceiro curta “Touch” (meu favorito) foi dirigido pela Emily Hagins e conta a história de um garoto cego que sofre um acidente de carro com os pais e precisa ir sozinho buscar ajuda no meio da floresta e acaba encontrando um serial killer. As coisas que o menino faz para sobreviver são sensacionais e foi um dos únicos que eu realmente consegui sentir de verdade a importância do sentido.

O quarto curta “Taste” dirigido por Eric England e foi um dos que eu menos gostei mas gostei mesmo assim. Conta a história de um homem que foi fazer uma entrevista de emprego sem saber exatamente sobre o que era. Quando soube não quis aceitar e descobriu da pior maneira que sua chefe era uma devoradora de homens. As cenas são muito boas. Eu quero aquela máscara.

O quinto curta e meu segundo favorito “Listen” dirigido por Jesse Holland e Andy Mitton é no estilo found footage e conta a história de dois documentaristas que estão gravando sobre uma música de piano que deixa todo mundo que a escuta totalmente insano ou morto.

Uma das coisas que mais gostei no filme é que ele serve muito como crítica social principalmente no primeiro curta que aborda o Cheiro (Smell) e no quarto que aborda o Paladar (Taste). Todos eles têm ligação entre si mas só nos últimos começa a ficar mais notável.

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Assistam e depois me contem o que acharam. Beijos.

 

Are you living in the real world? – Coherence – Review

Oi, pessoal. Hoje passei aqui pra indicar um dos melhores filmes que assisti ultimamente. É de ficção científica e explora bastante a física quântica atráves de lapsos temporais. Não posso deixar de citar filmes que exploram esse tema como Back to the Future (1985) e The Butterfly Effect (2004).

Do diretor James Ward Byrkit, Coherence (2013) conta a história de um grupo de amigos que estão em um jantar enquanto um cometa passa pela Terra. A trama me deixou muito envolvida desde o começo e me senti como se fizesse parte da história. Ele é filmado praticamente em um só espaço e explora a teoria das realidades paralelas de um jeito tão bom que eu não sei nem o que dizer. Não é preciso um conhecimento na área pra ficar completamente intrigado com o filme. Ele deixa qualquer um num estado de confusão mental fora do comum. Impossível não se questionar se você é você, se você está na realidade certa ou se as pessoas que estão perto de você são de outra realidade. Me lembrei bastante de Fringe e Twilight Zone também. O filme também explora de uma forma muito boa a experiência imaginária do gato de Schrödinger. Quem é viciado em ficção científica e adora um filme que deixa um nó no cérebro não pode perder.

Trailer aqui.

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Beijos.

 

Paralisia do sono

Um dos piores episódios de paralisia do sono que tive foi no meio de uma soneca inocente da tarde. Eu comecei a ouvir passos e não tinha ninguém em casa. Meu desespero começou a aumentar na medida em que os passos foram se aproximando e eu não conseguia me mover e muito menos falar. A força que eu faço nessas horas é fora do comum, mas meu corpo parece que pesa toneladas. Uma sensação de sufocamento toma conta de mim toda vez. Se a morte parece com algo, pra mim é bem semelhante a isso. Eu pensei em pegar meu celular pra ligar pra alguém mas mesmo estando do meu lado todo esforço foi inútil. Eu nunca durmo com a porta aberta mas nesse dia eu não pretendia dormir então acabei dormindo. Os passos finalmente chegaram no meu quarto e eu vi um vulto passando pela televisão e em seguida minha cama afundou, como se alguém tivesse sentado. Eu lembro de todo o horror desse dia como se tivesse acontecido ontem. É um terror horrível. Será que é isso que as pessoas sentem quando estão perto de morrer? Esses dias meu gato dormiu fora do meu quarto e mais uma vez tive um episódio horrível e comecei a sentir passos na minha cama e andando sobre mim. No começo pensei que fosse ele mas me lembrei que ele quis dormir na sala. Eu fico paralisada por muito tempo, num estado de horror que não consigo explicar. No outro dia fico cheia de dores no corpo de tanto esforço que fiz para tentar me mover.

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Na paralisia do sono é como se o cérebro acordasse antes do seu corpo e assim como o sonambulismo, ela é considerada um distúrbio do sono mas são completamente opostos. No sonambulismo o corpo da pessoa está completamente acordado enquanto sua mente está dormindo. Na paralisia do sono a mente está acordada e o corpo não se move. Isso tudo causa um estado de super alerta e ansiedade no cérebro e resulta em delírios e alucinações. A gente sempre acha que tem alguém junto no quarto. Eu várias vezes achei que estava morta e presa dentro do meu corpo. Já me vi fora dele também.

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A paralisia do sono pode acontecer uma vez na sua vida ou te perseguir pela vida inteira. No meu caso ela me assombra desde criança. Por isso eu nunca durmo no escuro total. Preciso sempre de uma luz. Dizem que ela costuma infernizar muito quem dorme mal também (guilty). Uma sensação muito comum presenciada por todo mundo que passa por isso é um peso no peito.

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Atualmente saiu um documentário falando sobre o assunto chamado The Nightmare, do diretor Rodney Ascher. Ele conta a experiência de 8 pessoas com a paralisia do sono. Vale a pena conferir. Tem na Netflix. Link do trailer aqui.

“Sleep paralysis (is a) surprisingly common phenomenon where people wake-up totally frozen from the eyeballs down, unable even to make a noise, and they frequently see sinister intruders and other disturbing visions,” Ascher says. “I’ve been obsessed with it ever since it used to happen with me. In my case, I saw sort of a living, 3D shadow looming over me in judgement.”

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Deixem comentários contando coisas que já aconteceram com vocês. Beijos.

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I just let my hair air dry

Oi pessoal,

Hoje passei aqui pra falar um pouco de cuidados com o cabelo. Comecei a usar um shampoo, um condicionador e um reconstrutor capilar da Trüss e estou apaixonada. O shampoo e o condicionador são da linha Blond Hair especial para cabelos loiros, descoloridos e grisalhos e eles têm pigmento violeta para manter o tom. O resultado é imediato. Pelo menos eu senti na hora que usei pela primeira vez. Fora que o cheirinho é maravilhoso. O reconstrutor capilar Uso Obrigatório é usado entre o shampoo e o condicionador e recupera e restaura os cabelos danificados e quimicamente tratados deixando eles mais resistentes e protegidos. Os produtos da Trüss são profissionais e eu recomendo muito.

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Beijos.

 

Invisible Monster – Depressão

Eu não consigo lembrar do tempo em que me senti diferente. Pelo menos não de forma clara. Também não imagino um futuro em que eu me sinta diferente do que eu me sinto hoje. Parece que o passado e o futuro são absorvidos pelo presente na cabeça de uma pessoa depressiva. Não existe uma razão pra eu ter ficado assim. Eu não acho que seja uma resposta ou reação para uma situação específica. É muito desconfortável quando perguntam o motivo. Na minha cabeça a depressão é oca, vazia, cansativa e insuportável. Um fardo que quem tem  vai carregar para o resto da vida. Ela é como um bichinho que tem que ficar em observação sempre. Não pode deixar de lado e nem parar de prestar atenção porque ele pode virar um monstro a qualquer momento. Tem que ser sempre monitorado. A paranoia ataca de maneiras inacreditáveis, a paciência com tudo é nula, a gente fica com medo e ao mesmo tempo assusta todo mundo. É praticamente impossível ficar perto de uma pessoa depressiva, por mais que tentem e achem que devam. Quase ninguém aguenta ficar perto de alguém que está sem vida a maior parte do tempo.

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Geralmente acordar é um problema, apesar de ter pesadelos diariamente parece que acordo para um pior ainda. Só de pensar em acordar já bate um desespero enorme. Ter que viver um novo dia, tudo de novo. Sentindo a mesma dor. Tento dormir o máximo que posso e me sinto muito frustrada quando não consigo. Pegar no sono é pior ainda, até contra o efeito dos remédios eu luto pra ficar pensando em coisas horríveis antes de dormir. Mesmo sem querer. Estou sempre me sentindo exausta e irritada. Até penso em fazer as coisas, mas às vezes é como se todas as minhas forças vitais estivessem paralisadas. Fico num estado sombrio sem vontade nenhuma. Até para coisas simples preciso fazer um esforço enorme e nada vale a pena. Nem as coisas que gosto (ou deveria gostar) eu consigo fazer direito. Depender de remédios para conseguir ao menos levantar da cama e tomar banho, sentir a morte na pele se ficar um dia sequer sem tomar por causa da abstinência horrível. Você acaba se isolando aos poucos de todo mundo, perde a capacidade de confiar e se não tomar cuidado pode acabar ficando ausente de si mesmo. Por outro lado, eu pelo menos aprendi a me conhecer bem mais nesses momentos de crise do que em qualquer episódio de felicidade que já tive. A tristeza parece sempre que veio pra ficar ao contrário da felicidade que é uma coisa sempre incerta (pelo menos para mim). Essa é a pior parte da depressão: ela se torna quase confortável. A pessoa se acostuma. Parece que está tudo errado quando algo está dando certo ou quando estou feliz.

É importante não se afastar das pessoas que te amam e acreditam em você (mesmo se você não acredita mais em si mesmo). Fazer exercícios também, por mais que cada passo pese uma tonelada. Comer direito, mesmo que a comida não entre às vezes. Tentar sempre ser mais forte que a tristeza, mesmo com ela te nocauteando todos os dias. E tomar direito os remédios, se tomar.

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Beijos.

He’s not just a standard cat

Sempre que alguém fala que não gosta de gatos porque eles não são parceiros, não são atenciosos, são traiçoeiros e não se apegam ao dono eu fico me perguntando se estamos falando do mesmo animal. Muitos gatos já passaram pela minha vida e todos eles eram especiais de jeitos diferentes. Talvez esse pensamento crie uma barreira entre a pessoa e o gato, dificultando uma relação boa. Diferente dos cachorros, os gatos são um pouco mais difíceis de se conquistar. É preciso respeitar o espaço deles, conhecer o temperamento e aos poucos ir se aproximando e ganhando sua confiança. A relação com os gatos é baseada em respeito. Depois que essa conexão é feita é que se conhece o amor incondicional de um gato. Me identifico muito com eles. Eles são muito sensitivos. Estão sempre cuidando do dono, são terapeutas 24 horas por dia. São nossos parceiros silenciosos. Posso dizer que todo mundo que ama seu gato depois que adotou um nunca mais ficou sozinho. Até na hora de ir ao banheiro eles estão ali, nos encarando. Alguns dizem que eles são bruxos. Eles absorvem grande parte das energias ruins do ambiente e que ficam acumuladas em nós. Por sorte, eles têm o poder de eliminá-las depois. Por isso eles dormem tanto, precisam repor as energias que gastam absorvendo e fazendo essa limpeza.

Ninguém precisa odiar gatos pra gostar de cachorros e nem odiar cachorros pra gostar de gatos. São animais completamente diferentes de se lidar. Eu sou apaixonada pelos dois e consigo ver as coisas boas dos dois. Me irrita quando fazem comparações.

Sempre que estou me sentindo mal fisicamente ou psicologicamente eu sei que meu gato logo vai entrar no meu quarto ronronando e vai deitar em cima de mim. Ele sempre sabe. Eu nem sei o que seria de mim. Ele já me salvou várias vezes. É comprovado que eles ajudam no tratamento de doenças psicológicas.
Poucas coisas acalmam mais do que o ronrom de um gatinho. Qualquer dono de gato vai negar que eles são animais que não precisam de carinho e que não são carinhosos. Apesar de serem mais independentes eles são totalmente amorosos. Só precisam que respeitem seu espaço. Eles estão toda hora demonstrando seu amor. Dormindo enroscados na gente neutralizando as energias ruins, dando piscadinhas que simbolizam carinho, dando cabeçadinhas, se esfregando na gente para deixar o cheirinho deles e ganhar carinho, nos observando no banheiro, jogando futebol com nossos objetos pessoais, revirando os lixos atrás de cotonetes sujos, tirando todos os ralos da casa…
Hoje posso dizer que me comunico melhor com o meu gato do que com quase todo mundo que já conheci na vida. Ele sabe tudo que vou fazer. Até nossas manias estão parecidas (coitado).
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Deixem comentários contando como é a relação de vocês com gatos. Beijos.

 

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Oi pessoal,

Esses dias fiz a raiz do cabelo e ele acabou ficando mais claro. Como muitas meninas me perguntaram o que eu tinha feito, resolvi fazer outro post. Como descolorir agride muito o cabelo, não é todo mês que eu uso descolorante na raiz na hora de retocar. Na primeira vez que fiz a raiz eu usei só a tinta 12.00 da Alfaparf mesmo. Ela não clareia totalmente no tom que está o cabelo, mas fica bem próximo. Na segunda vez agora foi descolorido e como sobrou bastante descolorante, ele puxou um pouco pro resto do cabelo e acabou clareando mais ou menos 1 tom do que estava antes. Depois de descolorir ele passou a mesma tinta no cabelo inteiro para igualar. O descolorante é o Lightner gérmen de trigo pó azul + Lightner Ox. 40 volumes. E a tinta é a 12.00 da Alfaparf.

Ele estava assim:

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E agora está assim:

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Quem pinta meu cabelo é meu melhor amigo @phillolz. Qualquer dúvida deixem comentários. Beijos.

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Libertando demônios – Apometria

Oi pessoal, tive outra consulta muito interessante hoje e achei legal compartilhar algumas coisas. A primeira é minha idade mental. Quando eu estava na minha tela mental rodeada por uma espécie de aura dourada em um lugar que parecia uma caverna, eu já me senti um monge no ato II de Diablo III, fazendo aquelas quests infernais nas caves de lá.

Fizemos um exercício hoje também em que eu precisei ler em voz alta o seguinte texto:
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Acabamos descobrindo que em uma de minhas vidas passadas eu fui líder de um grupo que praticava magia negra (isso mesmo, de verdade) do tipo que usava vestes e tudo. E o pessoal me acompanhava até hoje esperando que eu voltasse. E isso é bastante peso pra se carregar. Mas nessa sessão de apometria conseguimos cortar todos os laços que ainda me ligavam a eles. Fiquei sabendo que tenho uma sabedoria enorme sobre magia e que isso vai me acompanhar pra sempre. Em todas as vidas. Mas que minha missão é usar isso pro bem e não de um jeito que bagunce as energias. Eu sempre me interessei pelo tema e vivo estudando sobre, principalmente ocultismo, bruxaria e magia negra mesmo. Vivo brincando no twitter e falo bastante até nos meus próprios posts aqui. É engraçado que por mais cética que eu seja, tudo faz meio que sentido. Não tem como negar. Vocês já devem estar me achando meio lelé, né? Mas não importa. Hoje eu saí de lá me sentindo até meio entorpecida de tão leve. Tiraram literalmente vários pesos de mim. Toda vez descubro um novo. Esse negócio de vidas passadas é uma loucura. Ele comentou comigo hoje que tem vezes que a pessoa já teve 100 e só em duas ela foi boa. Imagina o fardo? Isso pesa muito. Muitas doenças (principalmente psicológicas) e coisas sem explicação que acontecem com a gente podem ser consequência de alguma vida que a gente teve e ficou ligada ainda de alguma forma.
Outra coisa que aprendi foi sempre que eu estiver com alguma crise (de dor ou emocional) é pra largar tudo que estiver fazendo, deitar, me concentrar e procurar meu pontinho de luz. Pode demorar pra encontrar mas uma hora ele aparece, e quando aparecer tem que ir correndo pra ele e vai ficar tudo cada vez mais claro. Eu tive que usar o meu pavor do escuro pra achar o meu. Essa luz é a nossa essência. A gente se perde dela às vezes.
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Beijos e até a próxima.

Ich seh Ich seh (Goodnight Mommy) – Review

Oi pessoal, me indicaram esses dias esse filme e gostei bastante quando vi o trailer. Percebi que estavam fazendo muita propaganda em cima e vi que muitas pessoas se decepcionaram e eu, geralmente, quando gosto muito de um trailer acabo não gostando tanto assim do filme porque enfiaram tudo de bom ali. Então assisti achando que não ia gostar mas acabei gostando e não foi pouco.

Ich seh Ich seh (Goodnight Mommy, 2014) – Um filme de Veronika Franz e Severin Fiala, que se passa na Austria, conta a história de dois irmãos (gêmeos) e sua mãe que acaba de voltar pra casa depois de uma cirurgia e está com o rosto todo enfaixado e deformado parecendo uma múmia. Não sei vocês mas se tem algo que eu gosto além de um bom terror psicológico é um bom terror psicológico com criancinhas no meio. E melhor ainda: GÊMEAS. Quem consegue esquecer das irmãs gêmeas de The Shining? “Come play with us, Danny.”

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Devido a aparência e mudança de comportamento da mãe, Lukas e Elias começaram a duvidar se quem estava por baixo daquelas faixas era realmente a mãe deles. Além da crueldade com um dos filhos, ela removeu da casa todas as fotos do marido (ex), começou a exigir silêncio total na casa durante sua recuperação, encomendou pizza congelada pra anos pra ninguém precisar sair de casa por um bom tempo pra ir ao mercado. Eles estavam isolados. Os meninos preferiam brincar no lado de fora. Na maior parte do tempo era fazendo coisas comuns de crianças mas logo nota-se que algo não está certo. Quando a mãe finalmente retira as faixas do rosto é que tudo fica fora de controle e realmente tu comprovas que algo não estava certo mesmo. Nesse ponto tu não sabes mais do lado de quem estás. Os enquadramentos determinam bastante a compreensão da trama. A partir daí a tortura e violência são insanas até o fim do filme. Eu recomendo muito. Gostei desde o comecinho. Só não assistam achando que vai ser um horror estilo que dá medo como parece no trailer. Ele está mais para Funny Games.

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Deixem comentários. Beijos.