I want to believe – Apometria

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Oi pessoal, algumas pessoas ficaram curiosas quando falei das minhas sessões de Apometria e pediram post.
Pra quem não conhece, Apometria trabalha com o desdobramento dos corpos. É quase uma viagem astral. Ela tem como objetivo equilibrar as energias que estão em conflito e desarmonia dentro da gente.
Eu desde pequena não fico no escuro total porque sinto e vejo coisas. Minha prima morre de medo de dormir comigo porque acordo no meio do nada teimando que tem algo ali. Fora a paralisia do sono. É um terror que já me acompanha há muito tempo. Eu luto tanto pra me mexer que acordo cheia de dor muscular. Pior é quando me vejo fora do meu corpo. Mas nessa primeira consulta descobri que não é ruim sair do corpo e posso aprender a controlar isso. Confesso que não fui muito animada. Conversamos bastante, falei das minhas dores, minhas aflições e depois entramos na sala para começar a sessão.

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Eu demoro muito pra relaxar e no começo só fiquei lá ouvindo ele falar várias coisas e vários termos que eu nunca tinha ouvido na vida e ele ficava conversando com uma “equipe espiritual” também. Daí ele pediu pra eu tentar enxergar um farol, não consegui de primeira. Eu via tudo preto mas sabia que tinha dois pontos de luz mais distantes. Daí ele pediu pra eu virar a cabeça pro lado e olhar mais pra baixo e eu consegui ver um pouco mais de perto. Ele falou que eu tenho muitos pensamentos sombrios e que em uma das minhas vidas passadas mostraram pra ele que fui um samurai. Ele falou também que essa equipe espiritual enviou uma entidade pra limpar as energias ruins do meu quarto e que iria ficar aqui um tempo cuidando de mim (Espíritos 2 – Você Nunca Está Sozinho). Depois ele só fez umas coisas pra equilibrar meus chakras que estavam completamente desalinhados. Saí de lá mais leve porém ainda com dúvidas.

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Nessa sexta que passou tive a segunda sessão e foi a maior viagem, porém, me explicou muita coisa. Sempre acreditei em extraterrestres e tenho uma certa obsessão em tudo que envolve eles. Começamos a sessão e foi como na outra. Ele se comunicando com a equipe espiritual e falando coisas. Daí ele pediu pra eu abrir o chakra do coração e tentar visualizar uma luz azul neon e, assim que conseguisse, era pra mergulhar nela. Mas tudo que eu vi foi um túnel preto que não acabava nunca e entrei lá. Depois de um tempo comecei a ver uma luz violeta que foi ficando cada vez mais perto e de repente ela começou a comer todo o preto que aparecia. Ele disse que era uma limpeza. Tava limpando coisas ruins. Depois ele começou a rir do nada e eu gelei porque vi um vulto de alguém enorme e ele disse que era um amigo milenar meu de quase 3 metros de altura. Falou que ele ia encostar na minha cabeça. Eu gelei inteira, cheguei a quase chorar. E foi isso.

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Até a próxima.
Comentem o que acharam ou se já passaram por algo assim. Beijos.

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50 Comments on “I want to believe – Apometria

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  • Oi Débora, gostaria de te contar e saber se de repente também aconteceu com você depois das sessões. Ontem, foi a segunda vez que fui em um centro espírita onde acontecem sessões de apometria gratuitas e coletivas. Não sei bem ao certo quantos, por volta de 50, talvez, espíritas/mestres ficam em uma sala, cada um deles com uma cadeira a sua frente, onde as pessoas ficam sentadas, de olhos fechados enquanto uma mulher fala diversas coisas como afirmações do tipo: “meu corpo é saudável” e outras como: “libertando de amarras das vidas passadas” e depois estala os dedos e conta até cinco. Alguns nos tocam, os que me atenderam, da última vez, tocaram na minha cabeça, perto do coração e barriga. O da primeira vez não tocou em mim, apenas passou um bastão quente ao lado da minha cabeça. Mas enfim, a minha pergunta é a seguinte, você se sentiu mal no dia seguinte da sessão? Porque tanto da primeira como dessa vez, eu acordei tipo com gripe, amígdala inflamada, febre, dor no corpo, coriza, no dia seguinte. Queria saber se isso é normal, vou uma terceira vez para comprovar, três vezes doente no dia seguinte, não pode ser mera coincidência.

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  • Izabella Austricliano

    Oi, Débora, bom dia!
    É muito bacana ver a tua iniciativa de compartilhar essas experiências, porque muita gente te acompanha e as que sofrem o mesmo (Como eu e muitas aí em cima) podem desabafar um pouco e as que não acreditam e fazem piadas passam a pensar duas vezes antes de ter esse tipo de atitude. Porque só quem passa por isso sabe como é ruim querer conversar e ninguém dar ouvidos.
    Enfim… Eu também já vivenciei e vivencio muita coisa. Acredito que porquê meu avô era umbandista, e minha família inteira tenha sido por muitos anos, embora todos, com exceção de minha mãe e eu, sejam evangélicos.
    Meu avô tinha o tipo de mediunidade inconsciente. No caso dele, ele sonhava com coisas que iam acontecer. Aliás, ele morreu quando minha mãe estava com poucos meses de gestação e foi ele quem disse a ela que ela estava grávida, porque um dos espíritos disse a ele.
    Minha mãe foi preparada desde a barriga da minha avó para ver, ouvir e falar com espíritos e assim foi até alguns anos atrás quando ela passou a fingir que não via/ouvia nada, porque ela passou a ter muito pavor depois de ver um demônio na cozinha da nossa antiga casa.
    A mediunidade é uma coisa muito forte na minha família por causa dessas coisas, sabe… E muita gente de religiões mais voltada pra espiritualidade sempre disse que minha mãe e eu temos um elo muito forte que não foi rompido no nascimento, como deveria acontecer. Por isso antes de qualquer coisa acontecer com ela, acontece comigo e vice-versa.
    Por essas coisas eu sempre vi muitos espíritos e vultos. Sempre ouvi muita coisa de boa e de ruim e até hoje não suporto escuro ou ficar sozinha, pois sempre sinto muita coisa me rodeando e eu entro em desespero e não consigo me mexer.
    Já sonhei com coisas que aconteceram, como meu avô. Já vi muita coisa ruim acompanhando pessoas. Já ouvi meu marido me chamar duas vezes no apartamento antigo, quando eu estava sozinha em casa. Já vi objetos se mexerem, vi vultos sentarem-se na cama e o colchão afundar como se alguém realmente tivesse ali.
    Já acordei com meu pai chamando meu nome, com uns 3 anos que ele havia morrido. Enfim… São 22 anos de coisas sobrenaturais acontecendo na minha vida, na vida dos meus familiares e de alguns vizinhos, também, pois mediunidade sempre atrairá espíritos desesperados e as pessoas com qualquer tipo de brecha pra eles, serão afetadas por suas energias. Principalmente aqueles ruins.
    Enfim… Desculpa o textão e eu espero que você consiga encontrar paz. Pois eu sei como tudo isso é ruim. Bom dia! <3

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    • Izabella Austricliano

      São evangélicos hoje*
      E meu avô disse a minha mãe que ela estava grávida de mim, que seria uma menina e que ele não estaria vivo para ver*
      Perdão as frases incompletas. É que eu fiquei nervosa por compartilhar as minhas, pois ninguém acredita além da minha família.
      Acho difícil até mesmo que você acredite. Mas tudo bem…

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  • Oi, Débora, te acompanho no instagram e no twitter e me identifico muito contigo. Também tenho uma curiosidade/fascinação pelo oculto e por coisas sombrias. Diversas vezes quando tu postou no twitter sobre aliens e estar chipada, soltei uma risadinha e pensei “alguém que entende meu jeito de ‘brincar’. Mas, agora, falando sério: Venho acreditando cada vez mais que a espiritualidade e os extraterrestres estão também interligados. Depois de muito sofrer com visitas noturnas no meu quarto (70% de certeza) fui pesquisar e existem sim pessoas que afirmam que é tudo parte do todo que não tem fim. Quanto à essas sessões, achei muito legal, tbm venho me interessando em descobrir se minha epilepsia, síndrome do pânico, depressão e mediunidade tem relação com o passado. Um. Beijo!

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  • Me identifico muito. Já recebi mensagens de seres extraterrestres amigos! Ainda tenho MUITO medo mas sei que não estão aqui para fazer o mal. Sempre estão comigo.. Sempre sou vigiada.
    Algum tempo atrás eu tive outra dessas paralisias… Olhei pro teto e lá estava um deles me “puxando”. Quando percebi uma parte do.meu corpo já não encostava na cama. Fiz tanta força pra não ir que fiquei com muito dor no corpo e sem voz.
    Me arrependo de não ter deixado ir. Seria a primeira vez que eles me levariam acordada…. Quem sabe da próxima.

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  • foi bom ler sobre sua experiencia,aqui na minha cidade com certeza não fazem essas sessões.
    desde criança tenho muitos pesadelos, e nunca consegui dormir sozinha no escuro.
    pela primeira vez esse ano tive paralisia do sono,não vi vulto nenhum mas escutava uma voz bem próxima ao meu ouvido falando em uma língua que eu não entendo.
    você costuma se acordar durante a noite?quase todas as noites me acordo em torno das 03:00hs.

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  • Oi Debora, foi muito bom ler esse seu relato. Tive paralisia do sono 4 vezes, na primeira vez que tive achei que estava morrendo, por ser uma mistura de sentimentos como: desespero, agonia e falta de ar. Quando voltei em si fui procurar por isso na internet, não adiantou saber muito sobre, porque das outras vezes que tive não consegui controlar e tive as mesmas sensações. É terrível.
    Fiquei curiosa sobre a forma que você responde quando alguém pergunta se você já foi em um centro espírita/umbandista “Não conseguiram me levar ainda”. Porque? Por não acreditar ou ter receio de algo?

    Seu blog está maravilhoso!! Um beijo.

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  • Oi, tudo bem? Eu li os comentários e vi muita gente que se identificava com o seu relato. Eu por outro lado, nunca passei por nada disso. Acho que não saberia lidar caso tivesse. Antigamente eu era uma pessoa muito insegura e em conflito comigo mesma, não conseguia ter calma pois minha mente não parava, era como se nao tivesse descanso. De uns anos pra cá percebi que paz interior, tentar ser positiva e afins ajudaram-me muito. No começo, é impossivel, depois fui aprendendo a levar. Eu não sei se interpretei errado mas eu vi isso no seu post, sabe? Tu tentando ter uma paz na consciência. Espero que tu consiga.
    E é legal que fale isso sem preocupações. Quando falo sobre tentar ser positiva (por exemplo) as pessoas me acham babaca.
    Beijo

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  • Oi Débora, me indentifiquei muito com o seu post. Um porque eu também tenho uma certa fissura por extraterrestres e coisas do tipo e também pq sinto paralisia no sono e já me vi fora do corpo e tenho a impressão de sempre ter uma presença perto de mim, da qual eu tenho medo. Ainda bem que eu nunca vi nada.
    Eu frequento agora terreiro de umbanda e centros espíritas, mas sempre fui muito cética e sentia uma dúvida imensa e uma confusão na mente.
    Quando contei sobre as coisas estranhas que sentia pra um guia (espiritual) fui instruída, de que eu tenho uma mediunidade aflorada e como eu não sei controla-la eu acabo sentindo tudo isso. Mas que eu não deveria sentir medo, por que não é uma coisa ruim o problema mesmo é eu não ter o conhecimento pra lidar com isso.
    Ele me disse exatamente, pra eu sempre que sentir a paralisia eu relaxar e não sentir medo, o importante é ter fé de que existe um caminho de luz e sempre fazer alguma oração pro “anjo da guarda” pedindo que se for algo bom pra você que ele te acompanhe e que se for algo ruim pra que aquilo se afaste de você.
    E ele pediu pra eu estudar também, ler sobre mediunidade etc.
    Eu acho que você vai se sentir melhor com tudo isso logo. Um beijo!
    “The truth is out there”

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  • Oi Débora! Primeiro gostaria de dizer que amo tudo que você escreve, me identifico muito com as coisas que você diz. Me interessei muito pela apometria pois também tenho muitas sensações, pensamentos estranhos e coisas que não consigo entender dentro de mim. Também sou de SC e queria saber se você consegue me informar de mais algum lugar que pratique apometria além da região de Fpolis. Ficaria muito feliz se você me responder, e aliás, te acho incrível! Beijos 🙂

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  • Precisa mesmo de nome?

    (Débora, antes de nanar você sente dormências meio diferentes em partes bem isoladas do corpo, ou uma coisa muito levinha meio que se movimentando por ele ou vibrações estranhas perto do ouvido, dessas que fazem você assustar e tentar tapar o ouvido com o ombro como se um inseto fosse entrar no seu ouvido, sem ter nenhum inseto no quarto no quarto? Comecei a sentir essas coisas depois que sismei que quando o quarto está todo escuro fica uma massa densa e mais escura espalhada e a ouvir barulhos de batidinhas bem leves intervaladas e to surtando.) Espero que seu quarto realmente tenha sido limpo e as noites fiquem mais tranquilas por aí <3

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  • Sua mediunidade é aflorada. Procure um centro espírita kardecista e doutrine-se! Vc seria uma ótima ajuda para os espíritos necessitados.

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  • Débora, você tem depressão? eu tenho apenas 20 anos e tenho TOC, transtorno de ansiedade, sindrome do panico. é horrivel conviver com isso né?

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  • Muito legal teu relato. Quando eu morava em Floripa eu fiz todo tipo de terapia possível, fiz apometria e também conseguiram me arrastar pro Nosso Lar, lá em Forquilhinhas. Mas eu era bem cética mesmo, ia sempre com um pé atrás. Teve um tempo que até me considerava ateia e coisa e tal. Tudo mudou quando eu tomei ayahuasca ou daime, como chamam popularmente, no Pará e em Floripa também, aí já não deu de duvidar de mais nada hahaha. Legal que tu tá traçando teu próprio caminho, é muito chato a gente ter que ir arrastada. Boa sorte na tua busca! Beijo

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  • Nossa, adorei esse texto, eu tenho muita dificuldade pra dormir, nao consigo dormir sozinha no meu quarto tenho medo do escuro, sinto que toda vez que fecho os olhos algo ruim vai acontecer, tem noites que é terrivel, durmo na cama dos meus pais, é bem coisa de criança, eu tenho medo de dormir, nao sei explicar mas eu me sinto perfeitamente assim como tu descreveu, me identifiquei super, sempre achei q fosse coisa da minha cabeça nada ve, mas interessante saber que nao é so eu que passo por isso.

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  • Queria começar dizendo que seu blog é insano. Nossa. Eu pensei que seria cheio de vídeos mostrando penteados de cabelo (o que eu ainda estou esperando, apesar de saber que são simples) mas, você me surpreendeu. Não sei como eu esperava menos de você. Seus posts são dinâmicos. Não há enrolação aqui. Adoro o fato de você compartilhar experiências e opiniões, algo que foi muito além de tinta de cabelo e cor de batom. Obrigada por se dedicar à isso.
    A gente sempre vive numa redoma de vidro, mesmo lutando contra isso incessantemente, achando que só nós enfrentamos tal problema. Eu queria que ninguém passasse pelas coisas que você comenta aqui, coisas que eu enfrento no meu dia-a-dia também, ansiedade, enxaqueca, paralisia do sono, depressão e relacionamentos abusivos, pra começar né. Queria te agradecer por isso, meus olhos enchem de lágrimas falando isso, porque é muito importante falar sobre o assunto com alguém que eu admiro onde há essa conexão. Obrigado, mesmo. Como você costuma dizer e sempre foi algo que eu digo pra quem julga SÓ QUEM TEM SABE.

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    • Oi Amanda. Eu sou bem minimalista. Sempre tento ser breve nas coisas (principalmente nos posts de cabelo, maquiagem e afins) pode perceber. Hahaha. São coisas que eu menos gosto de falar sobre. Até porque eu entendo mais de bizarrice mesmo. Fico feliz que se sinta assim. Beijo.

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      • Débora você voltou a ver The Walking Dead? Vi alguns gifs no seu tumblr. Gostou? Você tinha falado no twitter que tinha parado já faz um tempo porque estava tediosa, repetitiva. Não tem nada a ver com o assunto mas, eu estava curiosa.
        Agora, dentro do assunto do post, eu sempre tenho uma impressão de estar sendo seguida, em todos os lugares, principalmente quando estou sozinha no meu quarto, e eu percebi que quando as luzes estão acesas! Quando eu era pequena eu tinha muito medo do escuro, mas com o passar dos anos eu desenvolvi um medo pelo ”ambiente” claro, aceso. Só consigo dormir se eu não ver um filete de luz em lugar nenhum e durmo com um edredom enorme todo enrolado em mim tipo uma cabaninha onde só o nariz fica pra fora. Talvez seja uma vontade de me esconder. Pelo menos eu me apego a essa opção. Nunca fiz tratamento com psicólogo, psiquiatra ou afins, apesar de me interessar por tudo que envolve essas áreas. Eu me interessei muito pela Apometria. Você acha que eu poderia fazer sessões sem o acompanhamento de um psicólogo antes?

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  • Eu também sempre fui muito cética com relação a qualquer tipo de crença então me identifiquei muito com o seu post! Durante um tempo, já faz em torno de uns 2 anos, toda manhã, acordava com alguém chamando o meu nome. Variava, às vezes me chamavam pelo nome completo, outras vezes só o primeiro, às vezes era uma voz de mulher, outras de homem, e parece que a idade da voz também mudava. Era sempre no mesmo horário e eu sempre estava sozinha. Eu achava que ainda estava sonhando, que meu sonho ainda estava “terminando” enquanto eu recuperava consciência, até que um dia eu estava completamente acordada e ouvi novamente. Dessa vez em especial foi de uma mulher madura. O pior é que eu não ouvi uma voz que estava longe, dessas que você tem dificuldade de entender o que fala, foi “dentro” do meu ouvido. Essa época foi bem delicada pra mim, cheguei a pensar que estava enlouquecendo, precisando de medicação. O pior é que durante a noite nada acontecia, eu só ouvia alguém me chamar pela manhã, lá pras 8h. Também tenho visões em que me vejo fora do corpo, voando e sofro de paralisia do sono. Inclusive, não faz muito tempo que eu tive uma péssima experiência com paralisia do sono. Passei as duas últimas semanas de 2014 muito doente, com muita fraqueza, sem apetite, febre alta, enxaqueca e estava crente de que era dengue. Quando eu estava praticamente 90% recuperada, enquanto deitada, tive paralisia do sono e senti alguém parar do lado da minha cama, uma espécie de sombra. Não conseguia me mover por nada até que essa “sombra” puxou meu braço direito com força, chegando a machucar. Na hora, tudo o que eu consegui pensar pra me defender foi “Ele é maior do que você”, mesmo sem nunca ter acreditado em qualquer divindade. No mesmo segundo em que pensei isso a sombra sumiu e consegui me mover e levantar. Nisso, corri pro quarto da minha mãe igual uma menininha de 5 anos depois de ter um pesadelo. Me senti ridícula! Pela maneira como me defendi (srly até hoje não sei de onde saiu aquela frase de crente doida) e por ter corrido, hahaha. Medi minha temperatura e estava sem febre, então nem dava pra alegar ter sido uma “alucinação” por conta disso. Pra completar, os exames de sangue não apontaram existência de dengue. Queria muito não sentir essas coisas porque eu sou uma franga completa e na hora em que a coisa acontece até que fico curiosa, mas depois que paro pra pensar no que aconteceu, desmonto. Atualmente não venho tendo mais experiências assim, felizmente! Caso eu volte a ter, vou procurar me informar sobre sessões de Apometria onde moro. Legal saber que você está se cuidando, a gente resiste mas a paz interior é o bem mais precioso que se pode conquistar. Invejo muito quem nunca viu ou sentiu coisas e ri com confiança de que é tudo babaquice, porque por mais que eu tente ser igual, não consigo. Continue compartilhando suas experiências aqui no blog e sucesso pra ti no geral. Falar sobre essas coisas correndo o risco de ser taxada de louca requer coragem <3

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    • Eu passei muito tempo doente também com esses mesmos sintomas, mas descobri uns cistos no cérebro e um estava pressionando meu ouvido direito. Tive que fazer tratamento pesado e os remédios foderem ainda mais meu estômago. Agora que melhorei, estou voltando a comer e afins. Mas volta e meia fico ruim de novo por outras coisas. Enxaqueca e ansiedade nunca me deixam. Espero que melhore um pouco com essas coisas. Já me taxam de tantas coisas que de louca não é nada, sabe? E é bom ver que muita gente passa pelas mesmas coisas. <3

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  • Me identifiquei.
    Já me vi fora do corpo duas vezes e espero que nunca mais. Tenho medo do desconhecido. Aquele receio de não saber até onde posso ir em segurança, sabe? Não sei o que fiz pra essas duas vezes acontecerem, tenho pra mim que foi involuntário.
    Paralisia do sono também é coisa antiga, sofro disso há anos mesmo. E ainda tem noites em que acontecem repetidas vezes. Cinco, seis vezes até eu dormir tranquilamente. Eu meio que já consigo controlar minha respiração e consciência pra me acalmar porque sei do desespero e da força inútil que a gente coloca pra tentar sair disso.
    Gostei muito do teu relato.
    Faça mais post sobre isso no futuro, conforme você for entendendo melhor e sabendo lidar com isso.

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    • Oi Caroline, ele me contou cada relato inclusive dele mesmo de sair do corpo e sair voando por aí que estou louca pra que aconteça de novo pra eu tentar controlar e não entrar em pânico. Porque pode ser algo muito incrível. Agora a paralisia do sono sempre vai ser infernal acho. E é bem assim mesmo, a gente gasta uma puta energia. Pode deixar que vou contar mais.

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  • Nossa Débora. Achava que eu era transtornada pelas coisas acessas. Eu sempre tive isso, minha família era católica e todo mundo virou espírita, eles já se acostumaram. Inclusive tinha uma época que eu só tinha pesadelos, e pensamentos negativos. Eu parei de comer e tal. Acho que também pode ter a ver com o negócio dos vampiros espirituais, meu pai é um. Desde que me afastei, tenho melhorado. Eu vejo essas coisas na estrada, no meu quarto, em tantos lugares. Odeio o escuro total. Só durmo se for virada pra porta porque tenho medo de ficar de costas pro lado que tem acessibilidade. Acho tão bom você postando isso, não sabia que existia, vou procurar saber, talvez resolva.
    Obrigada pela dica para nós, seu blog é único. Beijo sua linda!

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    • Oi Larissa, tenho umas piras com a porta também. Principalmente com o filete de luz que fica embaixo sabe? Sempre vejo coisas passando ali. Daí tento deitar de um jeito que eu não consiga ver. Que bom que te ajudei. Beijo.

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  • Quando era pequena teimava com as pessoas falando que via vultos ou coisas do tipo, principalmente de noite, mas claro que ninguém acreditava. Hoje não vejo, mas sinto a presença de alguém, às vezes a sensação é boa, mas na maioria das vezes é ruim. Paralisia do sono também tive e ainda tenho muito, sofro com isso, é péssimo. Faça mais posts falando da sua experiência nas sessões, achei super interessante!! Beijos.

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    • Mariana, se serve de consolo eu acredito. Não sei se me acompanha pelo twitter mas desde o comecinho falo dessas coisas de assombração, presenças e afins. Mas nunca quis fazer nada a respeito por ser muito cética. Paralisia do sono é mesmo um inferno. Vou continuar postando sempre que acontecer algo legal por lá. Beijos.

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  • Eu nunca tinha ouvido falar de “apometria” mas fiquei interessada. Ja fui a centros espíritas quando adolescente pra tentar curar meu problema, eu nunca vi nada, mas sempre senti varias presenças desagradáveis que nunca iam embora e me atrapalhavam pra caralho mudando minha personalidade e gastando todas minhas energias. Mas o cara falou que não adiantava eu ir 1000x la, se eu não fortalecesse meu espirito, se eu continuasse a andar com minha auto estima arrastada pelo chão, todos os dias eu seria incomodada por essas coisas como um poste iluminado coberto por mosquitos. E que meu problema era de frequência energética.
    Muitos anos se passaram e varias coisas aconteceram. Sempre tive fascínio por assuntos de alienígenas, culturas e religiões. No budismo eu aprendi varias coisas, e depois que comecei a seguir a pratica essas companhias desagradáveis diminuíram, se sinto melhor comigo mesma e parece q minha vida esta nos trilhos corretos. Morro de vontade de tomar ayahuasca pois ja li relatos maravilhosos de pessoas que tomaram e tiveram algumas respostas sobre o q estava oculto na vida delas.
    Tomara q essas sessões de apometria tenham um resultado relevante e positivo pra você! Te sigo no Twitter e no instagram faz tempo, sempre me identifiquei com suas ideias e mesmo não te conhecendo eu tenho muito carinho por ti, e desejo realmente q vc seja feliz!
    Beijos!

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    • Oi Angélica. No centro espírita ainda não conseguiram me levar. Mas sempre insistem muito. Tenho duas tias que trabalham em um. Na apometria eles equilibram a nossa energia interna. Muito obrigada, desejo o mesmo pra ti. Beijos.

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  • Eu amei saber disso, nunca tinha ouvido falar e isso com certeza me ajudaria em muita coisa das quais tenho dúvidas sobre mim mesma… Conte sempre aqui sobre suas sessões! Beijo debs.

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  • Oi Débora.
    Sou cristã, e acompanho você por um tempinho, haha.. Eu já tive paralisia do sono 1 ano, na primeira vez que aconteceu eu não sabia muito sobre e não contei pra ninguém, não sabia o que fazer e nesse tempo meus pais estavam ”quase” se separando e como eu era a caçula fui a que mais sofri com toda a situação, sabe o que resolveu pra mim? Orar, pedia todas as noites de Deus, pedia muito que essas coisas não acontecessem mais e parou.
    Nunca mais tive! Graças á Deus
    Eu tinha a sensação de ver vultos, de ver sempre alguém olhando pra mim, sabe? E a paralisia do sono era horrível, me via fora do meu corpo, e lembro que eu ficava flutuando no meu quarto sentada…. essa foi minha experiência.
    Fica com Deus! 🙂

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  • Acontecia umas coisas BEM tensas quando eu era mais nova, não vou contar pq a história que contarei a seguir vai dar muitas linhas e não quero te cansar. Só pra encurtar o começo das bizarrices: isso acontecia quando eu era mais jovem e lá pelos meus 13/14 anos eu fiquei no limite e naquela noite eu rezei muito, muito mesmo, com afinco e sei la pra quem foi. Talvez pra vida, talvez pra algum deus.. Só sei que pedi pra não ter mais esses paranauês aí. E depois desse dia funcionou, nunca mais tive nada, minha vida mudou pra melhor. Desse momento em diante pensei só que eu tinha uma imaginação muito fértil e impressionável. Então, quando eu tinha uns 21 ou 22 anos meu avô morreu (perdoa minha falta de memoria em saber quanto tempo faz da morte dele, mas é que essas coisas de parente morrendo sempre parece que foi ontem e não que já foram anos), eu vim pra casa após ficar um breve tempo no velório. Eu estava sozinha. Entrei na internet e aí começou aquela sensação muito ruim de estar sendo observada, de que tem uma outra pessoa contigo. Me apavorei pq pensei “só me falta ficar pirada da cabeça de novo com essas coisas!” pensei que já tinha superado essa “crise da infância”. Pra me convencer eu resolvi vasculhar toda casa pra me provar que não tinha outra pessoa. Que eu estava sozinha, ninguém tava me observando. E aí fui no quarto da minha mãe, me mostrando “olha nao tem ninguem sua maluca! nao tais vendo nada!” e realmente nao tinha nada lá e fui saindo do quarto da minha mãe pra ir até meu quarto (onde essas sensações começaram) abrir a janela da sacada e finalizar a inspeção. Foi então que aconteceu. Quando eu saí do quarto da minha mãe eu ouvi um “plaft” logo atras de mim, vindo do quarto dela. Era um som abafado como um cobertor ou almofada caindo no chão. Voltei. O travesseiro que estava anteriormente na cabeceira da cama tava aos ‘pés’ da janela.. uma distancia muito grande, o travesseiro passou por todo comprimento vertical da cama e andou mais uns 4 passos, parando ali no chão. Fui até a janela pra pegar o travesseiro (apavorada e “ok isso nao foi nada galera, nada esta acontecendo…) e foi quando eu vi. Nas frestas da janela dela, uma pessoa lá embaixo, do outro lado da rua, com uma arma na mão apontando pra minha sacada. Então eu segui exatamente a direção da arma e ela não apontava só pra minha sacada, tinha um homem ali! Ele apontava pra um cara careca muito alto ali. Bom então o desfecho: Tinha um ladrão na minha sacada, talvez ele tenha visto momentos antes de eu chegar que a casa estava sem movimento. Imagino que quando me senti sendo observada, era na verdade ele me olhando pelas frestas da minha janela e acabei sentindo isso. Talvez. Quantas vezes a gente ta ali sentadinha na faculdade e sente que alguém ta te olhando, levanta a cabeça e ta lá a inimiga constrangida de ser pega no ato de te observar. Mas e o travesseiro? Isso demorou a sair da minha cabeça, mas tive que tirar, não tava preparada pra voltar aquela vida horrível de sensações estranhas. Até hoje não estou, prefiro assim. Mas de fato, debora, eu estava deixando de lado todos meus instintos e sensações que tinha alguma coisa estranha só pra me convencer de que não existia ninguém la. E isso poderia acabar comigo naquele dia. Quando eu saía do quarto da minha mãe, eu ia abrir a janela da sacada e então ele iria entrar na minha casa e eu sei lá o que aconteceria. Tudo isso não aconteceu pq alguma coisa aconteceu ali no quarto. Reconheço, essa história é ridícula.. Quer dizer, “Travesseiros voando/sendo atirados” é no sense. E é por isso que nao dei meu e-mail correto e nem o nome. Quem leva a sério sabe? No fim a gente conta essas experiencias e somos ridicularizados, zoados ou nos chamam de loucos. Até me impressiona tu ter colocado tuas experiencias aqui. Enfim, só queria compartilhar um pouco. Ainda levo a vida do mesmo jeito, não procuro entrar muito nessas questões, pois quando eu fazia isso (quando pequena) vinha de novo todas as sensações totalmente CANSATIVAS. E vivo assim. De boa na lagoa, não quero saber de nada! Hahaha! Ah é.. pra concluir, o cara que apontava uma arma pra minha sacada era meu vizinho tentando acertar o ladrão. Que noite aquela! Então debora boa sorte nos teus paranauês aí, o que importa é se te faz bem… Pra mim o afastamento (se é que realmente não era minha imaginação) foi melhor! Só quis também compartilhar contigo um pouquinho, pq é foda! Hahaha beijão!

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    • Oi Ale, que tenso. Essa história do travesseiro me lembrou uma vez que eu estava dormindo de tarde e deixei a porta aberta (nunca deixo) e acordei sem conseguir me mexer e comecei a ouvir passos. Não tinha ninguém em casa. Fiquei fazendo esforço pra pegar meu celular mas não consegui me mexer de jeito nenhum. Os passos foram se aproximando e finalmente chegaram perto e vi um vulto passando pela tv e a cama afundou. Como se alguém tivesse sentado. É foda mesmo. Beijos.

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  • Débora, em que ciência essas sessões são baseadas (parapsicologia?) e qual a diferença entre essas sessões energéticas que envolvem vidas passadas e o espiritismo em si?

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  • Entendo completamente isso, desde pequena sinto, ouço e vejo coisas, mas sempre tive MUITO medo. Queria saber como você adquiriu coragem pra enfrentar essas situações pra aprender a lidar, porque eu, sinceridade, não consigo.

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    • Débora, eu tenho MUITOS pensamentos sombrios durante todo o dia, principalmente envolvendo morte. E toda noite, quando fecho os olhos, imagens como as que vemos em filmes de terror invadem minha mente e por mais que eu os abra e feche repetidamente e me consiga formar imagens felizes, ou simplesmente normais, em milésimos de segundos elas se distorcem e volto a ver caras medonhas, sangue, etc. Algumas raras vezes sinto uma presença ao meu lado, mas não sei dizer se é apenas o psicológico e o medo de espíritos/demônios/o que quer que exista (o que no meu caso, excede a normalidade pois sou bem paranóica e medrosa). Você acha que a Apometria ajudaria mesmo eu não sentindo (tanto) e vendo coisas? Vergonha de aparecer lá e me mandarem voltar pra casa, haha.

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      • Oi Carol, tem que ver até que ponto é só medo das coisas que você assiste sabe? Eu sou viciada em filmes mas nunca são as cenas deles que eu vejo e nem tenho medo delas. Talvez um psicólogo antes pra conversar. Beijos.

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  • Débora, você é um ser humano curioso, haha. Sempre nos surpreendendo. 🙂
    Muito interessante, nos conte mais sobre as próximas sessões. Beijos!

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