Monthly Archives: agosto 2016

Medianeras – Review

Oi!
Ontem estava passando os canais e acabei começando a assistir um filme que estava passando. No começo não dei muita bola mas depois de um tempo notei que estava completamente presa a ele. Sou muito fã de filmes estrangeiros e a maioria deles me marca de alguma forma.

Medianeras (Sidewalls, 2011) – Escrito e dirigido por Gustavo Taretto, o filme se passa em meio ao caos de Buenos Aires e conta a história de duas pessoas particularmente neuróticas e bastante solitárias que foram feitas uma para a outra e são basicamente vizinhas e apesar de se cruzarem várias vezes, nunca se encontraram.

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Martin é agorafóbico e Mariana tem fobia de elevador. Me identifiquei muito com ambos. Retrata muito bem como o isolamento urbano e a internet aproximam e afastam as pessoas de uma maneira que chega até a ser perturbadora. Mostra bem a solidão vivenciada pelas pessoas nas grandes metrópoles. Acho que é muito fácil se identificar e compreender o filme pois descreve bem a realidade de alienação da era atual da internet. A solidão cotidiana em meio a arquitetura (que é muito bem explorada) é muito familiar. Mariana menciona várias vezes os livros de “Onde está o Wally” e isso me chamou atenção logo de cara. Já tive todos eles e sempre gostei muito. Fora que na cena final do filme, Martin, está vestido exatamente como Wally. Como não amar um filme com uma sacada dessas?

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Beijos.

Tabacaria – Fernando Pessoa

Oi, hoje só quero deixar um poema aqui.

“Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.
Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Gênio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim…
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas –
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chava, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.
(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)
Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.
(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno – não concebo bem o quê –
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)
Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente
Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.
Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.
Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,
Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.
Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.
Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.
Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.
(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.”

Álvaro de Campos, 15-1-1928

Esclarecimentos

Oi,

Estou escrevendo esse post pra quem gosta de mim e não pra quem só faz esforço pra apontar o dedo e jogar os outros na fogueira, porque esses não querem saber a verdade. Só querem espalhar ódio.
Sempre existiu muita gente me odiando na internet pelos motivos mais banais possíveis, como “prega uma beleza irreal mas já fez plástica”, “faz as meninas se sentirem mal por não serem como ela”, as coisas foram saindo de controle e agora são acusações graves como nazismo.
Por que eu nunca me pronunciei? Eu sou uma mulher adulta agora e na minha cabeça não faz o menor sentido ter que se justificar por coisas de mais de 12 anos atrás. Sempre falei que fiz de tudo na vida tanto é que hoje em dia sou totalmente reclusa e fechada. Tenho uma tattoo que fiz quando era muito nova de uma caveira que parece uma totenkopf, mas que na verdade não significa algo de cunho nazista. Ela só foi usada por eles. Várias bandas, exércitos (não nazistas) e outros artistas usam o mesmo símbolo. Se derem uma pesquisadinha vão encontrar.

 

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“Por que eu nunca cobri ou removi a tattoo?” Justamente por ser uma caveira que tem outro significado na sua simbologia e pra mim nunca teve um significado relacionado ao nazismo. Eu adoro caveiras tanto que meu braço esquerdo é praticamente fechado só com caveiras e pra mim ela sempre foi só mais uma e nunca me trouxe problemas. Fora que nunca postei foto dela e simplesmente tiraram prints horríveis de vídeos em que ela é apenas um borrão e editaram no photoshop pra fazer uma montagem. Me encheram tanto o saco e inventaram tantas teorias e mentiras que eu acabei cobrindo a tattoo. Porque depois que te pintam de um jeito ninguém mais quer saber a verdade e nem seu lado da história.

Eu sempre me interessei pela história de todas as guerras e revoluções no geral e desde nova li muito sobre todas essas coisas. Principalmente porque desde os meus 14 anos eu escuto black metal e nesse meio muitas bandas abordam essa temática.

Preciso lembrar aqui que esse ativismo todo e os justiceiros virtuais começou há muito pouco tempo. Não existia nada disso antigamente e esses grupos de punks, skinheads e coisas do tipo eram mais comuns do que vocês podem imaginar. Apesar de hoje em dia parecer um absurdo. Eu nunca preguei isso na internet e isso aconteceu numa época que nem existia rede social direito. Estou falando de uns 12 anos atrás. Quem é um pouco mais velho sabe do que eu estou falando. E quem já foi perdido na vida sabe também que a pessoa às vezes se enfia em qualquer grupo pra se sentir aceita e fazer parte de alguma coisa mesmo sem fazer ideia do que está fazendo.
Eu já me relacionei com um “skinhead” no passado, ele não era esse tipo de skinhead nazista, era outro tipo (se você não sabe, o verdadeiro skinhead não é nazista). Mas na época acabei conhecendo tudo que é tipo de gente. Não permaneci nisso nem por 6 meses e faz mais de 10 anos.
São coisas do meu passado que enterrei no fundo de mim e pra mim não existem mais. Eu não sou essa pessoa, na verdade nunca fui. Por ter vivido várias coisas hoje eu sei exatamente quem eu sou e o que é ou não pra mim.
Mas agora as pessoas pegam qualquer coisa que já falei na tentativa de me demonizar e fazer com que eu pareça algum tipo de monstro.
Tweets meus falando sobre chocolate branco, falando que não gosto de pegar sol, ironizando pessoas que me mandam pegar sol e coisas do gênero. Já fiz muitos tweets agressivos mas sempre fazendo referência aos filmes de terror que gosto muito e misturando com atitudes que me incomodam. Levar para o sentido literal e usar isso pra fazer com que eu pareça um monstro é de uma ignorância sem tamanho. As pessoas fazem esse tipo de tweet até hoje. Existe até um perfil fake no yahoo respostas falando absurdos usando meu nome. Já postei bastante coisa no meu tumblr sobre guerra e sobre filmes com esse tema, principalmente American History X que é um filme muito bom que passa uma mensagem de total arrependimento e anti nazista e grupos de ódio.
Tenho um amigo que tinha uma coleção enorme de artefatos antigos de guerra e coisas do tipo e a gente sempre se vestia das coisas e tirava fotos. Que por sinal nunca foram postadas por não serem sérias. Hoje vi que divulgaram uma foto minha com uma faca dele de mais de 10 anos atrás. Eu nunca postei essas coisas e nem agi da forma como estão tentando espalhar por aí. Muita gente me segue desde que criei meu Twitter (2010) e sabe que nunca me comportei dessa forma. Tenho sim tweets ácidos mas nunca sendo nazista ou racista. Estão me colocando no mesmo patamar de estupradores e assassinos. Como se eu já tivesse ofendido ou agredido alguém. Eu nunca agredi uma pessoa. Nunca nem presenciei algo do tipo. Já inventaram até que apanhei sendo que nunca apanhei na vida nem dos meus pais. Eu acho um absurdo ter que explicar e expor essas coisas. Todo mundo tem o direito de não querer falar sobre certas coisas. Todo mundo tem algo que se envergonharia se fosse exposto. Mas só porque a pessoa tem uns seguidores a mais todo mundo acha que tem o direito de exigir explicações e tentar te envergonhar achando qualquer vacilo teu.

Eu não tenho mais muito o que dizer, já estou indo contra tudo que eu penso me justificando e expondo uma parte da minha vida que não gosto de lembrar e morro de vergonha. Mas a internet hoje em dia tá assim né? Lutam contra o “ódio” pregando mais ódio ainda.

#paz

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Autoestima

Oi,

Eu estava em dúvida entre fazer um vídeo ou um post sobre esse assunto e decidi fazer um post aqui porque acho que me expresso melhor escrevendo. É muito delicado e influencia diretamente no comportamento e na vida de todo mundo. A autoestima é um castelinho que a gente tem que construir com as nossas próprias mãos desde o começo. Na minha opinião a ajuda dos outros só serve pra alimentar o ego e talvez mascarar o que cada um pensa sobre si mesmo porque no fundo só o que a gente pensa quando está sozinho é o que realmente importa e pesa. Não adianta receber elogios e ouvir repetidamente dos outros o quanto tu és bom, bonito, inteligente, interessante se no fundo tu não acreditas nisso. É muito importante acreditar em si mesmo (cegamente) porque no mundo sempre vai ter gente querendo te desmerecer (muitas vezes tu mesmo) e tu precisas ser muito forte pra nunca deixar que isso te abale. Uma das coisas mais essenciais que todo mundo precisa aprender e levar para a vida é que cada um é especial da sua maneira. Não adianta se comparar e comparar sua vida com a vida dos outros porque isso é um veneno que vai te corroer por dentro e fazer com que tu nunca percebas o teu valor. Eu sempre digo que a pessoa não deve querer ser como a outra e sim buscar sempre ser a melhor versão de si mesma. Estamos em constante evolução e ficar se comparando com os outros só vai te atrasar, te frustrar muito e te deixar cada vez mais infeliz e insatisfeito. Eu sou uma das pessoas que se cobra muito e nunca acha que está bom o suficiente. Em todos os aspectos. Uma pessoa com autoestima boa vai ser sempre julgada e sempre vão tentar acabar com isso porque a maioria das pessoas não sabe lidar com alguém que se gosta e busca melhorar sempre. Acho que desde sempre deveria ser ensinado como é importante se amar e se valorizar em primeiro lugar. As pessoas estão crescendo cada vez mais influenciadas e longe delas mesmas. Os relacionamentos estão cada vez mais puxados para alimentar o próprio ego do que para o amor e crescimento mútuo. Não só amorosos, mas até em amizades. Não deixe nunca sua autoestima nas mãos de outra pessoa, ainda mais pessoas estranhas. Insegurança, falta de confiança em si mesmo e procura por aceitação é um ciclo muito fácil de entrar e difícil de sair. Quando a pessoa começa a enxergar o próprio valor fica impossível permanecer perto de quem não enxerga. A gente vive rodeado de pessoas que querem nos ver mal ou bem mas nunca melhor do que elas.

“That’s what real love amounts to – letting a person be what he really is. Most people love you for who you pretend to be. To keep their love, you keep pretending – performing. You get to love your pretence. It’s true, we’re locked in an image, an act – and the sad thing is, people get so used to their image, they grow attached to their masks. They love their chains. They forget all about who they really are. And if you try to remind them, they hate you for it, they feel like you’re trying to steal their most precious possession.”
-Jim Morrison

Quando uma pessoa se aceita, ela começa a aceitar os outros como realmente são. Sem julgamentos, sem jogar as próprias frustrações em quem não tem culpa. Sem idealizar pessoas perfeitas porque no fundo sabe que todo mundo tem falhas e passa pela mesma luta todos os dias. Não deixe nunca pessoas que não fazem nada por ti te controlarem de alguma forma. Se enxergue sempre pelos teus próprios olhos e não pelos olhos de quem não reconhece o teu valor. A mudança tem que começar de dentro pra fora. Nada adianta mudar sua casca se por dentro vai continuar da mesma forma. Mudando por dentro tudo por fora começa a mudar e a fazer sentido. Não existe segredo e nem receita de bolo. Não existe uma cura milagrosa. É uma construção diária que constantemente vai ser abalada por coisas externas. Principalmente nos dias atuais. Construa seu castelo e transforme ele numa fortaleza.

Beijos.

Lola Cosmetics e Flattummy Tea


Oi,

 

Hoje resolvi falar sobre algumas coisas que usei recentemente e que bastante gente ficou curiosa a respeito. Esses tempos me indicaram e falaram muito bem dos produtos da Lola Cosmetics e resolvi comprar alguns para testar. Como gostei muito vou indicar aqui pra vocês. Eu comprei o shampoo e o condicionador da linha “Todo cabelo merece um Volumão” e a máscara Dream Cream.

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Eu amo volume nos cabelos e me interessei logo de cara. Já percebi uma diferença na hora em que estava lavando. Senti que os fios deram uma encorpada e gostei bastante do cheiro também. Além de dar volume aos cabelos, essa linha hidrata e repara as pontas. A máscara de tratamento é milagrosa e deixa o cabelo muito macio e brilhoso. Eu apliquei ela entre o shampoo e o condicionador e deixei por alguns minutinhos. Ela é uma máscara hidratante que serve tanto pra quem está com alguns problemas capilares quanto pra quem não tem. Acho que todo mundo deveria ter uma. Ela rende bastante. Tirei uma foto dela aberta também:

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Eu me importo muito com o cheiro das coisas, por isso sempre falo disso. Eu amei o cheiro desses três produtos e fiquei com o cabelo muito cheiroso como eu gosto.

Outra coisa que gostei bastante é do Flattummy Tea. Eu recebi dois pacotinhos: um é o Activate e o outro é o Cleanse para tomar respectivamente de manhã e à noite.

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A proposta dos chás é acabar com a retenção de líquido e diminuir aquele inchaço horrível. Eu vivo com a sensação de estar explodindo depois de comer. Eles são assim:

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Nunca tinha feito chá sem ser de saquinho e tive que aprender. Eles são muito gostosos. O Activate tem: Peppermint, Lemon Balm, Liquorice, Dandelion, Cleavers, Fennel, Green Tea, Caraway e Cardamon. E o Cleanse: Senna, Peppermint, Cassia Chamaecrista, Liquorice, Caraway, Dandelion e Rhubard.

Como eu sou toda errada eu perguntei pro meu médico se teria algum problema em tomar (porque preciso ganhar peso e não perder) e ele checou e disse que tudo que tem neles faz bem e que posso tomar sem problemas.

*lembrando que sempre que eu indico algo significa que já testei e que uso, independente de ter comprado ou recebido. Jamais indicarei coisas que eu não usaria e que não fazem o meu estilo.

Qualquer dúvida e se quiserem indicar mais produtos para os cabelos dessa marca ou de outra deixem nos comentários. Beijos.