Monthly Archives: julho 2016

Batons escuros favoritos

Oi.

Hoje vou mostrar meus batons escuros que mais gosto e uso e sempre me pedem nas fotos.

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(Chucky está usando o Marronli.)

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O primeiro da minha mão é um líquido matte da Vult cor 12. Ele é um roxo bem bonito e vai ficando mais escuro se passar duas ou três vezes. A cobertura é boa e fica sequinho na boca. O cheiro é bem de batom mesmo.

O segundo é o Diva da MAC, é um vermelho escuro/vinho matte, não fica tão sequinho quanto o Ruby Woo mas a cobertura é ótima e pra atingir a cor não precisa passar muito.

O terceiro e o quarto são da Evie Dee Cosmetics. O quarto é o Blood Red Moon, um  vermelho escuro muito lindo, os batons da marca ficam muito sequinhos na boca, não transferem nada e o cheiro é bem gostosinho. O terceiro é o Earth, que é um dos meus favoritos porque estou numa vibe meio batons marrons. Ele é muito bonito.

O quinto e o sexto são da Lime Crime e ambos são bem pigmentados, logo já pega a cor e o cheiro também é gostoso. O primeiro é o Salem que é um marrom lindo e um pouco mais quente. O segundo é o Black Velvet que é o meu preto favorito no momento. São bem sequinhos e tem duração boa.

O sétimo é um que tenho usado bastante que é o Marronli da Quem Disse Berenice. Os tons variam de quantas camadas passar e é um marrom mais claro puxado pro laranja. Fica bem sequinho, dura bastante e eu acho muito perfeita a cor. Principalmente agora que escureci meu cabelo.

O oitavo é o Jetes da Dailus. É um marrom mais escuro e bem pigmentado. Fica sequinho mas depois de um tempo esfarela um pouco.

Os dois últimos na fileira de baixo são da Eudora. O primeiro é o Marrom Destaque, que é um marrom escuro e quente, fica muito maravilhoso na boca, a cobertura é ótima e também fica bem sequinho. E o segundo é o Cabernet que é um vinho bem lindo também. Nunca tinha usado nenhum batom da marca e gostei muito.

 

Esses são os batons escuros que mais estou usando no momento. Espero que tenham gostado. Qualquer dica ou dúvida é só deixar nos comentários. Beijos.

 

Stranger Things – Review

Oi.

Esse fim de semana terminamos Stranger Things no mesmo dia em que começamos. Por isso vamos indicar pra vocês.

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Stranger Things – Série original da Netflix dos diretores Matt and Ross Duffer (Duffer Brothers) esse sci-fi horror traz muita nostalgia para quem é fã de filmes dos anos 80. A história acontece em 1983 e gira em torno do desaparecimento misterioso de Will (Noah Schnapp). Will faz parte de um grupo de amigos composto por ele e mais 3 garotos que saem a procura dele. Se você é fã de filmes como The Thing, Poltergeist, E.T., Alien, Freaks and Geeks, Carrie, Stand by Me, The Goonies, Close Encounters of the Third Kind e outros semelhantes eu não tenho dúvidas que a série foi feita pra você. Me remeteu até The X-Files que é a minha série favorita da vida e também Twilight Zone. Stranger Things foi pra mim o que Super 8 não conseguiu ser. O elenco fez seu papel perfeitamente. Principalmente as crianças. Winona Ryder também está no elenco adulto da série. Stranger Things é um aglomerado de referências do cinema atual e da década de oitenta, com referências tão claras de clássicos da ficção científica nos elementos primordiais de composição: cenário, figurino e principalmente a fotografia. A fotografia é perfeita, muita cor, muita composição de luz, muito trabalho sinergético de temperaturas, mas periodicamente trazendo mais a tonalização fria aos ambientes de ação e clímax. Mas vamos começar pela abertura: que abertura absurda. Ela é linda, limpa, harmônica e submerge tanto à uma sensação quase que subconsciente a um tempo que não volta mais. Não importa se você não nasceu na década de oitenta. Ela nos remete à uma impressão analógica e particularmente me lembrou muito as aberturas de filmes em VHS (bom, se você nunca assistiu nada em VHS talvez não te remeta a nada mesmo, mas o movimento do título é típico de um cinema hollywoodiano que eu não vejo mais e que eu tenho medo que não volte). A trilha sonora vai de jefferson Airplane, Peter Gabriel numa versão maravilhosa de “Heroes” do David Bowie a The Clash, New Order, Joy Division e mais algumas bandas incríveis que trazem toda a década de 80 à trilha da série. Só pela trilha ela já vai te convidar logo no primeiro episódio. Todas as referências literárias, cinematográficas e habituais de Stranger Things dialogam com fidelidade à estética anos 80 – low tech – nerd. É perceptível encontrar referências de David Lynch na forma de se criar suspense e até a própria narrativa do desenrolar da história remete muito a Twin Peaks. Trabalhando com um lado sobrenatural desconhecido e não-terrestre. Algumas cenas específicas dos episódios finais nos trazem de imediato “Under The Skin” de 2014 do Jonathan Glazer na cabeça; um filme muito atual e que é bem nítida a semelhança referencial tanto do enredo da cena quanto do cenário e, obviamente, os planos, cortes e movimentos. Praticamente idênticos.

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Sobre a atuação a Winona Rider tá incrível, como sempre. Mas o que encanta é o relacionamento das crianças, como elas são fieis e como a série mostra a sabedoria genuina que todos temos dentro da gente durante a infância e como ela nos transporta à um sentido de amizade que se perde no decorrer do tempo. Quanto mais envelhecemos menos compreendemos o real sentido da amizade, porque o material, o dinheiro e os interesses pessoais passam a ser prioridade e muito mais importantes do que o coletivo e as pessoas que nos cercam. São 3 personagens extremamente fortes, em qualquer que seja o sentido: literal, figurado, o que for. Eles são personagens com uma presença, carisma e fidelidade à infância extraordinários. E quem já trabalhou ou já presenciou o quanto é difícil trabalhar com crianças no cinema sabe que fazer uma série com três como personagens centrais não é tarefa simples. É uma série com tantos elementos recordáveis, com uma essência tão sentimental e quase íntima pra quem viveu durante esse tempo ou pegou a época das fitas em VHS, locadoras, jogos de RPG de mesa, fitas cassete, walkman… conseguindo conquistar até mesmo o público mais jovem resgatando um lado puro e essencial da diversão, da brincadeira e dos jogos: a imaginação. Algo primordial que se perdeu muito na atualidade, onde estamos cercados por telas, imagens e jogos de qualquer tipo que acaba se tornando uma fonte anestésica, atrofiando a imaginação e o quão eufórica e intensa ela pode ser. Confesso que é uma série que emociona não pelo tema, nem pela narrativa ou pelo desfecho, mas pelo que ela propõe: resgatar uma sensação que não vai voltar mais. E por saber disso e ter vivido é que tudo fica mais triste. Parece que a gente anda cada vez mais perdendo o gosto pelo toque (que não seja uma tela), pelo movimento e pela simplicidade das coisas.

Me contem nos comentários o que acharam ou estão achando da série. Beijos.

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Débora e Luca

Escondidinho de leite ninho com nutella

Oi.

Esse fim de semana fiz escondidinho de leite ninho com nutella e muita gente me pediu a receita. Lá vai:

Pra fazer a parte branca precisa de uma lata de leite condensado, 3 colheres de leite ninho e manteiga (um pouquinho só). Depois é só colocar na panela e mexer até ficar com o ponto de brigadeiro. Depois disso é só montar. Primeira camada é com o brigadeiro de leite ninho, depois nutella, depois brigadeiro de novo e por cima pra finalizar é só colocar um pouco de leite ninho mesmo. Dá pra fazer quantas camadas quiser.

Perguntaram também se fica enjoativo e se é muito doce. Fica bem doce mesmo mas não achei enjoativo. Fica tão gostoso que não dá pra parar de comer até acabar. Só de lembrar da existência na geladeira já causa um desconforto na mente porque você precisa simplesmente comer tudo.

Depois me contem o que acharam. Beijos.

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Meu cabelo novo

Oi!

Já faz um tempo que comentei que estava cansada de ser loira e meu objetivo sempre foi voltar pra minha cor natural quando isso acontecesse. Quem já me acompanha por um tempo deve lembrar como era (tem no começo do meu instagram). Uma foto antiga de quando ele era natural antes de eu ficar loira:

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Eu já não aguentava mais fazer raiz e cabelo loiro sempre que cresce 1 segundo já fica com um risquinho preto lá em cima. Gosto do cabelo saudável sempre e boto isso em primeiro lugar. Então passei uma tinta do tom do meu cabelo e ficou um pouquinho mais claro porque estava loiro. O número da tinta é 6.34 e a marca Loreal.

Ficou assim:

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Além disso me perguntaram bastante sobre o que estou usando pra hidratação. Antes eu usava os produtos específicos para cabelos loiros e já indiquei aqui no blog todos. Agora estou usando a linha Miracle da Truss.

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O shampoo e o condicionador recuperam a elasticidade e resistência dos cabelos, são anti-aging e possuem brilho 3D. O condicionador também reduz o frizz e deixa ele bem macio. São cheirosos demais e o cabelo fica bem limpinho. Tem proteção da cor também.

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A máscara Miracle eu uso junto com a Microspheres Emerald (2 borrifadas junto) e trazem de volta o brilho dos cabelos. A máscara tem uma hidratação bem intensa e recupera os danos nos fios. Ela também ajuda no crescimento e diminuiu a perda de colágeno.

Recentemente a Truss lançou uma linha masculina para bigode, cabelo e barba e uma das pomadas serve pra mulheres também. Ela é em pó e serve pra dar mais volume nos cabelos e pra fazer penteados. Eu estou usando ela pra ter mais volume.

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Vou deixar aqui os links que falei sobre tintura:

As duas vezes que fiquei ruiva: aqui

Loiro 1: aqui

Loiro 2: aqui

Qualquer dúvida perguntem. Beijos.

 

 

 

Filmes baseados em histórias reais

Oi, pessoal. Tô passando aqui pra indicar dois filmes baseados em histórias reais que assisti recentemente: An American Crime e 3096 Days. Os dois estão disponíveis na Netflix e são bastante angustiantes.

An American Crime, protagonizado pela Ellen Page, conta a história de duas meninas que foram deixadas pelos pais aos cuidados da mãe de umas colegas da escola enquanto os pais estavam viajando a trabalho. O desenrolar da história é extremamente perturbador e revoltante. É um daqueles filmes em que a gente se pergunta como a humanidade consegue ser tão inacreditável e cruel com a sua própria espécie. Não somente pelo lado físico, mas principalmente pela pressão psicológica e traumática que o filme te faz submergir.

PS: esse filme remeteu muito a uma experiência artística incrível feita pela artista performativa Marina Abramovic que nos gera, no mínimo, uma reflexão absurda sobre o comportamento e a maldade humana. Link do vídeo: aqui. (Infelizmente só esta disponível o vídeo com legenda em inglês e áudio em inglês, ou um outro vídeo falando sobre a performance com áudio em espanhol; aqui).

 

3096 Days é um filme sobre os 3096 dias em que Natascha Kampusch ficou presa em cativeiro pelo lunático Wolfgang Přiklopil. É angustiante ver, mesmo que através de um filme ficcional, o que a menina passou. Perdendo praticamente toda a sua infância e adolescência trancafiada em um cubículo sem luz natural alguma, somente com uma entrada de ar, sem janelas, passando fome e sendo cruelmente abusada pelo seu sequestrador, principalmente de forma psicológica.

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