Monthly Archives: maio 2016

Batons líquidos matte: Mahogany

Oi pessoal, hoje vou mostrar pra vocês as 5 cores dos batons líquidos matte da Mahogany.

imageEu fiquei apaixonada por todas as cores e o cheirinho é muito bom. Achei bem fácil de passar e não precisa de muitas camadas pra atingir uma cor bonita e uniforme. Apesar de não ficar totalmente seco na boca ele dura bastante e também não “quebra”.

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Da esquerda pra direita: Fiesta, Berinjela, Cognac, Sweet Peach e Cayenne.

Eu fiquei completamente apaixonada pelo Cognac, estava procurando uma cor parecida. Deixem comentários com o favorito de vocês.

Beijos.

 

The Witch – Review

Oi, pessoal.

Pra essa sexta-feira 13 eu decidi indicar um filme que assistimos recentemente.

A Bruxa (The Witch) dirigido por Robert Eggers se passa na Inglaterra durante o ano de 1630, narrado pela personagem Thomasin. Uma família se muda para uma casa isolada, onde cria alguns animais e cuida de uma pequena plantação. Coisas misteriosas e sombrias começam a acontecer no decorrer do filme, como a morte da plantação da família, o comportamento malévolo dos animais e o desaparecimento de um bebê do casal.

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O filme tem uma estética muito sombria e própria. Ele não passa nem perto dos filmes de terror convencionais. O lugar, o comportamento dos personagens, a postura dos animais, a velocidade dos diálogos, a intensidade do ritmo de montagem e a crescente perturbação que atormenta o clima inteiro durante o filme mostram na prática que o terror pode ir além da receita de bolo onde o espectador já consegue esperar o que vai acontecer e o que pode acontecer somente pelo crescente e decrescente da trilha sonora ou do movimento de câmera. Não é ruim, mas é manjado, é batido e passa a ser previsível. O filme é pesado em todos os aspectos, desde a sua narrativa até a própria locação. Quando me refiro a pesado, não estou me referindo a ser um lugar sombrio, assustador ou qualquer outra coisa que se assemelhe a locais obscuros. Não é. Ele é realmente pesado, há um peso no ar durante o filme inteiro e é aconselhável que se esteja entregue ao clima que ele traz; por isso indico que não assista a esse filme comendo ou fazendo qualquer outra coisa que te tire a atenção de algum modo, porque ele não pretende te prender. Ele é convidativo, tudo nele convida, mas nada te prende. E isso é o que deixa tudo mais interessante nele. A floresta que envolve a casa da família, principalmente durante a noite, se torna o elemento central de mistério e apreensão. Não vamos falar sobre sustos e suspenses pré definidos e compactados do terror convencional porque isso já foi bastante discutido desde o seu lançamento. Porém, diferentemente disso podemos afirmar que ele tem uma intensidade muito, mas muito mais assustadora e perturbadora do que qualquer outro filme recente do gênero. Ele próprio, em todo o seu enredo, é originalmente e envolventemente perturbador. Não é um filme pra matar a tua vontade de chocar. Ele não é chocante, não tem uma linha pré definida do clímax e não vai te preparar pra nada. Ele não tem essa pretensão. A trilha é arrepiante e algumas cenas arrepiam a espinha. Não por susto ou por espanto. Ele dá medo. Ele te transporta a um universo mais macabro e a um mistério desolador. Ele não se embasa na superficialidade do terror, que pra chocar e assustar, precisa ser excentricamente superficial e raso. Porque é anestésico. The Witch não tem essa pretensão. A maior pretensão desse filme é a densidade profunda a qual ele te transporta. E isso é muito mais do que um modelo pré meditado de suspense ou do gênero cinematográfico que tem como base central a elevação e a decadência do clímax a todo o momento durante o filme. O filme começa no clímax e termina com esse clímax, de forma sutil e envolvente. Esse é o charme e a beleza primordial dele: o mistério como base narrativa, não como base secundária para o clímax, mas como essência para toda a trama.

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“Black Phillip, Black Phillip
A crown grows out his head,
Black Phillip, Black Phillip
To nanny queen is wed.
Jump to the fence post,
Running in the stall.
Black Phillip, Black Phillip
King of all.

Black Phillip, Black Phillip
King of sky and land,
Black Phillip, Black Phillip
King of sea and sand.
We are ye servants,
We are ye men.
Black Phillip eats the lions
From the lions’ den.”

Luca Gebara e Débora Cechetto

Linha Chocolate Gold: Truss

Oi pessoal, passei aqui hoje pra mostrar o que mais estou gostando de usar no cabelo ultimamente. Primeiro o que mais gostei foi o cheirinho bom de chocolate, depois fui notando a diferença no cabelo. É a linha Chocolate Gold, da Truss. Tenho o shampoo, condicionador e a máscara de tratamento.

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Além de proteção da cor, o Kit possui ativo tecnológico, que proporciona gloss de brilho com efeito 3 D e hidrata os fios. O shampoo é cheio de brilho. Muito lindo. Eles são de uso diário e a máscara eu uso uma vez por semana.

Contém: color protection, queratina, agentes hidratantes, pantenol, óleo de avelã.

Outra coisa que salva a minha vida é o Fluid Shine:

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É um ativador de brilho que bloqueia a umidade e aumenta a hidratação dos fios. O cabelo fica lindo depois de usar. É um ótimo acabamento.

Essas fotos eu tirei depois de usar tudo:

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Essa o Chucky tirou depois de usar:

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Minha camiseta é da loja Trick and Treat e se usar #dcechetto tem desconto.

Beijos.