Monthly Archives: fevereiro 2016

Silence is the loudest scream: We Are Still Here – Review

Oi pessoal, tem uma coisa que sempre acontece comigo: eu começo a assistir um filme e por algum motivo pauso ou paro de assistir e depois esqueço de continuar ou vou deixando de lado e nunca mais.
Ontem tava procurando filmes para assistir e lembrei de We are Still Here. Mais um filme que comecei e não terminei. Resolvi terminar e fiquei frustrada por não ter feito antes. Para os amantes dos filmes italianos como eu, esse filme é um prato cheio. Apesar de não ser italiano, é quase uma homenagem ao Fulci, em The House by the Cemetery.

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Dirigido por Ted Geoghegan, é um thriller meio retrô de casa amaldiçoada, mas com uma pitada a mais de violência e sangue. A história do filme é clichê: uma família lida com a perda do filho e o período de aceitação do casal, (Andrew Sensenig e Barbara Crampton, conhecida por ter feito o clássico Re-animator) que acabou de se mudar para uma casa nova com o intuito de um novo começo. O filme tem uma atmosfera de filmes de terror mais antigos, mas com uma vibe bem mais violenta (que é o que mais o diferencia).

Qualquer amante de filme de terror sabe que quando o filme começa com os personagens se mudando para uma nova casa, nada de bom pode ser esperado. A gente já sabe que o protagonista é a casa. Ou o que está nela.

Beijos.

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E se eu for um vampiro psíquico?

Oi, pessoal.

Hoje vamos falar sobre mudanças de perspectiva: e se eu for um vampiro psíquico?

Olhar um pouquinho mais para as nossas próprias atitudes nunca é de mais. Principalmente quando notamos que elas fazem mal pras pessoas a nossa volta.

Vimos muitas pessoas comentando no ultimo vídeo sobre Vampiros Psíquicos e no post aqui no blog afirmando que se identificaram com as características de pessoas que sugam a energia dos outros de forma insaciável e, muitas vezes, até sem perceber que fazem isso. A probabilidade disso se tornar um ciclo ou um hábito vicioso é grande.

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Em  primeiro lugar: se identificar com isso nunca será um motivo para se orgulhar ou se sustentar no tipo de pensamento confortável como: “eu sou assim mesmo. É o meu jeito.”. Ser um drenador de energia é algo que precisa ser cuidadosamente observado e corrigido, pois isso não afeta só a sua vida, mas a das pessoas que estão perto de ti e que se importam contigo. Isso pode transtornar sua vida pessoal, profissional, social e até interpessoal, (consigo mesmo) fazendo com que o seu orgulho e petulância não permitam que você veja que isso jamais será algo natural de ti mesmo. Muitas vezes se cria esse tipo de comportamento para se defender. Se defender de algo que não precisa de defesa, mas de coragem.

Se você se enquadra nisso ou já te alertaram sobre, muitas vezes você pode achar que o problema é do outro ou com o outro. Jamais contigo mesmo. Porém, é extremamente importante tomar um cuidado maior e observar o quê e com qual intenção as suas palavras e atitudes atingem as pessoas próximas a você. Porque estamos enormemente condicionados a criticar e condenar o que pode ser visto pelos olhos de fora, mas olhar para dentro é uma tarefa muito mais delicada. Necessita de humildade, discernimento e paciência. Ninguém gosta de ser criticado, alertado e, principalmente, de perceber que é um indivíduo tóxico para quem a gente ama. Por isso é preciso ter paciência e humildade pra compreender que muitas vezes nós estamos nos comportando de maneira automática; agredindo, inferiorizando e menosprezando até mesmo nas entrelinhas, numa postura marcada por uma ironia burra floreada por arrogância, ignorância e por uma superioridade superficial e egocêntrica.

Então, sempre que alguém vier falar ou desabafar contigo sobre o seu comportamento, focando na forma que tem lidado com as situações e/ou com os relacionamentos, é importante a gente buscar ouvir mais e debater bem menos. É o início para buscar melhorar a sua relação com os outros e o convívio com as pessoas que se importam com o seu crescimento. Muitas vezes a gente perde pessoas especiais e incríveis próximas da gente por mero orgulho e imaturidade. Por achar que a sua voz sempre tem mais vez do que a do outro.

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PS: geralmente esse comportamento tóxico é imperceptível para nós mesmos. Porque é muito difícil olharmos para a nossa própria postura quando estamos com a atenção completamente voltada para o comportamento dos outros. Todos nós temos defeitos e podemos ter sido vampiros com alguém em alguma determinada etapa da vida, mas algumas pessoas possuem um comportamento massivo e quase que intrínseco na própria personalidade com essas características que são tão tóxicas para o convívio. É importante buscar ouvir e pedir ajuda. Por mais lenta e cuidadosa que a mudança seja, ela precisa ser feita. Caso contrário, a única coisa que conseguirá das pessoas à sua volta é distância e, por diversas vezes, ausência.

 

Luca e Débora

 

Starry Eyes – Review


Oi, pessoal.

Ontem postei um pequeno trecho de um filme no Twitter e disse que se fosse bom eu recomendaria aqui no Blog.

O filme se chama Starry Eyes (2014) e conta a história de Sarah, uma atriz que, como muitas tem o sonho de ser famosa e vive uma vida cercada de pessoas que ela não se identifica, trabalhando infeliz numa lanchonete para se manter enquanto esperançosamente busca ser chamada para um papel importante num filme.

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Starry Eyes, que está disponível na Netflix, é um terror que une dois extremos em um filme: começando por um conflito psicológico e posteriormente englobando uma estética gore. O que mais chama a atenção no filme, além da mudança física e psicológica da personagem central, é o mix de referências que é possível identificar. Ele nos remete de relance à Cidade dos Sonhos, de David Lynch, principalmente pela relação misteriosa e sutilmente simbólica entre os personagens (protagonista, a direção de atores, produtor), nos lembrando de O Bebê de Rosemary do Polanski nas cenas finais, com uma pegada mais visceral e sangrenta. Sem sombra de dúvidas o mais interessante do filme é como ele vai de um extremo a outro, atingindo tanto diretamente da atuação da protagonista quanto pelo ritmo fílmico, narrativo e nos cortes de câmera. Num determinado momento a gente percebe que se trata de um Thriller ou no máximo um terror psicológico, até que o filme se torna muito mais pesado, sanguinolento e com referências explícitas de trash e gore. Pelo que notamos o filme é muito pouco falado e que foi até um tanto quanto ignorado, mas ao todo está longe de ser considerado um filme ruim para o que se propõe ao gênero; embora também não se aprofunde muito cinematograficamente.

O filme é dirigido por dois diretores: Dennis Widmyer e Kevin Kolsch. Algumas cenas são muito boas, ainda mais pra quem curte muito sangue (o que inicialmente a gente nem imagina que vá se desenrolar durante o filme), a atuação da atriz protagonista Alex Essoe está muito boa, principalmente pela composição do personagem que dialoga com a ideia metalinguística do roteiro, trazendo um contraste grande na postura do mesmo, e pra quem gosta da pegada de rituais satânicos dos filmes antigos é um prato cheio. Detalhe pra trilha sonora que também é ótima.

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Se assistirem comentem ou se já assistiram, também. Beijos.

Débora e Luca

Cuidados Com a Pele: Argila Branca

Oi, pessoal.

Esses tempos me indicaram a argila branca que vem sendo utilizada cada vez mais no tratamento de pele e cabelos.

Me interessei pela argila por ser natural e por conter uma elevada porcentagem de alumínio que é indicado para peles sensíveis; como a minha pele é muito sensível e se irrita com qualquer coisa, eu decidi experimentar. Desde que comecei a usar já notei uma maciez intensa na minha pele e sinto ela muito mais limpa e  hidratada. Ela pode ser usada em casa e no máximo 3 vezes por semana. A aplicação é bem simples: duas colheres de argila e ir acrescentando água até se transformar numa mistura pastosa e consistente (parecida com a da foto abaixo). Deixe na pele por trinta minutos sem fazer movimentos musculares.

Essa foi a argila que eu comprei:IMG_3944

Essa é a mistura homogênea (com água):IMG_3943

A argila branca também é ótima para tratar os cabelos, porém é recomendável que se faça em salões de beleza.

Dentre seus vários benefícios, ela clareia manchas, suaviza linhas de expressão e reduz rugas, combate cravos e espinhas, serve como adstringente e possui propriedades cicatrizantes.

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Beijos.